À medida que a corrida pelo Oscar 2026 se aproxima da reta final, alguns membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas vêm revelando, de forma anônima, como votaram nas principais categorias da premiação.
Em uma das cédulas divulgadas pelo site especializado Gold Derby, o ator brasileiro Wagner Moura aparece como a escolha para Melhor Ator por sua atuação em O Agente Secreto.
Segundo um dos votantes, a performance de Wagner Moura se destacou na disputa justamente por surgir como uma surpresa ao longo da temporada de premiações. “Moura entregou uma grande atuação que veio meio do nada”, afirmou o membro da Academia ao explicar sua decisão. O eleitor também destacou que, com a diversificação recente do corpo de votantes da Academia, papéis em língua estrangeira passaram a ganhar mais atenção na disputa.
Outro votante escolheu Wagner por sua “atuação sensível”. “Adorei o filme, e ele acertou em cheio. Não houve exageros, tudo foi muito sutil”.
O relato também aponta que a corrida pelo prêmio de Melhor Ator permanece aberta. O votante afirmou que não se surpreenderia com a vitória de qualquer um dos indicados, citando inclusive a instabilidade da categoria ao longo da temporada. Ainda assim, reforçou sua preferência pelo brasileiro, elogiando a consistência do trabalho de Wagner Moura ao longo da carreira.
Os chamados “ballots secretos” publicados por veículos especializados são uma tradição da temporada de premiações em Hollywood. Neles, votantes da Academia revelam anonimamente suas escolhas e justificativas, oferecendo pistas sobre o humor do eleitorado às vésperas da cerimônia, ainda que os relatos representem apenas uma pequena parcela dos mais de 10 mil membros aptos a votar.
A 98ª edição do Oscar acontece neste domingo, dia 15 de março, no Dolby Theatre, em Hollywood, e definirá os vencedores da temporada de premiações mais disputada do cinema. Se vencer, Wagner Moura se tornará o primeiro ator brasileiro da história a conquistar o Oscar de Melhor Ator.
Um momento incrível de João Fonseca no Rio Open, ATP 500 disputado no Rio de Janeiro, foi eleito a jogada do mês de fevereiro pela ATP. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira pela entidade que comanda o circuito mundial masculino de tênis.
O lance ocorreu na vitória do carioca sobre o compatriota Thiago Monteiro, no dia 17 de fevereiro, na estreia do número 1 do Brasil no torneio disputado na cidade em que ele nasceu.
No sexto game do segundo set, Fonseca estava uma quebra à frente, vencendo por 4 a 1, e aproveitou o embalo para confirmar outro break point. Assim, ficou com o caminho aberto para fechar a partida, depois de 1h34min.
Apesar da empolgação, João acabou sendo eliminado na partida seguinte, pelas oitavas de final, diante do peruano Ignacio Buse. Com o resultado, Fonseca, número 38 do mundo, perdeu a chance de chegar às quartas e igualar sua melhor campanha no ATP 500 carioca, alcançada em 2024.
Depois da participação no Rio Open, João disputou o Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos. Ele venceu três partidas, com propriedade, e só foi parado nas oitavas, quando jogou de igual para igual com o atual número 2 do mundo, Jannik Sinner, mas foi derrotado em dois tie-breaks.
As vitórias nas fases anteriores e o bom desempenho contra Sinner dão a João a confiança necessária para a sequência da temporada. No início de 2026, o brasileiro sofreu com problemas físicos e não teve o desempenho esperado em torneios importantes, como o Australian Open, o ATP 250 de Buenos Aires (onde defendia o título) e o Rio Open. Em território carioca, até se sagrou campeão de duplas, mas não passou da segunda partida de simples.
O próximo torneio de João Fonseca será o Masters 1000 de Miami, previsto para começar na próxima semana.
Donald Trump se pronunciou nesta quinta sobre a possível ausência do Irã na Copa do Mundo 2026. O presidente dos Estados Unidos fez uma postagem em uma rede social dizendo que os iranianos serão bem-vindos no evento, mas deveriam temer pela sua segurança. A declaração surge na sequência do posicionamento do ministro do Irã, que disse que a seleção não vai ao Mundial por culpa do governo norte-americano.
