O espanhol Carlos Alcaraz terminou o ano como número um do ranking da ATP. No topo do mundo do tênis apenas aos 22 anos, ele já é dono de 24 títulos, incluindo seis em Grand Slams. Mesmo assim, Carlitos ainda rejeita ser comparado ao Big Three do tênis, formado por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic.
Em entrevista ao jornal Marca, o espanhol, derrotado por Jannik Sinner na decisão do ATP Finals, falou sobre a rivalidade com o italiano e refletiu sobre a chegada de uma nova era do tênis mundial:
— Djokovic continua a jogar. Os anos passam, mas Djokovic continua aí, é o número quatro do mundo e chegou às semifinais em todos os Grand Slams. Ele tem o nível e a motivação, porque o físico lhe permite continuar a competir e a estar no nível mais alto. É verdade que, nos últimos anos, tanto Jannik como eu somos quem tem estado mais aí (em grandes finais), juntamente com outros, mas de cabeça, somos nós dois. Pode ser que passemos para outra geração — disse.
Perguntado se já podia sentar à mesa dos “Três Grandes” do tênis, o espanhol foi direto:
— Big Three? Ainda não me aproximo. Nem sequer estou perto — afirmou.
Recuperando-se de um edema na parte posterior da coxa direita, Carlos Alcaraz anunciou essa semana que ficará fora da disputa da fase final da Copa Davis, entre os dias 18 e 23 de novembro, na Itália.
Em dezembro, o tenista número um do ranking da ATP deve voltar às quadras. Isso porque o espanhol já tem agenda marcada para uma série de amistosos: ele enfrenta João Fonseca pela primeira vez em Miami, no dia 8 de dezembro e, na véspera, o americano Frances Tiafoe, em Nova York.
As trocas de acusações entre Dana White, presidente do UFC, e o lutador Francis Ngannou, ex-campeão peso-pesado da organização, ganharam um novo capítulo nesta semana. Em participação no podcast “Flagrant”, o dirigente contou histórias inéditas de bastidores em relação ao lutador, atualmente na PFL. Segundo Dana, a imagem pública de Ngannou não condiz com o que se vê dele nos bastidores.
Segundo Dana, Ngannou o agarrou pela camisa em certa oportunidade no Instituto de Performance do UFC, casa da organização em Las Vegas. O lutador teria ficado inconformado por não ter recebido um bônus após uma de suas vitórias. O dirigente não sei qual a luta, especificamente, mas é possível deduzir que foi após vencer Cain Velasquez, em fevereiro de 2019 – esta foi uma das duas únicas vitórias pelas quais Ngannou não recebeu bônus após a derrota para Miocic – a outra foi sua última luta no UFC.
– Então, quando você é um atleta contratado pelo UFC, você tem acesso total ao Instituto de Performance, pode comer lá de graça, tudo é de graça. Esse cara estava morando lá. Ele tinha acabado de lutar e veio até meu escritório, estava no corredor, dando uma volta, e eu disse: ‘Entre, o que está acontecendo?’.
– Ele estava puto porque não recebeu 50 mil dólares na última luta, porque não ganhou o bônus da noite. Eu disse: ‘Francis, você não ganhou por isso, por aquilo’, e ele entrou no meu escritório e começou a discutir comigo. Eu falei: ‘Esse cara ganhou isso, esse cara ganhou aquilo, e é por isso’. A conversa acabou, eu estava saindo quando ele me agarrou pela camisa e me empurrou de volta para o meu escritório. Eu disse: ‘Cara, tira essas suas mãos de mim’. Eu conseguia ver na cara dele, nos olhos e no jeito que ele estava agindo, quem esse cara realmente era.
Dana contou ainda que Ngannou teve encontro semelhante com Hunter Campbell, diretor comercial do UFC e responsável por muitas negociações contratuais com os atletas.
– Eles estavam conversando sobre alguma coisa, talvez até sobre aquela mesma coisa (sobre o bônus). E quando Hunter começou a se afastar, Francis o agarrou pela gola da camisa, puxou-o de volta e disse: ‘Ainda não terminamos de conversar’. Esse cara não é uma boa pessoa. Ele é um cara mau.
