Sabor de vitória para o grupo do Quarto Sonho de Voar! Na madrugada desta segunda-feira (9), Alberto Cowboy brinda com Jordana, Marciele e Jonas Sulzbach a Formação do Paredão da semana, que não conta com nenhum aliado na berlinda.
“Jordana, deu aula”, elogia Cowboy. “Hoje, nós jogamos”.
“Não foi a gente que se humilhou, não”, diz a advogada. “A gente tentou jogar, tentamos ter estratégia […] Tem noção que a gente montou o Paredão perfeito?”, comenta Jordana.
O grupo de aliados brinda no Quarto do Líder e comemora a berlinda com os rivais. “Vocês tem noção que a gente conseguiu? Babu [Santana] não quis ir com a gente, puxei a Chai [Chaiany]. A Ana Paula [Renault] deu para trás, [Jonas] puxou a Milena“, comenta Jordana.
“O dia que nós fizemos história”, declara Alberto Cowboy.
“Semana que vem, a gente corre atrás de outra humilhação”, brinca Jordana.
A súmula do clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, pela final do Campeonato Mineiro, no Mineirão, confirmou 23 expulsões após a confusão generalizada registrada ao fim da partida. O documento da arbitragem, divulgado na madrugada desta segunda-feira, relata cartões vermelhos aplicados a jogadores das duas equipes.
Árbitro da partida, Matheus Candançan (SP) destacou a origem da confusão após ações de Everson e Christian. Na ata relacionada ao jogador do Atlético-MG, a arbitragem detalhou que o goleiro “agiu com brutalidade” após ser atingido pelo meia do Cruzeiro. Leia:
“Por após receber uma falta, derrubar seu adversário, partir para cima e com brutalidade, atingir com o joelho, o rosto do seu adversário de Nº 88. Esclareço que após essa ação teve início uma briga generalizada, não sendo possível apresentar o cartão vermelho”.
Na continuidade do documento, Matheus Candançan indica que as ações de Christian desencadearam nas cenas lamentáveis seguintes. Confira:
“Por atingir com a canela a cabeça de seu adversário de Nº 22, com uso de força excessiva e intensidade alta, quando a bola já estava em posse do goleiro. Esclareço que após essa ação teve início uma briga generalizada, não sendo possível apresentar o cartão vermelho”.
Nas demais anotações das outras expulsões, o árbitro usou o mesmo motivo para justificar a aplicação do vermelho direto aos jogadores envolvidos:
“Expulso por, durante a briga generalizada, após o término da partida, desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários, não sendo possível apresentar o cartão vermelho devido ao tumulto”.
Veja a lista abaixo dos jogadores expulsos:
Cruzeiro
Atlético-MG
Tudo começou, após um choque de Christian em Everson, na grande área do Atlético. O goleiro do Galo não gostou e revidou, empurrando o adversário e sentando com os dois joelhos em cima dele. Os jogadores do Cruzeiro viram a cena e partiram para cima do goleiro, o que provocou uma confusão generalizada.
Lucas Romero deu uma voadora em Everson, que já havia sido atingido por Matheus Henrique. Logo depois, Christian deu um soco em Lyanco, mas levou uma voadora de Junior Alonso.
Cássio também tentou partir para cima do zagueiro Lyanco, mas foi contido. O defensor atleticano, logo depois, trocou socos com o meia Gerson em campo e levou um chute do goleiro cruzeirense. Depois, Lucas Romero deu um soco também no zagueiro.
O atacante Hulk também foi protagonista da briga. Ele levou algumas voadoras do zagueiro Lucas Villalba, revidou com socos e também chutou o volante Lucas Romero. Villalba ainda trocou agressões com Renan Lodi, em seguida. Em outro momento, levou um soco de Éverson.
Na mesma cena, o zagueiro João Marcelo, do Cruzeiro, deu um soco no ataque atleticano, mas logo depois é também agredido por Preciado.
Em outro momento, o zagueiro Junior Alonso acertou um soco no rosto do volante Walace. Logo depois, foi derrubado e sofreu também um chute de Kaio Jorge. O artilheiro do Cruzeiro também trocou agressões com Gabriel Delfim. O lateral Fagner também entrou e participou da briga com o goleiro.
