Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach são a última dupla a deixar a 8ª Prova do Líder, que é de resistência, no BBB 26. Os brothers permaneceram no Provódromo por mais de 14 horas. Na dinâmica, os brothers precisavam equilibrar uma bolinha em um prato e trocar de posição. Cowboy e Jonas concorriam com Breno e Leandro Boneco, mas Leandro deixou o ímã encostar no chão.
Antes disso, as duplas Marciele e Jordana, Juliano Floss e Samira, Babu Santana e Solange Couto, Chaiany e Gabriela, e Ana Paula Renault e Milena foram eliminadas.
Conforme anunciado por Tadeu Schmidt, a liderança da semana será dividida entre os dois participantes que vencerem a dinâmica.
“Teremos dois Líderes. Eles vão dividir tudo, vão escolher o Emparedado em consenso, Barrado no Baile em consenso. Tudo junto”, disse o apresentador.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, fez elogios ao Palmeiras durante evento com o Inter Miami, campeão da MLS, liga de futebol norte-americano, na Casa Branca.
Em discurso, o republicano citava feitos de Luis Suárez, atacante uruguaio do Inter Miami, e lembrou do empate da equipe por 2 a 2 com o Palmeiras na Copa do Mundo de Clubes.
– Vocês empataram com o melhor time brasileiro, uau! Graças a um gol brilhante de um dos melhores atacantes de todos os tempos, Luis Suárez – declarou.
– Aos 65 minutos, Luis pegou a bola no meio-campo e carregou para uma clássica corrida sozinho, driblando defensores como poucos que já vi. Cortando para a esquerda e fazendo o gol que garantiu o Miami na próxima fase – prosseguiu.
Inter Miami e Palmeiras jogaram a última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de Clubes, na casa da equipe de Lionel Messi.
O time norte-americano vencia por 1 a 0, quando Suárez ampliou, aos 20 minutos do segundo tempo. Paulinho e Mauricio, porém, buscaram o empate já nos minutos finais.
Enquanto o Inter Miami caiu nas oitavas de final, ao ser goleado por 4 a 0 pelo Paris Saint-Germain, da França, o Palmeiras deu adeus ao torneio nas quartas, com a derrota por 2 a 1 para o Chelsea, da Inglaterra.
A lesão de Cristiano Ronaldo preocupa mais do que se imaginava inicialmente. Em entrevista reproduzida pelo jornal A Bola, de Portugal, o técnico do Al-Nassr Jorge Jesus afirmou que o problema físico do atacante português é “mais sério do que o esperado” após a realização de exames médicos.
– No último jogo ele saiu com queixas musculares. Após fazer exames ficou claro que a lesão era mais grave do que era esperado, requer descanso e recuperação – disse o treinador.
De acordo com Jorge Jesus, o jogador viajará para a Espanha para dar sequência ao processo de recuperação. O técnico também detalhou que o tratamento será feito em Madri, com um profissional de confiança do atacante.
– Cristiano agora viajará para a Espanha, como acontece com outros jogadores que precisam realizar tratamento quando sofrem lesões. Observamos que a lesão exige tratamento em Madri, com seu fisioterapeuta pessoal. Esperamos que ele volte rapidamente e ajude a equipe, pois precisamos do Cris – afirmou.
Segundo informações divulgadas no início da semana pela imprensa europeia, o tempo de recuperação era de “até um mês fora”.
A CBF oficializou nesta sexta-feira a realização do amistoso entre Brasil e Panamá, no Maracanã, no dia 31 de maio – véspera da viagem da Seleção para a Copa do Mundo. O confronto marcará a despedida brasileira da torcida local e também o penúltimo teste do time de Carlo Ancelotti antes da disputa do Mundial, a partir do dia 11 de junho.
– Gosto muito do Maracanã, é um palco grandioso, que carrega muita história. Temos tudo para fazer uma Copa em alto nível, estamos nos preparando muito bem, os jogadores sentem orgulho em servir à Seleção e vai ser muito bom essa troca de energia antes da disputa – afirmou Ancelotti ao site da CBF.
A Seleção já desenhou toda a programação até a estreia na Copa, no dia 13 de junho, diante do Marrocos, em Nova Jersey. Até lá, o Brasil terá quatro amistosos. Neste mês, os rivais serão a França, dia 26, em Boston, e a Croácia, dia 31, em Orlando. O Panamá será o adversário na despedida do país, no dia 31 de maio – e o Egito deve ser o último teste, já nos EUA, no dia 6 de junho.