Os problemas entre Dana e Ngannou contam com outra passagem, desta vez às vésperas da primeira oportunidade do camaronês de lutar pelo título, em 2018. Ele enfrentaria o campeão Stipe Miocic e, segundo o dirigente, já contava com a vitória, e que o fez cobrar de Dana um tratamento especial.
– Então ele lutaria contra o Stipe Miocic em Boston, e ele tinha certeza de que acabaria com o Stipe. Então, depois da coletiva de imprensa, estávamos caminhando por um corredor e ele veio até mim, me agarrou e disse: ‘Deixa te contar o que vai acontecer’ – o inglês dele é ótimo, sem nenhuma barreira linguística – ‘quando essa luta acabar, você vai reservar um jato particular para mim até Paris’. Eu ri e disse: ‘Ah, é mesmo’. Ele disse: ‘Não estou brincando, você vai reservar um jato particular para mim até Paris’. Eu disse: ‘OK’. Cada um segue seu caminho. Stipe Miocic dá uma surra nele, uma surra mesmo. Isso encerrou a conversa. Eu devia ter cortado ele naquele dia.
Dana afirmou que após a derrota de Ngannou para Miocic, quis liberá-lo do contrato, mas foi convencido por dois matchmakers a deixá-lo. A relação deles terminou após o camaronês derrotar Ciryl Gane em sua defesa de título, em janeiro de 2022, durante as negociações de renovação de contrato.
Na época, Ngannou pressionava para ter a oportunidade de lutar boxe ao mesmo tempo em que estava no UFC, além de outras exigências. Como não houve acordo, Ngannou ficou livre no mercado e assinou com a PFL. Dana diz ter certeza de que a PFL está arrependida de ter assinado com o lutador de 39 anos.
– Francis Ngannou é um cara mau. Ele não é um cara bom. Ele fica se fazendo de ‘não entendo o idioma’ e tenta parecer um cara legal. As pessoas pensam ‘ah, provavelmente é a barreira do idioma’. Não existe barreira de idioma nenhuma com esse cara. Ele é um cara mau. Agora ele está fora (do UFC), fechou um acordo com a PFL e a Arábia Saudita e agora está pedindo para lutar, dizendo: ‘Eu e Jon Jones precisamos lutar’. Tenho certeza de que eles se arrependem de tê-lo contratado. Não preciso ouvir uma palavra sequer daqueles caras de lá para saber, porque eu sei. Já lidei com ele e sei quem ele realmente é.
Equipe do brasileiro Gabriel Bortoleto na Fórmula 1, a Sauber se aproxima do fim de uma era e vai se tornar Audi no ano que vem. Tendo isso em vista, a escuderia suíça revelou nesta terça-feira (18) uma pintura personalizada com bandeiras quadriculadas – que indicam o final das corridas – para o GP de Las Vegas deste fim de semana.
A pintura foi batizada como “Final Lap” (volta final, em português) e vai ser usada apenas na corrida em Las Vegas, apesar de a equipe ainda ter dois grandes prêmios a fazer, no Catar e em Abu Dhabi. Este é o terceiro desenho personalizado da escuderia no ano; antes, a Sauber também fez modificações nos GPs de Miami e da Espanha.
De acordo com o comunicado divulgado pela equipe, a ideia é inspirada na adrenalina e na emoção do “símbolo mais icônico” da Fórmula 1, e os elementos quadriculados foram distribuídos ao redor da carroceria da Sauber.
Além disso, o intuito também é simbolizar o crescimento da equipe na temporada de 2025: no ano anterior, a Sauber tinha sido última colocada do campeonato com apenas quatro pontos, mas a nova dupla formada por Bortoleto e Nico Hulkenberg já garantiu 62 para o time neste ano.
– Las Vegas é uma corrida que vive de espetáculo, energia e de ultrapassar os limites do possível – exatamente o que este visual representa. O design ‘Final Lap’ é ousado, barulhento e cheio de confiança. Ele captura o espírito de uma equipe que luta para avançar e celebra cada marco ao longo do caminho – disse Jonathan Wheatley, chefe da Sauber.
Fundada por Peter Sauber em 1970, a Sauber estreou na Fórmula 1 em 1993 e se estabeleceu como uma equipe de meio de grid, tendo contado com nomes como Felipe Massa, Kimi Raikkonen, Robert Kubica e Jacques Villeneuve. A época de maior sucesso da escuderia foi entre 2007 e 2008, quando corria com o nome BMW Sauber. A escuderia chegou a ser vice-campeã de construtores em 2007.