Seguranças das equipes e policiais militares foram acionados para tentar separar a briga. O árbitro Matheus Candançan requisitou a proteção da Polícia Militar em meio à confusão. Após os ânimos serem acalmados, a partida foi encerrada, sem o árbitro expulsar nenhum atleta em campo.
Neymar está na pré-lista de convocados da seleção brasileira para amistosos contra França e Croácia e segue sendo acompanhado de perto pela CBF.
A presença na pré-lista não garante que Neymar será chamado para os amistosos, que acontecerão nos dias 26 e 31 deste mês, nos Estados Unidos. A relação final de jogadores será anunciada na próxima segunda-feira, dia 16.
O atacante do Santos, inclusive, já figurou em outra pré-lista de Ancelotti, mas ainda não foi convocado pelo italiano. O camisa 10 não defende a Seleção desde outubro de 2023, quando sofreu uma grave lesão no joelho.
Nesta terça-feira, o técnico Carlo Ancelotti e o coordenador de seleções masculinas, Rodrigo Caetano, estarão na partida entre Santos e Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro, às 21h30. Porém, Neymar não foi relacionado para o confronto por conta de desgaste muscular. Embora lamente a ausência do atleta, a CBF não mudou o planejamento e decidiu manter a viagem para o interior paulista.
Estes serão os últimos jogos do Brasil antes do anúncio da convocação para a Copa do Mundo.
Rayan, ex-Vasco e que vem se destacando no Bournemouth, da Inglaterra, também está na pré-lista de Ancelotti.
Igor Thiago e Endrick também gozam de prestígio com o italiano, que deseja observá-los de perto antes de definir quem será o 9 do Brasil no Mundial.
Outro setor em que a CBF avalia observar peças novas de perto é a defesa. Sem Éder Militão, lesionado, e com Alexsandro Ribeiro em fase oscilante no Lille, Ancelotti colocou Léo Pereira e Bremer para pré-lista.
A Seleção se apresenta em Orlando no próximo dia 23 e terá a cidade da Flórida como base nesta Data Fifa. O Brasil viaja para enfrentar a França, dia 26, em Boston, e retorna para encarar a Croácia. A convocação final para a Copa do Mundo está marcada para o dia 19 de maio.
O São Paulo demitiu o técnico Hernán Crespo nesta segunda-feira. Em seu site oficial, o clube informa também a saída dos auxiliares Juan Branda e Victor López, dos preparadores físicos Federico Martinetti e Leandro Paz e do preparador de goleiros Gustavo Nepote.
A segunda passagem de Crespo pelo São Paulo começou no ano passado, em meio à luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Desde julho de 2025, o treinador dirigiu o Tricolor em 46 jogos, acumulando 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas.
Crespo foi campeão paulista pelo São Paulo em 2021. Somadas as duas passagens, o técnico tem no Tricolor: 99 jogos, com 45 vitórias, 26 empates e 28 derrotas.
Hernán Crespo deixa o São Paulo com 10 pontos e em segundo lugar na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro deste ano após quatro jogos disputados, com a mesma pontuação do líder Palmeiras. O Tricolor ainda tem a Copa do Brasil e a Sul-Americana para disputar nesta temporada.
Agora, o São Paulo vai ao mercado em busca de um substituto. A diretoria vai se reunir nesta segunda-feira para entrar em consenso por um nome.
A Prefeitura de Sumaré realizou nesta segunda-feira (9) a solenidade oficial de lançamento da primeira escola cívico-militar municipal do Estado de São Paulo. O evento aconteceu na Escola Municipal Magdalena Maria Vedovato Callegari, localizada no bairro Recanto dos Sonhos, e marcou o início efetivo do novo modelo educacional na rede municipal de ensino. A cerimônia reuniu autoridades municipais, vereadores e integrantes da comunidade escolar, entre pais, professores e alunos, que acompanharam o momento simbólico que inaugura uma nova etapa para a unidade.