A data de viagem para os Estados Unidos também já está definida: dia 1º de junho. A programação prevê folga após a partida contra os panamenhos, no Rio de Janeiro, e apresentação na sede da CBF para confraternização antes do embarque rumo a Nova Jersey.
– Eu acho muito simbólico que essa despedida seja num palco tão importante e emblemático. O Maracanã é a casa da Seleção Brasileira, um estádio conhecido no mundo inteiro e que sempre foi palco de grandes apresentações. Receber o carinho e o apoio dos torcedores vai ser fundamental para que o time, que já no dia seguinte embarcará para os EUA – opinou o presidente da CBF, Samir Xaud.
A preparação para o Mundial começa uma semana antes da viagem. O previsto é que a comissão técnica siga para a Granja Comary já no dia 25 de maio, avaliando caso a caso a data da apresentação dos jogadores de acordo com o desgaste de fim de temporada europeia. Há possibilidade de que alguns atletas sejam liberados dos primeiros dias de trabalho com o grupo completo por volta do dia 27 – com exceção de quem estiver na final da Champions, dia 30, em Budapeste.
A CBF já tem previstas as datas de convocação: no dia 16 de março será realizada a divulgação da lista para os jogos com França e Croácia. Para a Copa do Mundo, a expectativa é de que os 26 nomes sejam conhecidos no dia 19 de maio, em evento na sede da CBF.
A Seleção está no Grupo C do Mundial e estreia no dia 13 de junho, diante do Marrocos, em Nova Jersey, às 19h (de Brasília). A segunda rodada será no dia 19, contra o Haiti, às 22h, na Filadélfia, até encerrar a primeira fase dia 24, em Miami, enfrentando a Escócia, às 19h.
Uma nova análise de longo prazo da vacina contra dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan indica que uma única dose do imunizante mantém proteção por pelo menos cinco anos e reduz significativamente o risco de formas graves da doença.
Os resultados foram publicados na revista científica Nature Medicine e fazem parte do acompanhamento de um ensaio clínico de fase 3 realizado no Brasil.
No estudo, que acompanhou mais de 16 mil participantes de 2 a 59 anos, a eficácia geral da vacina foi de 65% contra dengue sintomática confirmada por exame após cinco anos de seguimento. Já a proteção contra dengue grave ou com sinais de alarme foi ainda maior, chegando a 80,5%.
A pesquisa também mostrou que o imunizante foi eficaz tanto em pessoas que já tiveram dengue quanto naquelas que nunca haviam sidoinfectadas.
Entre indivíduos com exposição prévia ao vírus, a eficácia foi de 77,1%, enquanto nos participantes sem infecção anterior foi de 58,9%.
Para Kfouri, esses números reforçam o potencial da vacina como ferramenta importante para reduzir hospitalizações e mortes pela doença –ainda que ela não elimine completamente a circulação do vírus.
O infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, explica que esse comportamento é esperado em vacinas contra doenças virais.
Segundo ele, o principal objetivo de imunizantes não é necessariamente impedir todas as infecções, mas evitar as formas mais perigosas da doença.
“A eficácia das vacinas costuma ser maior para os desfechos mais graves. Isso acontece com gripe, Covid-19 e outras infecções. O mais importante é reduzir hospitalizações e mortes”, afirma Kfouri.
No estudo, nenhum caso de dengue grave foi registrado entre participantes vacinados durante o acompanhamento, enquanto episódios graves ocorreram no grupo que recebeu placebo.
A dengue é causada por quatro sorotipos diferentes do vírus — DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A vacina do Butantan foi desenvolvida para proteger contra todos eles.
No entanto, durante o período em que o ensaio clínico ocorreu no Brasil, apenas dois tipos circularam amplamente: DENV-1 e DENV-2. Por isso, o estudo não conseguiu avaliar diretamente a proteção contra os outros dois sorotipos.
Kfouri afirma que essa lacuna não significa necessariamente que a vacina não funcione contra eles.
“Nos estudos de laboratório, vemos produção de anticorpos contra os quatro sorotipos. Mas, como no período do estudo não circularam dengue 3 e 4 no Brasil, não foi possível demonstrar essa proteção na prática”, explica.
Segundo ele, pesquisas em andamento em outros países podem ajudar a esclarecer essa questão.