Ahmad Donyamali, Ministro do Esporte do Irã, afirmou na quarta-feira que o país não disputará a Copa do Mundo de 2026, cujas sedes são Estados Unidos, Canadá e México. O político criticou as ações do presidente Trump e citou a morte de Ali Khamenei, líder supremo iraniano assassinado no dia 28 de fevereiro. O ataque foi coordenado em conjunto com Israel e iniciou a guerra que já dura 12 dias.
— Considerando que este regime corrupto (os EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo — afirmou Donyamali, em declarações à TV Estatal do Irã.
A “Truth”, local onde Trump fez sua postagem, é uma rede social lançada em 2022. Ela foi criada pelo presidente dos Estados Unidos como uma alternativa ao “X”, depois que o presidente foi banido da plataforma.
O Irã se classificou para a Copa do Mundo como líder do Grupo A nas Eliminatórias da Ásia, com sete vitórias em dez jogos. No Mundial, a seleção iraniana está no Grupo G com Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Os três confrontos da equipe na primeira fase serão sediados nos Estados Unidos – dois em Los Angeles e um em Seattle.
Caso o Irã oficialmente renuncie à vaga na Copa do Mundo, a Fifa decide quem será o novo participante. Isso porque o regulamento da competição, publicado no ano passado, não define critérios para substituições.
O documento também menciona multas de pelo menos 250 mil francos suíços (cerca de R$ 1,6 milhão) para seleções que desistirem até 30 dias antes do início da Copa, valor que dobra se a retirada se der no período de um mês para a partida de abertura. As equipes também são obrigadas a reembolsarem a federação por valores pagos para preparação e outros relacionados ao evento.
O ex-secretário de Educação de Sumaré (SP), José Aparecido Ribeiro Marin, foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (12), na quarta fase da operação para investigar suspeitas de fraude em licitações da pasta.
Além dele, a operação também teve como alvo a secretária de Finanças de Itu (SP), Monis Marcia Soares, que recebeu uma tornozeleira eletrônica. Ela será exonerada da função ainda nesta quinta, segundo a administração municipal.
Marin foi alvo de mandado de prisão na primeira fase da operação, mas nunca chegou a ser preso, já que não foi localizado à época. Segundo a defesa, ele obteve habeas corpus depois.
Durante a operação, foram cumpridos:
A Justiça também autorizou o afastamento de servidores dos respectivos cargos e o bloqueio de bens dos suspeitos. Além de Sumaré e Itu, as ações ocorreram nas cidades de Campinas (SP), Jundiaí (SP) e Americana (SP).
De acordo com a Polícia Federal, esta fase da investigação foca em licitações realizadas pela Secretaria de Educação de Sumaré entre 2021 e 2025.
Os investigadores também apuram movimentações de dinheiro suspeitas, que podem indicar tentativa de esconder valores desviados de recursos públicos.
Segundo a PF, os investigados podem responder por crimes como corrupção, desvio de dinheiro público, fraude em licitações e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a até 60 anos de prisão, dependendo do envolvimento de cada um.
O nome da operação, Coffee Break, faz referência à palavra “café”, que, segundo as investigações, era usada pelos suspeitos como código para se referir a pagamentos de propina.
A defesa de Marin afirmou que ainda não teve acesso aos autos e que o ex-secretário “cumpria rigorosamente medidas cautelares alternativas impostas pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região”. Leia a nota na íntegra abaixo.
“Quanto à deflagração da 4ª Fase da Operação Coffee Break da Polícia Federal de Campinas-SP ocorrida na data de hoje, os advogados Danilo Campagnollo Bueno e José Sérgio do Nascimento Júnior, do escritório Campagnollo Bueno & Nascimento advogados, Defensores constituídos de José Aparecido Ribeiro Marin, esclarecem que ainda não tiveram acesso aos autos da nova investigação que culminaram com sua prisão preventiva.
A defesa se mostra surpresa com a decretação da prisão. Marin cumpria rigorosamente medidas cautelares alternativas impostas pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, inclusive com tornozeleira eletrônica, em substituição à prisão preventiva anteriormente decretada contra ele pela Justiça Federal de Campinas-SP nessa mesma Operação.
