A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso do produto Fellow Criativo, pó para preparo de café da marca Cafellow. A decisão foi publicada nesta terça-feira (28), no Diário Oficial da União.
De acordo com a Anvisa, a medida foi adotada após a identificação do uso de extrato de cogumelo Agaricus Bisporus na composição do produto. O ingrediente não possui avaliação de segurança para consumo em alimentos realizada pela agência.
O órgão também informou que o produto apresentava alegações não autorizadas na rotulagem e nas ações de divulgação, como promessas de “controle de insulina” e “redução do colesterol”.
A Anvisa destacou ainda que o rótulo do Fellow Criativo poderia induzir o consumidor a erro quanto à natureza do produto, levando à interpretação de que se trata de café comum.
Fonte:jp
O Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Americana recebe a exibição gratuita do curta-metragem “Kintsugi”, escrito e dirigido por Asher Freidberg, nesta sexta-feira (31), às 19h. A atividade integra o projeto cultural Kintsugi, realizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, e pelo Governo Federal, via Ministério da Cultura, e idealizado pela artista Pietra Borges, que busca promover a autovalorização e a resiliência feminina por meio da arte e da partilha de vivências. A entrada é gratuita.
O curta “Kintsugi” traz a história de Jack, um homem que, em meio ao desespero, inicia uma jornada de autodescoberta por meio de suas memórias. A trama utiliza a estética da técnica japonesa de reparar cerâmicas com ouro para simbolizar a possibilidade de renascimento e transformação pessoal.
Após a sessão, haverá um bate-papo com a assistente social Carol Ardrim, a psicóloga Vitória Soares e a artista Tatah Borges, em uma reflexão sobre os processos de reconstrução, tanto na arte quanto na vida.

Inspirado na filosofia japonesa que enxerga as cicatrizes como parte da história e da beleza de um objeto, o projeto é voltado especialmente para mulheres em tratamento oncológico atendidas pela Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia) de Americana. As participantes tiveram oficinas de arteterapia, experiências com a técnica Kintsugi, fotografia e criação de lenços em aquarela. O objetivo é que cada atividade ajude no fortalecimento emocional e na redescoberta da autoestima.
Para a coordenadora do projeto, Pietra Borges, a iniciativa é uma forma de unir sensibilidade artística e fortalecimento humano. “O Kintsugi é uma metáfora potente para mostrar que não somos menos por termos cicatrizes, pelo contrário, podemos nos reconstruir e revelar uma beleza única por meio delas. Ver essas mulheres expressarem suas histórias pela arte é transformador”, comentou.
O secretário de Cultura e Turismo de Americana, Vinicius Ghizini, destacou a importância de abrigar ações que dialoguem com a comunidade. “O MAC tem sido um lugar de encontros, trocas e fortalecimento da cultura local. É essencial que os espaços culturais deem visibilidade a projetos artísticos que promovem a reflexão social, aproximando pessoas e valorizando trajetórias”, declarou.
As obras produzidas ao longo das oficinas foram reunidas em uma exposição no MAC de Americana, celebrando a trajetória das participantes e revelando a beleza da reconstrução. A exposição “Kintsugi – A Beleza das Cicatrizes” pode ser visitada até esta sexta-feira, das 9h às 17h, com entrada gratuita.
A exibição é uma realização de Pietra Borges, em parceria com o Cineclube Sofá, e conta com o apoio da Balão Cúbico e da Unacon.
O projeto cultural é realizado pela Prefeitura e Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, e foi selecionado através do edital de chamamento público PNAB 05/2024, nos termos da Lei Federal Nº 14.399/2022 – Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, com o apoio do Conselho Municipal de Cultura (Comcult) e produção de Pietra Borges.
Fonte:SecomPMAmericana
Pesquisa de mestrado na área de Geografia Física, na Universidade de São Paulo (USP), buscou resquícios de radioatividade em ambientes pouco alterados pela ação humana no interior paulista. Lá encontrou indícios de testes nucleares realizados no começo dos anos 1960, investigando a presença de materiais radioativos relacionados aos testes, e concluiu que essa presença pode ser usada como um marcador seguro da ação humana em nível global.