A avaliação de segurança foi um dos focos principais do estudo. A dengue apresenta um fenômeno conhecido como aumento dependente de anticorpos, no qual uma segunda infecção pelo vírus pode levar a quadros mais graves.
Por isso, especialistas consideram essencial que vacinas contra a dengue não aumentem esse risco.
“O acompanhamento de cinco anos é fundamental justamente para garantir que a vacina não funcione como uma infecção prévia que poderia agravar uma futura dengue”, afirma Kfouri.
No estudo, os eventos adversos graves ocorreram em proporções semelhantes entre vacinados e participantes que receberam placebo, sem sinais de problemas de segurança relacionados ao imunizante.
Mesmo com a chegada de novas vacinas, especialistas alertam que o controle do mosquito Aedes aegypti continua sendo essencial.
Isso porque nenhum imunizante oferece proteção total contra a doença, e a circulação do vírus depende da presença do vetor.
“Vacinação e combate ao mosquito precisam caminhar juntos. Quando reduzimos o número de pessoas suscetíveis e também diminuímos o número de mosquitos, a transmissão tende a cair”, diz Kfouri.
Segundo ele, essa combinação pode gerar inclusive efeitos indiretos de proteção, beneficiando até pessoas que não foram vacinadas.
A CPMI do INSS recebeu, no fim da tarde desta quarta-feira (5), os extratos bancários de Fábio Luís Lula da Silva, o ‘Lulinha”, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o material do qual a comissão teve acesso, Lulinha realizou 1.531 transações bancárias entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026, somando uma movimentação total de R$ 19,5 milhões no período.
Os valores incluem entradas e saídas de recursos, além de transferências internas entre contas do próprio investigado.
A defesa de Lulinha negou envolvimento do cliente na fraude do INSS e afirmou que as fontes de renda do cliente são legais e legítimas — entre elas movimentações e bens recebidos por herança.
Movimentações por ano
Ao todo, foram R$ 9,77 milhões em créditos e R$ 9,75 milhões em débitos nos quatro anos analisados.
Ainda segundo a quebra de sigilo, a maior parte das entradas na conta de Lulinha veio de resgates de fundos de investimento, que somaram R$ 4,4 milhões no período. Ele também transferiu R$ 735,7 mil de outras contas próprias.
Os extratos mostram ainda três repasses do presidente Lula feitos ao filho, totalizando R$ 721 mil:
No mesmo dia da transferência superior a R$ 300 mil [22/07/2022], Lulinha também depositou um cheque de R$ 157,7 mil, assinado por Paulo Tarcísio Okamotto.
Empresas das quais Lulinha é sócio com a esposa, Renata de Abreu Moreira, repassaram R$ 3,2 milhões para a conta dele:
O restante das entradas, cerca de R$ 1,2 milhão, é formado por produtos bancários como consórcios, previdência, seguros e transações não identificadas.
A maior parte das saídas — R$ 4,6 milhões — corresponde a transferências para outras contas do próprio Lulinha.
Entre janeiro de 2022 e dezembro de 2025, ele também realizou 17 transações que somam R$ 704 mil para Jonas Leite Suassuna Filho, ex-sócio de Lulinha. Os repasses variam entre R$ 1.500 e R$ 30,6 mil.
Outro ex-sócio, Kalil Bittar, recebeu R$ 750 mil em 15 transações entre janeiro de 2024 e outubro de 2025, com a maioria dos repasses na faixa de R$ 50 mil.
Os extratos também registram oito depósitos em cartão pré‑pago, totalizando R$ 11.600, feitos entre novembro de 2023 e janeiro de 2024.
As demais transações envolvem pagamentos de boletos e transferências de menor valor para pessoas físicas.
A CPMI do INSS foi instalada para apurar suspeitas de fraudes em benefícios previdenciários, irregularidades administrativas e eventuais atuações de servidores públicos em esquemas criminosos.
O envio do extrato de Lulinha faz parte dos documentos solicitados pela comissão, que ampliou o foco da investigação para acompanhar movimentações financeiras consideradas relevantes para o trabalho dos parlamentares.
Lulinha passou a ser alvo de questionamentos de parlamentares da oposição depois que a Polícia Federal (PF) apreendeu mensagens trocadas entre Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e uma empresária que faria possíveis referências a ele.
A empresária é Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha. Segundo as investigações, ela teria recebido pagamentos do “Careca do INSS” para atuar junto a órgãos da área de saúde na comercialização de produtos à base de cannabis medicinal.
