O Chelsea anunciou nesta quarta-feira (22) a demissão do técnico Liam Rosenior, encerrando de forma precoce sua passagem pelo clube inglês após pouco mais de três meses no cargo.
A decisão foi motivada principalmente pela sequência negativa de resultados. O treinador não resistiu ao desempenho recente da equipe, que acumulou derrotas e apresentou dificuldades ofensivas, com uma série de jogos sem marcar gols.
Passagem curta e abaixo das expectativas
Rosenior havia sido contratado em janeiro de 2026 para substituir Enzo Maresca, chegando com status de aposta a longo prazo e contrato extenso. No entanto, o projeto não se sustentou dentro de campo.
Durante sua curta trajetória, o Chelsea sofreu sete derrotas nos últimos oito jogos, além de acumular uma sequência de cinco partidas seguidas sem marcar na Premier League, desempenho determinante para a queda do treinador.
Derrota para o Brighton foi decisiva
A gota d’água para a diretoria foi a derrota por 3 a 0 para o Brighton & Hove Albion, resultado que evidenciou a má fase da equipe e aumentou a pressão interna e externa por mudanças.
Multa milionária e impacto financeiro
Mesmo com pouco tempo de trabalho, a demissão pode gerar impacto financeiro significativo. De acordo com a publicação, Rosenior pode ter direito a uma multa rescisória que chega a cerca de R$ 157 milhões, devido ao contrato de longo prazo firmado com o clube.
Interino assume até o fim da temporada
Com a saída, o Chelsea definiu que Calum McFarlane assumirá o comando da equipe de forma interina até o fim da temporada. A missão será tentar reorganizar o time na reta final e ainda buscar objetivos como classificação europeia e bom desempenho nas copas.
Crise esportiva e instabilidade no clube
A demissão de Rosenior reforça o momento de instabilidade vivido pelo Chelsea, que já havia trocado de treinador no início do ano. A equipe segue em busca de consistência dentro de campo enquanto tenta reorganizar seu planejamento esportivo.