Nos últimos meses, a escola passou por adaptações estruturais e organizacionais para receber o novo modelo. Paralelamente, monitores da Polícia Municipal realizaram encontros de alinhamento com equipe escolar e atividades de preparação com os estudantes, com foco na adaptação à nova rotina e aos princípios que orientam o projeto. Durante a solenidade, o prefeito Henrique do Paraíso destacou o significado da iniciativa para a rede municipal de ensino. “O que estamos fazendo aqui é investir no futuro das nossas crianças e jovens. A escola cívico-militar é uma proposta que reforça valores importantes como respeito, disciplina, responsabilidade e cidadania. Quando a escola ajuda a formar não só bons alunos, mas também bons cidadãos, toda a cidade ganha. É assim que a gente constrói um futuro melhor para Sumaré”, disse.
O vice-prefeito Andre da Farmácia também ressaltou o impacto do projeto na comunidade escolar. “Esse modelo valoriza princípios que ajudam na formação dos alunos, como convivência e respeito. É uma iniciativa que envolve toda a comunidade escolar e que tem potencial para trazer resultados positivos para a educação do município”, disse.
O secretário municipal de Educação, Lucas Gomes, ressaltou que o modelo cívico-militar atua de forma complementar ao trabalho pedagógico já desenvolvido pelos profissionais da rede. Segundo ele, “o ensino continua sendo conduzido pelos educadores da escola, enquanto o novo modelo contribui para reforçar aspectos como organização, disciplina e valores de cidadania no ambiente escolar, criando condições ainda mais favoráveis ao processo de ensino e aprendizagem”.
O secretário municipal de Segurança Pública, Jeverson Eclair Soares, também destacou a parceria entre as áreas de educação e segurança pública na implantação da proposta. De acordo com ele, os monitores da Polícia Municipal passam a atuar junto à equipe escolar. “A ideia é contribuir para a organização do ambiente e para o fortalecimento de valores como respeito, responsabilidade e convivência, em um trabalho conjunto voltado à formação cidadã dos estudantes”, explicou.
A implantação do modelo cívico-militar em Sumaré foi precedida por consultas à comunidade escolar realizadas em 2025. As votações ocorreram na EM Magdalena Maria Vedovato Callegari e também na EM Eliana Minchin Vaughan, localizada no Jardim Nova Terra, com aprovação superior a 70% dos participantes em ambas as unidades.
Com a implantação oficial no Magdalena neste primeiro semestre, a previsão da Secretaria Municipal de Educação é que a EM Eliana Minchin Vaughan passe a adotar o modelo cívico-militar no segundo semestre deste ano, ampliando a iniciativa na rede municipal de ensino.
O Grupo EMS firmou um acordo com a farmacêutica francesa Sanofi para comprar 100% da Medley, uma das principais marcas de medicamentos genéricos do Brasil, informaram as empresas nesta sexta-feira (6). O valor da transação não foi divulgado. Segundo o jornal Valor Econômico, a operação foi avaliada em cerca de R$ 3,6 bilhões (US$ 670 milhões).
Segundo as companhias, a operação pretende combinar a presença da Medley no mercado brasileiro de genéricos com a capacidade industrial e produtiva do grupo brasileiro.
Fundada em 1996, a Medley é uma das principais marcas de genéricos do país e ganhou espaço ao longo dos anos com medicamentos de menor custo. Em 2009, a empresa foi comprada pela farmacêutica francesa Sanofi por cerca de R$ 1,5 bilhão.
O negócio ocorreu após uma disputa que mobilizou diversos laboratórios interessados no ativo. Além da EMS, empresas como Sun Pharma, Hypera, Biolab e Aché também apresentaram propostas pela Medley.
Com fábrica em Campinas (SP), a empresa produz comprimidos, cápsulas, drágeas, líquidos, pomadas, cremes e suspensões. Ao todo, a emprega cerca de 1.800 pessoas.
Para a EMS, a aquisição deve ampliar o portfólio de medicamentos e reforçar a presença da companhia no segmento de genéricos, considerado um dos pilares de crescimento do grupo. A companhia atualmente lidera o ranking da indústria farmacêutica no Brasil em vendas para no varejo, à frente de empresas como Eurofarma, Hypera Pharma e Sanofi.
“A empresa construiu uma marca muito sólida e respeitada no mercado brasileiro e possui medicamentos importantes. Esta aquisição é relevante para o povo brasileiro e para a indústria nacional”, afirmou Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo EMS.