A Defesa reafirma sua confiança na atuação técnica das autoridades e permanece à disposição para os esclarecimentos necessários tão logo tenha acesso completo aos autos”.
Prefeitura de Sumaré
“A Prefeitura de Sumaré informa que tomou conhecimento da operação realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (12), relacionada à apuração de contratos da educação firmados em gestões anteriores.
A Administração Municipal esclarece que os fatos investigados dizem respeito a procedimentos e contratos celebrados em períodos passados, não vinculados à atual gestão da Secretaria Municipal de Educação.
A Prefeitura de Sumaré e a Secretaria Municipal de Educação reiteram que estão totalmente à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações e fornecer todas as informações necessárias para o pleno esclarecimento dos fatos.
Por fim, a Administração Municipal destaca que não houve qualquer apreensão ou diligência realizada nas dependências da Secretaria Municipal de Educação nesta quinta-feira (12)”.
A árbitra assistente de Americana, Izabele Oliveira, foi novamente reconhecida entre os destaques da arbitragem do futebol paulista durante a festa Melhores do Paulistão 2026, evento que premia os profissionais que se destacaram na principal competição estadual do país, o Campeonato Paulista de Futebol de 2026.
Na premiação realizada ao final do campeonato, Izabele fez parte do 3º melhor time de arbitragem da competição, ao lado do árbitro Matheus Delgado Candançan e do assistente Leandro Matos Feitosa. O trio foi reconhecido pelo desempenho consistente ao longo da temporada, em jogos importantes do estadual.
A premiação reforça a presença de Izabele entre os nomes em ascensão da arbitragem paulista. A assistente tem participado cada vez mais de partidas de alto nível organizadas pela Federação Paulista de Futebol e pela Confederação Brasileira de Futebol, inclusive em confrontos relevantes do calendário do futebol paulista e nacional.
Trajetória em crescimento
O reconhecimento em 2026 soma-se a outras conquistas recentes da carreira da árbitra assistente. Em temporadas anteriores, Izabele já havia recebido prêmios individuais e atuado em finais e jogos de grande público, consolidando seu nome entre os profissionais em destaque na arbitragem estadual.
Com dedicação e presença constante nas principais competições organizadas pela Federação Paulista e pela CBF, Izabele de Oliveira segue ampliando seu espaço no futebol profissional e também inspirando novas gerações, especialmente mulheres, a ingressarem na arbitragem.
O prêmio na Festa dos Melhores do Paulistão 2026 reforça a evolução da assistente e confirma seu protagonismo entre os árbitros que vêm se destacando no cenário do futebol paulista.
Uma nova pesquisa do Datafolha aponta o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), e a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), como líderes na disputa pelas duas vagas no Senado por São Paulo.
O levantamento também indica que possíveis candidatos do campo progressista pontuam melhor do que os nomes da direita.
O deputado Guilherme Derrite (PP), ex-secretário da Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o nome da direita mais bem posicionado até o momento.
Na eleição de 2026, os eleitores votarão em dois nomes para o Senado, já que dois terços das cadeiras serão renovadas. O instituto testou dois cenários para a disputa, cada um com dez possíveis candidatos.
O levantamento foi feito de 3 a 5 de março. Foram 1.608 entrevistas em todo o estado de São Paulo, distribuídas em 71 municípios, com a população de 16 anos ou mais.
A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026.
No primeiro cenário, sem a presença de Alckmin, Haddad aparece na liderança com 30% das intenções de voto:
No segundo cenário testado pelo Datafolha, sem a presença de Fernando Haddad na disputa pelo Senado, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) lidera com 31% das intenções de voto.
O levantamento foi realizado antes de Haddad anunciar que deixará o Ministério da Fazenda para disputar algum cargo em outubro. Apesar de ter demonstrado resistência, Haddad deve aceitar o pedido de Lula, que disse precisar dele na disputa ao Palácio dos Bandeirantes, contra o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os partidos ainda não definiram os nomes que disputarão o Senado por São Paulo, mas a tendência é que o campo da esquerda tenha Simone Tebet (MDB) como candidata ao lado de Marina Silva (Rede), enquanto a direita apostará em Derrite e um segundo nome ainda não escolhido pelo grupo do PL ligado à família do ex-presidente preso, Jair Bolsonaro.