Esses indícios são considerados pela comunidade científica como um marcador seguro do que hoje é chamado Antropoceno, período em que o maior fator de alteração dos ambientes é justamente a ação humana, seja ao construir, explorar ou simplesmente espalhar materiais ao redor do planeta. A radiação, como produto de reatores e armas, é uma dessas marcas, pode ser medida dezenas e mesmo centenas de anos após se espalhar e servir de referência para contar a história da Terra e do impacto de nossa espécie nela.
Notícias relacionadas:Cientistas concluem que lítio reverte males de radiação no cérebro.Certificado permite Eletronuclear dosar radiação de servidor na própria empresa.Entre os anos de 1953 e 1962, os Estados Unidos, a União Soviética, o Reino Unido e a França realizaram a maior parte dos cerca de 2 mil testes nucleares feitos até hoje. Em 1962, ano com maior quantidade, foram mais de 120 testes, e em 1958 foram mais de 100. As bombas, na época artefatos do tipo termonuclear (em que uma bomba atômica dispara uma bomba de fissão), chegaram a ser mais de 3 mil vezes mais poderosas que a bomba de Hiroshima, caso da Tsar Bomb, artefato que os soviéticos testaram em 1961.
Toda explosão atômica gera ondas de choque e de calor, mas há outro impacto: elas espalham material radioativo, o chamado Fallout, ou chuva radioativa. Na explosão, o núcleo da bomba se espalha, essas partículas vão caindo aos poucos e se depositam. A maior parte dessa queda é perto dos locais de teste, com concentrações que aumentam as taxas de adoecimento das populações, mas fatores como o vento podem fazer com que elas viajem.
Os testes, na época, foram concentrados no Hemisfério Norte, em áreas como o Ártico, os desertos dos Estados Unidos e ilhas do Oceano Pacífico, e a maior parte da deposição ocorreu por lá. Parte dessa queda, porém, chegou ao Brasil, e foram medidas tanto no litoral da Região Sudeste, por grupos distintos de geofísicos durante a década passada, quanto pelo trabalho de mestrado de Breno Rodrigues, realizado entre as cidades de Eldorado e Sete Barras, no interior paulista.
Esse material não tem concentração suficiente para representar risco à saúde, mas conta uma história interessante. Com os testes de 1962, o ano com maior queda de partículas radioativas foi 1963. Após esse ano, a pressão da opinião pública com a divulgação das populações afetadas pelos testes e o medo crescente de uma guerra nuclear, especialmente após a Crise dos Mísseis de Cuba, em outubro de 1962, levaram a um acordo entre as três principais nações com arsenais atômicos. O Tratado de Proibição Parcial de Testes (PTBT, na sigla em inglês) foi firmado entre os Estados Unidos, o Reino Unido e a União Soviética em agosto de 1963.
Desde então, grupos de geofísicos têm investigado a presença de três marcadores principais, o Carbono 14, os radioisótopos de Plutônio e o Césio-137. Eles são pesquisados principalmente em ambientes com pouca ou nenhuma presença humana, pois isso afasta outras hipóteses de contaminação, como descarte ou contaminação por materiais radioativos ligados à geração de energia ou uso para fins industriais ou de saúde.
É o caso de manguezais, geleiras, montanhas ou ilhas, normalmente. Para esse grupo da USP, esse “ponto de controle” está no Rio Ribeira, na região sul do estado de São Paulo, próximo ao Paraná. A região, que conta com quilombos, áreas de proteção permanentes e um conjunto impressionante de cavernas naturais, têm ocupação urbana e agrícola pouco intensa, o que exclui outras fontes de contaminação radioativa. Além disso é bem conhecida pelas equipes da Geofísica da USP, que a acompanham há mais de duas décadas.
“Queríamos estudar a ocorrência de marcadores do Antropoceno em um sistema natural com alto grau de preservação de intervenções humanas. Não escolhemos represas ou trechos de rio da capital por esse motivo, pois teríamos uma gama significativa de intervenções e mudanças derivadas da urbanização, além da contaminação da água por compostos orgânicos e/ou industriais que poderiam complexar os resultados. Como queríamos compreender a interação do marcador com sistema fluvial em condições mais próximas das naturais sem intervenção possível, o Ribeira foi nossa melhor escolha”, disse Rodrigues à Agência Brasil.