Roberta foi alvo de operação da PF e afirma que não houve irregularidades em sua relação com Antunes.
A decisão atendeu parcialmente a um pedido de medida liminar da defesa, que alegou constrangimento ilegal após a comissão aprovar a medida em 26 de fevereiro — mesma ocasião em que foi aprovado o requerimento da quebra de sigilo de Lulinha.
Ao fundamentar a decisão, o Dino destacou que a aprovação de 87 requerimentos de forma conjunta — a chamada votação “em globo” — violou o devido processo constitucional.
Segundo o ministro, embora as CPIs possuam poderes de autoridades judiciais, elas também estão sujeitas ao dever de fundamentação individualizada para cada medida invasiva.
Na ocasião da decisão de Dino, o Supremo esclareceu que o entendimento não alcançava outros casos de quebra de sigilo, como a quebra de sigilo de Lulinha.
“Após votação questionável sobre quebra de sigilo sem fundamentação individualizada (predicado de qualquer medida investigativa invasiva) e concessão de medida liminar reconhecendo a ilegalidade da quebra, a imprensa informou que teria acessado documentos sigilosos, no mesmo dia em que recebidos pela CPMI do INSS.
Se ocorreu, o vazamento configura crime grave, que está sendo imediatamente comunicado a todas as autoridades competentes.
Não pouparemos esforços para apurar e punir os responsáveis. Quanto às informações divulgadas, é impossível avaliarmos sua existência, veracidade ou detalhamento, uma vez que Fábio Luís e sua defesa não têm acesso nem aos documentos recebidos pela CPMI, nem aos que a imprensa alega ter recebido.
No entanto, é gritante a ausência de menção a qualquer elemento ligado às fraudes do INSS, o alegado objeto investigativo da quebra de sigilo.
Ao publicizar os dados sigilosos, a imprensa cita apenas fontes de renda legais e legítimas: a LLF Tech Participações e a G4 entretenimento e tecnologia, empresas legítimas com atuação legal e declarada; e rendimentos de aplicações do próprio Fábio Luís Lula da Silva.
Também estão sendo expostas movimentações específicas, dando destaque a transferências ligadas ao presidente Lula, que são adiantamento de legítima herança aos filhos do presidente, devolução de custos arcados por Fábio Luís da época emergencial em que Lula esteve ilegalmente preso, ou de empréstimo à L.I.L.S. Palestras, da qual Fábio Luís possui cotas recebidas por herança.
Também foram destacados: pagamentos à Jonas Leite Suassuna Filho (pagamentos de aluguel referente à casa em São Paulo onde Fábio Luís residia) e à Kalil Bittar (pagamento por cotas dele da empresa G4, após seu afastamento da sociedade).
Todos os movimentos e bens são registrados e declarados ao fisco, resultados de atuação legítima, ou mesmo de recebimento da herança de sua mãe, Dona Marisa, falecida em um contexto de perseguição política e midiática muito semelhante com o atual.
Essas informações parciais demonstram novamente uma total ausência de envolvimento de Fábio Luís com as fraudes do INSS, o que força o questionamento sobre a legitimidade da devassa e linchamento públicos, abastecidos por ato criminoso de vazamento de documentos.
Quanto à forma como a informação foi publicizada, com a citação da soma de movimentações, é essencial esclarecer que o dado é irrelevante, pois a “soma de movimentações” em Relatórios de Informação Financeira não é retrato de valores líquidos possuídos ou recebidos pelas contas relatadas.
Um mesmo valor pode ser registrado seis ou mais vezes no relatório como “movimento” (recebimento, envio de conta corrente para conta investimento, aplicação, retorno para conta, retirada etc.), de forma que a “soma de movimentações” excede multiplamente valores efetivamente existentes, especialmente ao longo de anos.
Por esse motivo, Relatórios de Inteligência Financeira são analisados com atenção às transações específicas, não às somas de movimentações.
Finalmente, apontamos que o vazamento das informações sigilosas que não apontaram nenhum vínculo com as fraudes do INSS são a abominável concretização dos temores legítimos de que “investigações” podem ser meros disfarces para manobras de interesse político, ao atropelo dos limites legais e constitucionais que deveriam ser impostos no devido processo legal.”
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está em isolamento por 10 dias na Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, após ser transferido para a unidade na manhã desta quinta-feira (5).