As ações da Raízen (RAIZ4) acumulam queda de 70,11% em 12 meses, em meio ao aumento da pressão financeira sobre a companhia. Nesta quarta-feira (11), a empresa informou que protocolou um pedido de recuperação extrajudicial para reorganizar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas financeiras.
Após o anúncio, os papéis preferenciais (PN) da companhia abriram em queda nesta quarta: por volta das 10h25, RAIZ4 caía 3,85%, cotada a R$ 0,50. Em 2026, a desvalorização já chega a 35,80%.
Atualmente, o valor de mercado da Raízen é de cerca de R$ 5,38 bilhões.
A reestruturação da controlada pela Cosan ocorre após um período de pressão financeira, com aumento do endividamento e desafios operacionais. Nos últimos anos, a companhia também ampliou investimentos em projetos de transição energética, alguns com retorno mais lento do que o esperado.
A Raízen entrou com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas. O plano já conta com apoio de credores que representam mais de 47% desse valor, percentual suficiente para protocolar o pedido.
A medida busca reorganizar as finanças e ampliar prazos ou melhorar as condições de pagamento, sem afetar as operações da empresa. Segundo a companhia, clientes, fornecedores e parceiros continuarão sendo pagos normalmente.
Agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja homologado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.
O plano pode incluir aporte de recursos pelos acionistas, conversão de parte das dívidas em ações, alongamento de prazos de pagamento, mudanças na estrutura da companhia e venda de ativos.
A partir de 2016, a Raízen passou a ampliar investimentos em projetos de longo prazo, muitos deles financiados com dívida.
Um dos principais focos foi a expansão da produção de etanol de segunda geração (E2G), tecnologia que utiliza resíduos da cana, como bagaço e palha, para produzir biocombustível.
A aposta estava ligada à expectativa de crescimento da demanda por combustíveis com menor impacto ambiental, em meio ao avanço das discussões globais sobre transição energética.
Nesse período, a companhia também investiu em outras frentes de energia, como projetos de geração solar e produção de biogás.
Ao mesmo tempo, o setor passou a registrar o avanço do etanol de milho, que ganhou espaço com custos competitivos e uma estrutura de produção considerada mais simples.
A expansão internacional também ganhou força a partir de 2018, quando a empresa adquiriu ativos de refino e distribuição da Shell na Argentina e passou a atuar também no Paraguai.
Além da produção de energia e biocombustíveis, a Raízen também ampliou sua atuação na distribuição e comercialização de combustíveis.
A empresa fornece combustíveis para postos da rede Shell, aeroportos e clientes corporativos, como empresas de transporte, agronegócio, mineração e indústria.
A operação inclui 68 bases de abastecimento em aeroportos e mais de 70 terminais de distribuição espalhados pelo país.
A companhia também atua no abastecimento de companhias aéreas e da aviação executiva e oferece soluções para empresas, como sistemas de gestão e controle de abastecimento de frotas.
No varejo, administra as lojas de conveniência Shell Select e Shell Café instaladas em postos de combustíveis.
A empresa também investiu em iniciativas de digitalização e mobilidade, como o Shell Box, aplicativo que permite pagar o abastecimento pelo celular e participar de programas de fidelidade.
Movimentos na holding Cosan também influenciaram o cenário do grupo. Entre eles está um investimento bilionário em ações da mineradora Vale, que perdeu valor em meio às oscilações do mercado de commodities.
No ano fiscal de 2021/2022, a Raízen registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões. Na época, a dívida líquida era de R$ 13,8 bilhões — um nível considerado administrável em relação à capacidade da empresa de gerar caixa.
Nos anos seguintes, esse cenário mudou.
Até o terceiro trimestre do ano fiscal de 2025/2026, a empresa acumulou prejuízo de R$ 15,6 bilhões. Parte desse resultado foi influenciada por um ajuste contábil de R$ 11 bilhões.