“Nossos planos são, por meio da Medley, continuar dando acesso a medicamentos de qualidade a toda a população brasileira, manter sempre as operações separadas e garantir a cadeia de abastecimento da saúde.”
Para a Sanofi, a venda faz parte da estratégia de concentrar investimentos em medicamentos biofarmacêuticos inovadores e vacinas. A empresa informou que pretende direcionar recursos para áreas com maior potencial de impacto em tratamentos ainda pouco atendidos.
Durante o processo de aprovação da operação, a Medley continuará sendo administrada pela Sanofi, mantendo suas atividades normalmente, segundo as empresas.
A conclusão do negócio ainda depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições regulatórias.
Medicamentos genéricos são remédios que têm o mesmo princípio ativo, dose e eficácia que o medicamento de marca, mas são vendidos sem marca e por preço mais baixo. No Brasil, eles são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e são identificados pela tarja amarela com a letra “G” na embalagem.
Em 2025, o segmento de genéricos movimentou R$ 23 bilhões, alta de 13,4% em relação a 2024, e responde por cerca de 40% do mercado de medicamentos, segundo a PróGenéricos.
Hoje, 75% dos medicamentos mais prescritos no país são genéricos, presentes também em 85% dos itens do Programa Farmácia Popular, programa do Governo Federal de acesso gratuito a medicamentos.
Com sede em Hortolândia (SP), o Grupo EMS atua há mais de 60 anos no setor farmacêutico e tem cerca de 12 mil funcionários no Brasil.
A empresa integra o Grupo NC, conglomerado brasileiro controlado por Carlos Sanchez, que também reúne farmacêuticas como Germed, Novamed e Nova Química, além de atuar em biotecnologia e em investimentos em outros setores.
Em 2024, a EMS fez uma proposta para comprar até 20% das ações da Hypera, uma das maiores farmacêuticas do país e concorrente da companhia. A ideia era unir as operações das duas companhias e criar o maior grupo farmacêutico do Brasil.
A oferta previa pagar R$ 30 por ação, com prêmio em relação ao preço de mercado, e sugeria que a empresa resultante fosse listada no Novo Mercado da B3. O conselho da Hypera rejeitou a oferta.
As duas empresas também disputaram a compra das marcas Buscopan e Buscofem, que pertenciam ao portfólio da farmacêutica Boehringer Ingelheim. Na ocasião, a Hypera Pharma acabou vencendo a disputa contra a EMS, que também demonstrava forte interesse no negócio.
Já em 2025, a EMS entrou em um novo mercado ao lançar no Brasil suas canetas injetáveis para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, com os medicamentos Olire e Lirux, à base de liraglutida.
A empresa se tornou a primeira fabricante totalmente brasileira a produzir análogos de GLP-1, classe de medicamentos usada no tratamento dessas doenças.
Os produtos chegaram às farmácias com preços a partir de cerca de R$ 307, com a estratégia de competir com marcas internacionais oferecendo valores mais baixos.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), anunciou sua pré-candidatura à presidência em publicação nas redes sociais, junto de uma série de propostas em um “manifesto ao Brasil”.
Novamente, Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política. “Nada na história econômica moderna se compara ao impacto que estamos prestes, muito em breve, a experimentar. O Brasil, porém, permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução”, diz o manifesto.
“É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país”, finaliza a publicação.
O gaúcho busca se diferenciar dos seus correligionários Ratinho Júnior, governador do Paraná, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás. Os três são pré-candidatos do PSD ao Palácio do Planalto e disputam a preferência do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.
As agendas do trio de presidenciáveis envolvem uma série de eventos políticos anunciados por Kassab. Nesta sexta-feira (6) e também no sábado (7) e na segunda (9), os três estarão juntos em São Paulo para acompanhar filiações de deputados estaduais paulistas ao PSD.
O chefe do Executivo gaúcho concedeu entrevista ao g1 após participação no programa Jornal do Almoço, da RBS TV, na última segunda-feira (2).