Vorcaro foi preso na quarta-feira (4) em São Paulo, em uma nova fase da operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras.
Depois da prisão, ele passou pelo Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos e, no início da manhã desta quinta, foi levado para Potim em um veículo da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).
A medida faz parte do procedimento padrão aplicado a presos que chegam ao sistema prisional paulista. No momento da transferência, o banqueiro já vestia o uniforme fornecido pela SAP, com calça caqui e camiseta branca.
Segundo apuração do g1, Vorcaro ficará em isolamento por cerca de dez dias, período que corresponde à fase inicial chamada de procedimento de inclusão.
Nessa etapa, obrigatória para todos os presos que ingressam no sistema prisional, são feitos procedimentos administrativos e de segurança.
Entre eles estão revista pessoal e de objetos, higienização obrigatória, corte de cabelo no padrão da unidade, registro fotográfico e coleta de impressões digitais. Também ocorre a substituição das roupas civis pelo uniforme do presídio.
Objetos pessoais que não podem permanecer com o detento ficam guardados pela administração da unidade.
Durante essa fase inicial, o preso também passa por exame médico admissional, que deve ocorrer em até 48 horas após a entrada no sistema, além de entrevistas com equipes de segurança, disciplina e reintegração social.
Após o período de inclusão, começa o chamado regime de observação, que pode durar até 20 dias.
Nesse período, dependendo da estrutura da unidade, o preso pode permanecer em cela separada do restante da população carcerária e tem direito a até duas horas diárias de banho de sol, em horário diferente dos demais detentos.
Atividades de trabalho e estudo ainda não são permitidas nessa fase.
Mesmo durante o isolamento inicial, o preso mantém o direito de falar com o advogado e pode receber visitas de pessoas previamente autorizadas, conforme decisão da direção da unidade.
Depois dessas etapas, o detento passa a integrar o pavilhão do regime fechado, onde segue a rotina normal do presídio.
A Penitenciária 2 de Potim foi inaugurada em 2002 e tem capacidade para 844 presos, mas atualmente abriga cerca de 472 detentos, segundo dados oficiais. A unidade passou a receber presos envolvidos em casos de grande repercussão nacional após mudanças no perfil do sistema prisional paulista no ano passado.
Virginia Fonseca já está a caminho da França. A influenciadora, de 26 anos, compartilhou nesta quinta-feira (5) uma sequência de fotos dentro e fora de um jatinho particular enquanto viajava para Paris, na França. Na legenda dos cliques: “Let’s go, Paris.” Virginia ainda completou: “Que Deus nos acompanhe”, seguido de emojis. Nos comentários, Vini Jr, de 25 anos, comentou: “Muito flow.”
A capital francesa está sediando atualmente a Paris Fashion Week, que contará com o desfile da Balenciaga, grife marcada por Virginia no post e também assinou quase toda a produção dela: desde a jaqueta xadrez de R$ 16 mil, bolsa de R$ 15.900, botas de quase R$ 12 mil, além do passaporte grifado, que pode ser encontrado no site oficial da maison por R$ 6 mil.
Mas o ponto alto da produção foi o relógio escolhido pela influenciadora: um Richard Mille RM 07-01, modelo de luxo avaliado em cerca de R$ 1,69 milhão. Segundo dados de plataformas especializadas em relojoaria de alto padrão, o acessório possui caixa de cerâmica, movimento automático e reserva de energia de aproximadamente 50 horas.
“Estou salvo e bem”. É desta forma que Herson Capri tem encarado a vida após sofrer um infarto no dia 17 de fevereiro. O ator precisou de cuidados e ser internado, mas já voltou à rotina e aos palcos. Nesta quinta-feira (5), ele se apresenta com a peça “A Sabedoria dos Pais”, em São Paulo.
Em entrevista ao gshow, ele contou que colocou um stent (um tubo que ajuda a expandir as artérias), e garantiu que agora está tudo bem.
Em entrevista ao g1 nesta quinta-feira (5), Diogo Nogueira falou sobre as duas décadas de carreira, como enfrentou a depressão, a influência do pai João Nogueira e a homenagem que fez para Paolla Oliveira, com quem teve um relacionamento de cinco anos, em seu novo álbum “Infinito Samba”.
“A gente se respeita. Isso não quer dizer que uma homenagem que estou fazendo para uma pessoa que foi importante na minha trajetória, que eu esteja pedindo para voltar. Isso é um desejo do público, não é nosso”, disse sobre a música “Flor de Caña” que escreveu para Paolla Oliveira.