Entre 2018 e 2023, a Sauber se transformou em Alfa Romeo após uma parceria técnica e comercial com a marca italiana, e abriu portas para o jovem Charles Leclerc estrear na Fórmula 1. No entanto, o time voltou a se chamar apenas Sauber no ano passado.
Considerando as diferentes nomenclaturas que teve em sua história, a Sauber disputou 507 corridas e venceu uma: o GP do Canadá de 2008, ganho por Robert Kubica com a BMW Sauber. Foram 28 pódios no período, o último deles conquistado por Nico Hulkenberg no GP da Inglaterra deste ano.
Para o ano que vem, a Sauber deixa de existir como equipe de Fórmula 1. A Audi havia firmado uma parceria técnica com a escuderia suíça, mas resolveu comprar 100% das ações da equipe em 2024. Com motores próprios e expectativa de brigar pelo título em 2030, os alemães já revelaram o conceito do R26, carro da próxima temporada.
Nas primeiras décadas dos anos 2000, os fãs de tênis se acostumaram a ver o circuito masculino dominado por três nomes: Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic. O chamado “Big Three” empilhou conquistas: foram 66 títulos de Grand Slams entre 2003 e 2023. Quando esses multicampeões começaram a sair de cena, surgiu a dúvida de quem ocuparia o espaço deixado. Tenistas mais experientes, como Alexander Zverev e Daniil Medvedev, até tentaram, mas o protagonismo foi assumido por dois jovens que chegaram com tudo. Aos 22 e 24 anos, respectivamente, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner já construíram uma hegemonia nos principais torneios da ATP e consolidaram o “Big Two” de uma nova era do esporte.
Para se ter ideia, todos os oito Grand Slams de 2024 e 2025 terminaram com títulos de Alcaraz ou Sinner (cada um venceu quatro vezes). O italiano ainda faturou o bicampeonato consecutivo do ATP Finals, torneio que reúne os melhores tenistas do mundo ao fim de cada ano. No total, os rivais combinaram para 26 títulos individuais nas últimas duas temporadas (14 de Jannik e 12 de Carlitos).
Tamanha superioridade em relação aos adversários faz com que Alcaraz e Sinner dominem também o ranking da ATP. O espanhol fecha 2025 como número um do mundo. O italiano, que chegou a ser suspenso neste ano por causa de doping, vem na vice-liderança, bem à frente de Alexander Zverev. A diferença para o alemão, terceiro colocado, é de 6.340 pontos – mais do que os 5.145 que separam Zverev do americano Elijah Strode, milésimo do ranking.
Alcaraz e Sinner já se enfrentaram em oito finais, com cinco triunfos do espanhol e três do italiano. Carlitos também leva vantagem no retrospecto geral da rivalidade, com 10 vitórias e seis derrotas. Jannik, porém, venceu a última decisão, no ATP Finals. O curioso é que, em toda a história do confronto, os rivais disputaram 3.302 pontos em quadra, e cada um venceu 1.651, exatamente a metade.
As Olimpíadas de Paris, em 2024, foram uma das poucas ocasiões recentes em que um grande título fugiu das mãos de Alcaraz e Sinner. O espanhol até chegou à final, mas o ouro olímpico ficou com o sérvio Novak Djokovic, que, aos 38 anos, é o único membro do “Big Three” ainda em atividade (Federer se aposentou em 2022, e Nadal pendurou as raquetes há um ano).
Apesar da disputa intensa nas quadras, Alcaraz e Sinner mantêm uma relação cordial nos bastidores. Os dois costumam, inclusive, trocar elogios.
– Jannik, é incrível o seu nível. Sei o trabalho duro que faz e sei que será campeão muitas vezes ainda. É uma honra dividir a quadra com um atleta assim. Você é uma inspiração enorme para pessoas no mundo todo, para muitas crianças e para mim – disse Alcaraz, ao vencer a final de Roland Garros, em junho deste ano.
No último domingo (16), depois da decisão do ATP Finals, Sinner retribuiu o carinho do adversário:
– A luta pela liderança do ranking mundial está muito interessante. Carlos, você é um cara que me inspira muito. Espero que tenhamos mais batalhas no ano que vem.