O grupo, coordenado pela professora Cleide Rodrigues, tem bom conhecimento da dinâmica de rios com bastante curvas, como o Ribeira, chamados rios meândricos. A dinâmica desses corpos d’água determina como os traços de Césio podem (ou não) ser acumulados e preservados no interior do sistema fluvial, facilitando a análise do impacto de fenômenos globais, como a chuva radioativa de 1963. Os testes franceses e chineses continuaram nos anos 1960 e 1970, mas em quantidades bem menores.
“No nosso caso, nos auxiliou a entender como o Rio Ribeira de Iguape, em seu conjunto dinâmico, interagiu com os produtos dessas precipitações radioativas”, explicou Breno. A escolha do Césio, inclusive, se deu pois ele não tem fontes não humanas.
Trabalhando numa área específica do conhecimento, a geomorfologia fluvial, o grupo procurou não apenas a presença do marcador, mas sua distribuição espacial e o impacto que a dinâmica do rio tem nesse material. O Césio-137 é um dos principais resultados de uma explosão por fissão nuclear, como resultado da divisão de um átomo de urânio, material bem mais pesado. Ele tem meia-vida, ou seja, o tempo em que metade dele deixa de ser radioativo e se transforma em elementos mais estáveis, no caso o Bário, de 30 anos. Esse processo se chama decaimento.
Dessa forma, menos de um quarto do Césio-137 emitido nos testes do começo dos anos 1960 está na natureza, mas ainda pode ser detectado e é radioativo, sem riscos para a saúde humana. “A determinação da atividade do radionuclídeo (o Césio-137), isto é, a quantidade de decaimentos, ajuda também a indicar a idade e, neste caso, determinar qual a origem e cronologia específica que o radionuclídeo foi depositado na área”, explicou o pesquisador.
“Nós confirmamos e reforçamos a ocorrência residual de Césio-137 nos sedimentos do Rio Ribeira, compatível com o fallout atmosférico da Guerra Fria, porém concluímos que a distribuição do Césio entre os pontos de amostragem é descontínua em função da dinâmica fluvial e dos processos associados aos solos nas planícies. Isso nos mostrou que estes marcadores potencialmente são continuamente retrabalhados pelos processos naturais e podem assumir diferentes posições na planície fluvial, a depender da sua ocorrência”, concluiu Rodrigues.
A pesquisa tem continuidade, pois Breno é agora doutorando na Geografia. Sua dissertação deve ser disponibilizada ainda neste semestre, mas outros trabalhos seus, como a participação em congresso, ajudam a entender os detalhes técnicos do estudo.
Milhares de motoristas brasileiros podem comemorar um alívio no bolso. Uma lei de isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) está garantindo isenção total do tributo para veículos com determinada idade de fabricação, beneficiando quem mantém carros mais antigos. O benefício já é realidade em vários estados do país, mas as regras variam conforme a localidade, já que o IPVA é um imposto de competência estadual.
O objetivo da medida é reconhecer o valor histórico desses veículos e reduzir a carga tributária sobre modelos cujo custo de manutenção e valor de revenda já são baixos, evitando que o imposto ultrapasse o preço de mercado. Para aproveitar a isenção, os proprietários devem verificar as regras específicas junto à Secretaria da Fazenda do seu estado — em alguns locais o benefício é automático, enquanto em outros requer solicitação formal.
De acordo com especialistas em finanças públicas, a política de isenção do IPVA também considera o impacto ambiental e econômico. Veículos mais antigos circulam menos, gerando uma contribuição limitada à arrecadação, o que justifica o incentivo fiscal.
Veja como funciona em cada Estado.
Fonte: JP
A Orquestra Sinfônica Municipal de Americana (OSMA) apresenta a ópera “La Serva Padrona”, nesta quinta-feira (30), às 20h, no Teatro Municipal Lulu Benencase. A entrada é gratuita e por ordem de chegada, e o público pode contribuir com uma pomada para assaduras ou um pacote de lenço umedecido para bebês, que serão destinados ao Fundo Social de Solidariedade. O espetáculo tem classificação indicativa livre.