Diogo Nogueira começou fazendo comentando sobre as duas décadas de carreira. “A gente acaba aprendendo bastante com a vida, com as pessoas que passam na sua trajetória. Eu comecei de uma forma muito crua na gravação de um audiovisual em 2006. A partir daí minha história começa. Aprendi muito na estrada, fazendo shows”, disse.
Apesar de não gostar muito do seu primeiro álbum, intitulado “Diogo Nogueira Ao Vivo” e gravado do teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, o cantor explicou que ele serviu como um aprendizado. “Foi um dos mais vendido da minha história. É um divisor de águas. Eu sou muito grato, mesmo não curtindo muito”.
Sobre a turnê “Infinito Samba”, o cantor afirma que buscou referências internacionais para a montagem. “Fui a alguns shows da Broadway, em Nova York, para tentar trazer para o meu espetáculo e para o samba esse universo.”
Diogo contou ainda do trabalho em parceria com o diretor Rafael Dragaud, que faz a direção artística de “Infinito Samba”. “Rafael é um gênio, ele tem uma sensibilidade, que entendeu desde o início tudo aquilo que eu queria”.
Diogo relembrou a lesão da época em que era jogador de futebol, episódio que o fez optar pela carreira na música. Ele contou ainda que foi nesse mesmo período que passou por uma depressão.
“Eu tinha consciência que tinha uma certa idade para futebol. Era a última cartada que estava dando. Mas não esperava que logo depois tivesse uma depressão profunda. Eu superei isso de uma forma muito bonita porque foi praticamente sozinho. Eu resolvi sair desse lugar. Cuidei de mim para estar aqui onde estou hoje”, falou.
Diogo Nogueira relembrou ainda como foi sua infância ao lado de grandes nomes do samba. “Para mim, eles eram pessoas normais. Era o tio, a tia”. Ele comentou também a relação com o pai, o sambista João Nogueira, e destacando o temperamento do músico. “Meu pai era um cara muito rígido. Ele tinha os ideais dele. Era difícil convencê-lo a mudar. De um coração imenso, um grande pai.”
O cantor explicou que as dificuldades que o pai passou com gravadoras serviram como aprendizado. “Eu fiquei muitos anos com gravadora, mas, a partir do momento que eu vi que não estava sendo legal, eu fiz um acordo e resolvi fazer minha carreira independente. É mais difícil, mas consegue trabalhar de forma bacana”.
Ele também mencionou nomes que marcaram sua trajetória, como Alcione e Beth Carvalho. Ao ser perguntado sobre os conselhos que recebeu delas, contou que a orientação era sempre “seguir estudando e ouvindo música”.
Diogo falou ainda sobre a pressão em ser filho de João Nogueira. “Acho um absurdo certas comparações. Só o filho de alguém que já foi consagrado que não pode? Todo mundo pode. Eu nunca fiquei me preocupando com isso”.
“Eu sempre recebi críticas e continuo recebendo. Eu não tenho que provar mais nada para ninguém. São 20 anos de carreira consolidada”.
O cantor reflete sobre as mudanças no cenário musical com a ascensão do pagode. “O samba perdeu o espaço de estar na mídia e no mercado. Mas continua nos nos lugares onde ele sempre resistiu e sempre esteve: nos guetos.”
Ele citou nomes da nova geração, como Mosquito, Inácio Rios, Marina Íris. Diogo ainda comentou que próprio filho também quer seguir seus passos na música. Ele é afinado, ainda tem uma voz imatura, muito jovem. Mas acho que da forma que está estudando. Mas eu disse: Primeiro você me entrega o canudo [diploma], depois você pode fazer o que quiser da sua vida.”
O cantor ainda relembrou como que escreveu uma música para Paolla Oliveira, “Flor de Caña”. Diogo disse que escreveu durante uma viagem e organizou para que isso fosse um presente de aniversário para a atriz.
“No dia do aniversário dela, eu disse que tinha um presente. Eu não comprei, eu diz. Ela ficou com olho arregalado. Foi incrível”, relembrou. Diogo Nogueira e a atriz ficaram juntos por cinco anos.
Questionando se é difícil cantar a música depois da separação, ele respondeu que não existe nenhum problema.
“Eu falo com ela semanalmente. O casal não existe, mas o amor continua. Ainda me preocupo com ela. O amor se transformou em amizade”.