Ele já é uma lenda nos pênaltis! O goleiro João Pedro, do Santos, foi novamente decisivo para a seleção brasileira no Mundial sub-17, ao defender duas cobranças na decisão por pênaltis contra a França, nesta terça-feira, pelas oitavas de final, no Catar – no tempo normal, também pegou uma. Ele já havia sido o herói com três defesas contra o Paraguai, na fase anterior. Agora, o Brasil enfrenta Marrocos, que passou por Mali.
Perdendo por 1 a 0, o Brasil teve um pênalti para cobrar aos 37 minutos do segundo tempo. Destaque do time, Ruan Pablo, jogador do Bahia, foi para a cobrança e acertou a trave. Depois, a Seleção empatou e foi para os pênaltis. Ruan Pablo chamou a responsabilidade para a cobrança derradeira e marcou, definindo a passagem brasileira.
O Brasil penou para furar o bloqueio francês, inclusive com pênalti desperdiçado. Mas aos 44 minutos do segundo tempo, um golaço garantiu a ida às penalidades. Pietro Tavares, do Cruzeiro, que havia entrado na segunda etapa, acertou um chutaço no ângulo para empatar a partida.
Goleirão do Brasil, João Pedro agora soma seis cobranças de pênaltis defendidas na fase de mata-mata do Mundial sub-17. Foram três contra o Paraguai, na abertura da segunda fase, e outras três agora contra a França – uma no tempo normal e duas na decisão das penalidades.
A partida teve um primeiro tempo equilibrado, com as seleções promovendo uma forte marcação. O Brasil chegou mais ao ataque, mas sem chances reais de gol, e a França apostava mais em contra-ataques. Em um deles, aos 28, Camara disputou bola com o goleiro João Pedro e o árbitro marcou pênalti – mantido após revisão no monitor na recomendação do VAR. O goleiro brasileiro defendeu a cobrança de Batola, mas Himbert pegou o rebote e marcou para a seleção francesa. Os brasileiros tentaram empatar, mas não levaram tanto perigo até uma jogada de Ruan Pablo, a última da etapa inicial, em que o chute do atacante desviou.
O segundo tempo começou movimentado, com o Brasil perdendo uma chance no início. Ruan Pablo chutou, Jourdren defendeu, e Luis Eduardo acertou a trave no carrinho. Na sequência, João Pedro apareceu para impedir o segundo da França quando Mounguegue apareceu sozinho na área. Depois de perder mais uma boa chance com Dell, o Brasil caiu de rendimento, até fazer mudanças. Pietro, que havia entrado, sofreu pênalti aos 35. Ruan Pablo, no entanto, perdeu a cobrança aos 37, acertando a trave. Mas a Seleção não desistiu e Pietro conseguiu acertar um chutaço aos 44, empatando o placar. A França ainda pressionou no fim, mas os brasileiros se seguraram e foram mais uma vez para as penalidades, onde João Pedro brilharia.
A cidade de Lima, capital do Peru, entrou em estado de emergência nesta quarta-feira. O anúncio foi feito pelo presidente do país, José Jerí, para conter a onda de criminalidade na cidade. A medida serve como resposta aos protestos que pedem por ações contra a violência na capital. O ato tem efeito de 30 dias e termina dias antes da final da Copa Libertadores, marcada para ser disputada em 29 de novembro, no Estádio Monumental de Lima.
A Conmebol não se pronunciou sobre a medida de José Jerí e segue com a partida na capital do país. Em 2019, a entidade passou por um caso similar e precisou mudar a sede da final da competição. O jogo entre Flamengo x River Plate estava marcado para Santiago, no Chile, e foi transferido para Lima cerca de duas semanas antes. Uma onda de protestos tomava o país, e o futebol chileno chegou a ser interrompido.
Manifestantes tomam as ruas da capital peruana há mais de um mês e se intensificaram com a morte do rapper Trvko na última quarta-feira. O cantor foi morto durante um dos atos que pede o combate à violência, o fechamento do Congresso, a convocação de uma assembleia constituinte para redigir uma nova Constituição e a saída do presidente interino José Jerí.
Jerí tomou posse no dia 10 de outubro após o impeachment da presidente Dina Boluarte, acusada de “incapacidade moral”. Ela foi acusada de diferentes casos de corrupção, entre eles, o “Rolexgate”, que investiga uma coleção de relógios de luxo não declarados. Dina foi afastada de forma unânime pelos 122 deputados.
