Os novos arquivos liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ, na sigla em inglês) revelam uma possível conexão do falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein com o Brasil. Ao todo, mais de três mil documentos fazem referência ao país.
Um nome que aparece nos documentos, em comprovantes de trasações financeiras, é o da apresentadora e ex-modelo Luciana Gimenez, que é indicada como destinatária de movimentações financeiras registradas em anos distintos. Os papéis também mencionam os nomes de seus filhos. O material não explica a origem dos valores, que chegam a 12 milhões de dólares, não aponta ligação direta com Epstein, não sugere crime e não indica investigação formal contra a apresentadora.
Luciana publicou ontem, 09/02, uma nota oficial se pronunciando sobre o caso. Ela afirma que nunca conheceu Epstein, jamais teve contato pessoal, profissional ou financeiro com ele e repudiou qualquer tentativa de associação com práticas ilícitas. Explicou que, ao identificar seu nome nos arquivos, procurou o banco envolvido para entender a vinculação e aguarda resposta formal.
Segundo a nota, os registros divulgados fazem parte de um pacote amplo de documentos solicitado pelo governo americano a instituições financeiras, sem filtragem individualizada. Nomes de diversos clientes apareceram, inclusive pessoas sem qualquer relação com o caso. As movimentações atribuídas a Luciana seriam transferências internas de sua própria conta de investimentos para conta pessoal. O banco estaria reunindo documentação para comprovar isso oficialmente.
A empresária Amanda Vasconcelos, esposa do cantor sertanejo Henrique, que integra a dupla com Juliano, foi detida em Orlando, nos Estados Unidos, após uma ocorrência registrada pela polícia local. A prisão aconteceu na segunda-feira (2/2). Até o momento, não há confirmação oficial sobre pagamento de fiança ou eventual liberação judicial.
Amanda responde a duas acusações. A mais grave envolve a tentativa de evitar uma abordagem policial. De acordo com o relatório, ela teria desobedecido à ordem de parada, mesmo com a viatura utilizando sinais luminosos e sirene, conduta que, pela legislação da Flórida, é considerada crime de terceiro grau.
Além disso, a empresária também foi autuada por dirigir sem habilitação válida, uma vez que a carteira de motorista estaria com o prazo de validade vencido. Essa infração é enquadrada como contravenção.