“O que considero me dar um diferencial em relação aos meus colegas, pelos quais tenho muito respeito, é justamente a possibilidade de liderar uma candidatura independente, porque não abracei nas eleições de 2022, nem Lula (PT) nem (Jair) Bolsonaro (PL)”, afirmou Leite.
Leite migrou do PSDB para o PSD em maio de 2025. Ao ingressar no partido de Kassab, Ratinho Jr. já era cotado como um pré-candidato à presidência. Em janeiro deste ano, foi a vez de Caiado deixar o União Brasil para se filiar à legenda. Agora, o PSD conta com um trio de presidenciáveis e deve escolher um deles para ir às urnas em outubro.
A escolha está com o presidente nacional da sigla, que já descartou anteriormente a realização de prévias para a definição.
Segundo Leite, porém, Kassab não é o único agente do processo decisório.
“É isso que a gente vai intensificar ao longo dessas próximas semanas. Encontros, conversas, diálogos que permitam a gente entender, dentro do contexto político, da percepção do eleitor, qual é o nome que melhor poderá conseguir aglutinar um grupo da sociedade brasileira substancial o suficiente para levar essa candidatura ao segundo turno e vencer as eleições.”
O grupo tem a expectativa de escolher um pré-candidato definitivo à presidência até abril.
Daniel Vorcaro deixou a Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, e embarcou em um voo para um presídio federal de segurança máxima em Brasília. O avião decolou às 13h23 desta sexta-feira (6).
A saída de Vorcaro do presídio de Potim, que aconteceu em viaturas da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo, foi registrada por volta das 11h30.
Em seguida, o banqueiro foi levado para o aeroporto de São José dos Campos, também no interior de SP, onde pegou o voo com destino a Brasília.
A chegada no aeroporto de São José aconteceu por volta das 12h40. O local fica a 70 quilômetros de distância de Potim.
O avião usado na transferência é um King Air 350i, turbo-hélice do Ministério da Justiça, fabricado em 2012. A aeronave tem dois motores, capacidade para até oito passageiros e pode decolar com até 7,4 mil quilos. A velocidade máxima é de pouco mais de 500 km/h.
Preso na quarta-feira (4), em São Paulo, em uma nova fase da operação que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras, o banqueiro foi levado na quinta-feira (5) para a Penitenciária 2 de Potim, no interior paulista, conhecida como o novo “presídio dos famosos”.
Na mesma operação, também foi detido o cunhado dele, Fabiano Zettel, que não foi transferido e permanece preso em Potim.
As prisões fazem parte da terceira fase da Operação Compliance Zero. Segundo a Polícia Federal (PF), nesta nova fase da operação, a investigação revelou:
Ainda na quinta-feira (5), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça aceitou um pedido da Polícia Federal (PF) e determinou a transferência de Vorcaro para a Penitenciária Federal de Brasília.
Na decisão, o ministro – relator do caso do Banco Master no STF – afirmou que a permanência dele em um presídio estadual de São Paulo representa “risco à segurança pública”, já que Vorcaro “detém significativa capacidade de articulação e influência sobre diversos atores situados em diferentes esferas do poder público e do setor privado”.
Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado ao tentar embarcar para a Europa em um avião particular que sairia do aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. Para a PF, não havia dúvidas de que ele pretendia fugir do país.
Além de Vorcaro e Fabiano Zettel, também foram alvo da operação o coordenador de segurança Luiz Phillipi Mourão, apelidado de “Sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.
A operação também determinou o afastamento de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões, para interromper a movimentação de ativos ligados ao grupo investigado e preservar valores possivelmente relacionados às práticas ilícitas.
A defesa de Vorcaro diz que ele “sempre esteve à disposição das autoridades” e “jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça”. A defesa negou “categoricamente as alegações atribuídas” a ele e afirmou confiar “que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta”. Reiterou ainda a “sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições”.
Bianca Andrade, de 31 anos, admite que seu filho é mais parecido com Fred Bruno, de 36, do que com ela. A empresária compartilhou em seu Instagram, na quinta-feira (5), uma conversa entre ela e Cris, de 4 anos. Durante o momento de mãe e filho, Bianca observou a semelhança entre o menino e seu ex.