“La Serva Padrona”, do compositor italiano Giovanni Battista Pergolesi, é uma opereta cômica em dois atos que conta a história de Uberto, um senhor rico e velho, e sua serva Serpina, que foi criada por ele desde pequena. No entanto, Serpina não está satisfeita com sua posição de subordinação e decide tomar medidas para mudar sua situação. Ela convence Vespone, o servo mudo de Uberto, a ajudá-la a enganar seu patrão, criando um plano mirabolante para que Uberto seja forçado a se casar com ela.

A montagem traz cenários e figurinos luxuosos, transportando o público para a época da ópera. A produção contará com legendas simultâneas em português, permitindo que o público acompanhe toda a história, e a Orquestra Sinfônica de Americana estará presente no fosso do teatro, característica especial para esse tipo de montagem. Com direção musical e regência de Daniel Martins e direção cênica de André di Peroli, o elenco traz a soprano Joyce Martins como Serpina, o barítono Pepes do Valle como Uberto e o ator Gabriel Arjona como Vespone.
“A Orquestra Sinfônica de Americana vem consolidando um trabalho artístico de excelência, e a apresentação dessa ópera é mais uma demonstração do talento e da dedicação de nossos músicos. Além de proporcionar cultura e entretenimento, o concerto tem um caráter solidário, reforçando o compromisso da cidade com a arte e com a comunidade”, destacou o secretário de Cultura e Turismo, Vinicius Ghizini.
O concerto é realizado pela Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com apoio do Governo do Estado de São Paulo, via Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, em parceria com a Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA).
O Teatro Municipal Lulu Benencase fica localizado na Rua Gonçalves Dias, nº 696, no Jardim Girassol.
Fonte:SecomPMAmericana
Na noite de sábado (25), a trapezista Vademirian Alves de Carvalho Marques, de 28 anos, conhecida como Mirinha Carvalho, morreu depois de cair da altura de aproximadamente 10 metros durante apresentação no Circo São Geraldo. A tragédia abalou o município de Cumbe, no agreste sergipano.
A artista, natural de Acajutiba (BA), foi socorrida e levada ao Hospital Regional de Nossa Senhora da Glória, mas não resistiu aos ferimentos.
Mirinha, que deixa seis filhos, teve o corpo recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) ainda no sábado. A Prefeitura de Cumbe emitiu nota de pesar, destacando o talento e a dedicação da artista à arte circense, além de oferecer suporte à família e à equipe do circo. O Circo São Geraldo também lamentou a perda, celebrando o legado de Mirinha, descrita como uma figura de luz e coragem.
Fonte:F5news
A partir de 1º de setembro de 2025, entrou em vigor na União Europeia uma das mais rigorosas medidas já aplicadas à indústria de cosméticos: a proibição de substâncias químicas presentes em produtos para unhas em gel.
A decisão, tomada pela Comissão Europeia após meses de análises e relatórios técnicos, visa eliminar do mercado compostos considerados nocivos à saúde reprodutiva, como o Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide (TPO) e o Dimethyltolylamine (DMTA), ambos classificados como CMR categoria 1B — ou seja, potencialmente cancerígenos, mutagênicos e tóxicos para a fertilidade e o desenvolvimento fetal.
Esses ingredientes são amplamente utilizados na formulação de esmaltes e produtos que dependem de secagem por luz UV ou LED, comuns em procedimentos de unhas em gel e acrílicas.
Com a nova regulamentação, fabricantes, salões e consumidores terão de se adaptar rapidamente, buscando opções mais seguras e alinhadas às exigências ambientais e sanitárias europeias.
A decisão reforça uma tendência global de revisão dos padrões de segurança na indústria da beleza. Grandes marcas já iniciaram um processo de reformulação de suas linhas, substituindo os compostos proibidos por alternativas que não comprometam a saúde dos usuários.
Fabricantes de equipamentos também estão atualizando suas tecnologias para garantir compatibilidade com as novas fórmulas, especialmente as lâmpadas de secagem que antes dependiam das propriedades químicas do TPO e do DMTA.
Empresas como OPI e CND estão entre as pioneiras nessa transição, investindo em pesquisa e inovação para manter o desempenho dos produtos sem abrir mão da segurança.
O movimento também estimula uma mudança de mentalidade no setor, com foco em transparência e sustentabilidade.