Os atos começaram ainda no mandato da presidente, no mês de setembro. O governo moveu uma reforma no sistema de aposentadoria do país, que obrigaria todos os peruanos acima de 18 anos a aderir a um provedor de pensão. Como resposta, os jovens se mobilizaram e foram às ruas.
O Peru tem eleições marcadas para abril de 2026. José Jerí afirmou que defenderá a soberania do país e entregará o poder ao vencedor das eleições.
João Fonseca está garantido nas quartas de final no ATP 500 da Basileia, na Suíça. O adversário do brasileiro, o tcheco Jakub Mensik, abandonou o torneio por conta de uma lesão no pé esquerdo. Com o W.O, João avança na competição e já iguala seu melhor desempenho em ATPs 500 na carreira.
Na rodada de 32, João superou o atual campeão do torneio, Giovanni Mpetshi Perricard. O carioca venceu por 2 sets a 0, parciais de 7/6(6) e 6/3. Já Mesink havia batido o suíço Henry Bernet por 2 sets a 1, com parciais de 7/6(7), 6/7(6) e 6/3. João é, atualmente, o número 46 do mundo.
O melhor desempenho da carreira do brasileiro em ATP 500 foi no Rio Open de 2024, quando também chegou às quartas de final. Em 2025, João venceu o ATP250 de Buenos Aires, seu melhor torneio da temporada até o momento.
João agora aguarda seu adversário das quartas de final. O carioca vai enfrentar ou o canadense Denis Shapovalov ou o francês Valetin Royer. A disputa das quartas de final de João deve ser na próxima sexta-feira.
Nesta segunda-feira (13.10), Bruna Biancardi decidiu compartilhar alguns registros da festa de aniversário de 2 anos de Mavie. A comemoração aconteceu no dia 2 de outubro, em São Paulo.
“Não tinha deixado ainda nenhum registro da festa de 2 anos da Mavie aqui no feed.. Foi tão linda e divertida, aproveitamos muito! 🍎👸🏽🎨🏰✨💗”, escreveu Biancardi na legenda da publicação feita no feed do Instagram.
Mavie é a primogênita de Bruna, que também é mãe de Mel, de 3 meses. As duas são frutos de seu relacionamento com Neymar Jr. O jogador também é pai de Davi Lucca, de 13 anos, com Carol Dantas, e de Helena, de 1 ano, com Amanda Kimberlly.
O grupo Maroon 5 anunciou show gratuito em São Paulo para o dia 5 de dezembro. Segundo a Budweiser, que patrocina a apresentação, o evento será “só para os três mil fãs mais dedicados, que serão escolhidos a dedo”. Não haverá venda de ingressos, e o local não foi revelado.
A banda liderada por Adam Levine veio ao Brasil pela última vez para o The Town 2023. Levine dançou e circulou pelo palco de blusa do Brasil, entoando hits como “Sugar” e “She Will Be Loved”. Neste ano, a banda lançou o disco “Love is Like”.
Veio aí! O tão esperado beijo entre Ana Castela e Zé Felipe aconteceu, e os fãs que shippam o casal foram à loucura nas redes sociais. No domingo (12), os dois estiveram juntos, em São Paulo, durante a gravação de um programa do SBT, até que rolou o beijo para surpresa do público.
No início deste mês, eles lançaram a canção “Sua Boca Mente”. Desde a gravação do feat os dois não se desgrudam. No sábado (11), Zé conferiu da coxia o show da Boiadeira, em São Paulo. Por lá, ela não negou os boatos de romance. Ao contrário. Em entrevista a Lucas Pasin, Ana Castela admitiu:
“A gente está se conhecendo, e isso não dá para negar, a internet está toda sabendo. Não vamos pular etapas. Está sendo muito legal. O Zé sou eu de saia, e eu sou ele de calça”, declarou ela. Já no domingo, o filho de Leonardo amanheceu ao lado da cantora. Depois, eles treinaram juntos.
Zé Felipe e Virginia anunciaram a separação em maio deste ano. Eles estavam casados desde março de 2021, e tiveram três filhos: Maria Alice, de 3 anos, Maria Flor, de 2, e José Leonardo, de 1.