“Meu Deus, tu é a cara do teu pai! Eu só fiz parir você, meu filho. Você ficou nove meses na barriga da tua mãe e tu nasce a cara do teu pai”, disse ela à criança. “Tem horas em que parece que estou conversando com o próprio Fred”, legendou.
Bianca diz que sugeriu um filho a Fred como “collab”. Com fãs que ainda torcem pelo ex-casal e a recente declaração de que quer ser mãe novamente, a empresária contou à Quem que ela e o apresentador do Globo Esporte SP vão ficar somente com Cris.
“Eu amo essa maturidade da galera. É muito maravilhosa”, disse, dando risada. “Ah, não, gente. A gente não pensa nisso, imagina. Ele seguiu a vida dele, eu segui a minha. Nós somos pai e mãe maravilhosos do Cris, e isso foi maravilhoso. Mas eu quero casar de novo também, ter uma família. Eu penso nisso. E eu queria uma nova vivência. Agora, com 31, eu tenho essa vontade”, contou.
Bianca e Fred ficaram juntos de setembro de 2020 a abril de 2022. Apesar do término, os dois mantêm uma relação amigável e se revezam nos cuidados com Cris. Recentemente, o ex-casal viajou com o filho para a Disney, nos Estados Unidos, e celebrou o aniversário de 4 anos do menino.
Wanessa Camargo deu uma entrevista recente na qual falou sobre sua amizade com Sandy. A cantora citou a rivalidade incentivada pela mídia e pelos fãs da artista que trouxe desafios para uma aproximação entre elas, e ainda entregou um arrependimento da época em que estavam no auge de suas carreiras.
Durante sua participação no podcast “Desculpincomodar”, a dona de “Shine It On” declarou: “A gente convivia desde pequenininhas junta, porque nossos pais são muito amigos. Sempre foi muito legal, de verdade. Eu ia nos shows de Sandy & Junior, era fã, eu e minha irmã imitávamos Maria Chiquinha, era fascinada como toda criança”.
Ela então explicou que “levou um susto” quando começou sua carreira na música, por conta das comparações com o duo que já estava fazendo grande sucesso. “Falei: ‘Sacanagem! Não dá para comparar. Eles estão com dez anos de experiência na frente. É sacanagem com a tia que está começando aqui.”
“Isso foi me machucando, porque o movimento externo que fizeram afastou a gente de estar mais próxima”, reconheceu. Camargo ainda confessa que chegou a duvidar sobre Sandy gostar dela, ou não, devido a rivalidade fomentada pelo público. “E ela [pensava] igual”, entrega. E reforça: “A gente até ficou em dúvida se tinha alguma coisa, mas não tinha, de fato”.
Então, a filha de Zezé Di Camargo diz que a tensão foi quebrada durante a gravação de uma campanha de publicidade. As duas estavam grávidas quase que na mesma época, e, ao terminarem o trabalho, tiveram uma conversa franca que selou a paz. “A gente sentou ali na resenha pela primeira vez, meio desanimada, e vimos que deu match. Deu certo até hoje. A gente construiu uma relação muito nossa e que resultou na parceria que fiz com ela no álbum Nós,V OZ, eles 2, “Leve”, que foi muito incrível”, exalta.
E ainda expõe um arrependimento relacionado à essa época. “Pensando em marketing, acho que teria sido muito legal se a gente tivesse feito algo juntas lá atrás. Acho que a gente perdeu uma baita oportunidade na época. Acho que o grande erro da minha geração foi esse, não ter feito mais coisa junto. Não tenho pareceria com KLB, Rouge, Kelly [Key], ninguém. A gente não fazia parceria, não tinha esse tino”.
“A nossa geração teve uma falha muito grande de não ter se colocado mais junto para crescer mais ainda e fortalecer o mercado. Uma pena, já passou”, reflete.
Por fim, ainda conta que ela e Sandy já conversaram sobre como desperdiçaram o tempo que podiam ter sido amigas, ainda no auge de suas carreiras. “A gente falou disso algumas vezes: ‘Cara, a gente tem muito mais coisas em comum que [pensávamos], poderíamos estar juntas. Que bobeira que fizeram com a gente!’ Comparavam quem era mais legal, quem era mais saidinha… coisa de 5ª série, igual escola, juro.”