A restrição europeia surge em meio a um crescente debate sobre os efeitos a longo prazo de substâncias químicas usadas em cosméticos.
A preocupação com riscos à fertilidade e ao desenvolvimento fetal motivou a revisão das normas, levando a União Europeia a agir de forma preventiva.
O objetivo é garantir que o cuidado estético não comprometa a saúde, nem de consumidores, nem de profissionais que lidam diariamente com esses produtos.
Salões de beleza estão sendo orientados a adotar medidas como:
Fonte:jp
Uma importante mudança para o cenário do empreendedorismo brasileiro deu um passo significativo nesta quarta-feira (22), com a aprovação simbólica, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, do projeto que visa ampliar o limite de faturamento anual para os Microempreendedores Individuais (MEIs). A proposta, já apelidada de “Super MEI”, eleva o teto de R$ 81 mil para R$ 140 mil, uma atualização aguardada desde 2018, quando o valor atual foi estabelecido. A medida busca modernizar o regime e impulsionar a formalização de pequenos negócios em todo o país.
De autoria da senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), o texto original, apresentado em março deste ano, passou por ajustes importantes. O relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), incorporou sugestões da Receita Federal em seu parecer, protocolado na terça-feira (21). Entre as modificações, foram retirados trechos que permitiam a contratação de até dois empregados e a previsão de um mecanismo de atualização anual automática dos limites. Segundo o relator, essas alterações foram necessárias para evitar “impactos previdenciários significativos”, conforme apontado pela Receita.
A expectativa é que, se aprovada no Congresso e sancionada, a nova regra entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026. O projeto agora segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, posteriormente, para o plenário do Senado.
A justificativa para a elevação do teto, segundo Veneziano, reside na necessidade de diminuir a informalidade e na crença de que a medida trará um impacto positivo na arrecadação a médio prazo, dada a defasagem do limite atual.
Atualmente, além do teto de faturamento, a legislação do MEI exige que o empreendedor não seja titular, sócio ou administrador de outra empresa e permite a contratação de, no máximo, um empregado, que deve receber o piso da categoria ou um salário mínimo.
Fonte:jp
Os serviços da Prefeitura de Americana considerados essenciais, como limpeza pública, atendimento médico de urgência e segurança, funcionam normalmente na próxima segunda-feira (27), no ponto facultativo em comemoração ao Dia do Servidor Público.
O expediente de serviços administrativos vai até esta sexta-feira (24) e retorna na terça (28). Pela internet, a qualquer dia e horário, a população pode fazer pedidos, como protocolos e requerimentos de serviços, por meio do site da Prefeitura (www.americana.sp.gov.br), clicando no ícone “Americana Inteligente”.
Confira o que abre e fecha:
Fonte:SecomPMA
Uma festa do peão de boiadeiro em Piracaia (a 90 km de SP) causou controvérsias entre os moradores e acabou em denúncia no Ministério Público de São Paulo.
O evento teve votações para escolha baseada em padrões estéticos da rainha, princesa e madrinha entre crianças com idades entre 7 a 12 anos (categoria rainha) e adolescentes de 13 a 17 anos.
A Bancada Feminista do PSOL na Alesp (Assembelia Legislativa de São Paulo) fez uma representação ao Ministério Público no último dia 14, sob argumento que o concurso de beleza, realizado com verbas públicas, expôs a intimidade das crianças.
“A situação narrada é evidentemente atentatória a tais princípios consagrados no ECA (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente). O concurso em questão acarreta exposição do corpo das crianças e de aspectos emocionais e psíquicos das jovens envolvidas”, diz a peça.
Outro aspecto é que a exposição iria na contramão dos cuidados que a sociedade brasileira tem adotado mediante os danos com a exposição de menores de idades nas redes sociais.
Na representação, a bancada pede que Ministério Público oficie a Prefeitura de Piracaia para recolher todo material de divulgação, principalmente as imagens que contêm crianças e adolescentes, além de responsabilização dos envolvidos na realização do baile.
A bancada reúne as codeputadas Paula Nunes, Carolina Iara, Simone Nascimento, Mariana Souza e Sirlene Maciel.
Procurada a gestão do prefeito de Piracaia, André Rogério (PL), não se manifestou até a publicação deste texto.
Fonte: Folhapress