Ao mesmo tempo, a dívida líquida da companhia cresceu e chegou a R$ 55,3 bilhões.
Com isso, o peso das dívidas em relação à capacidade de geração de caixa da empresa aumentou de forma significativa.
Em teleconferência recente, executivos da empresa afirmaram que a estratégia atual envolve retomar o foco nas atividades consideradas centrais do negócio, como a produção de açúcar e etanol e a distribuição de combustíveis e lubrificantes.
Nos últimos anos, a companhia também iniciou a venda de alguns ativos e a saída de operações consideradas menos ligadas ao núcleo do negócio.
As tentativas de reforçar o capital da empresa, no entanto, enfrentaram divergências entre os sócios.
Com o aumento das pressões financeiras e a cobrança de credores, a empresa passou a buscar uma solução mais ampla para reorganizar sua estrutura de capital — processo que culminou no pedido de recuperação extrajudicial.
A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja homologado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.
A Raízen afirma que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia. Leia a nota na íntegra:
“A Raízen informa que protocolou nesta quarta-feira (11) pedido de homologação de um plano de recuperação extrajudicial, voltado à reorganização de parte de suas obrigações financeiras junto a credores da companhia.
A proposta foi estruturada em diálogo com esses credores e tem como objetivo estabelecer um ambiente jurídico adequado para a negociação e implementação de ajustes em determinadas obrigações financeiras, no âmbito da estratégia da companhia de otimização de sua estrutura de capital.
A empresa ressalta que o escopo da recuperação extrajudicial é estritamente financeiro e não envolve dívidas ou obrigações operacionais. Dessa forma, permanecem integralmente preservadas as relações da Raízen com clientes, fornecedores, revendedores e demais parceiros de negócios, que seguem regidas normalmente pelos respectivos contratos.
Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios.
O plano apresentado prevê prazo de até 90 dias para a obtenção das adesões necessárias à sua homologação, nos termos da legislação aplicável.
A Raízen manterá seus acionistas e o mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relacionados a este tema.”
Os 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) concordaram nesta quarta-feira (11) em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
A guerra no Oriente Médio tem pressionado os preços do petróleo, que voltaram a subir nesta quarta-feira devido ao bloqueio no Estreito de Ormuz, uma rota de trânsito crucial por onde passa 20% do petróleo e do gás natural consumidos em todo o mundo.
Segundo a AIE, uma média de 20 milhões de barris por dia de petróleo bruto e derivados transitou pelo Estreito em 2025. E, entre petróleo bruto e derivados, a produção global é de 100 milhões de barris por dia.
Atualmente, os membros da AIE mantêm mais de 1,2 bilhão de barris de estoques públicos emergenciais de petróleo, além de outros 600 milhões de barris em estoques da indústria mantidos por obrigação governamental.
O cronograma de liberação ainda será definido.
“A pressão veio principalmente do governo dos Estados Unidos, que quer essa liberação”, disse um diplomata da União Europeia à Reuters, antes do anúncio.
Mais cedo, a Alemanha, a Áustria e o Japão, que fazem parte da AIE, já tinham anunciado que iriam disponibilizar as suas reservas.
O Ministério da Economia do Japão informou, inclusive, que planeja liberar cerca de 80 milhões de barris de reservas públicas e privadas. Já o Reino Unido disse que contribuirá com 13,5 milhões de barris.
Segundo a ministra da Economia da Alemanha, Katherina Reiche, os Estados Unidos e o Japão serão os maiores fornecedores da liberação emergencial.
O secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, saudou as notícias sobre a liberação planejada.
“Este é o momento perfeito para pensar em liberar parte dessas reservas para aliviar um pouco a pressão sobre o preço global”, disse em entrevista à Fox News.
Burgum afirmou, no entanto, que não acredita que o mundo esteja enfrentando uma escassez de energia.
“Temos um problema de trânsito (transporte), que é temporário”, disse. “É um problema temporário de trânsito que estamos resolvendo militar e diplomaticamente, algo que podemos resolver e vamos resolver.”
A ministra da Economia da Alemanha disse que levará alguns dias até a entrega das primeiras quantidades.
Analistas consultados pela Reuters afirmam que o ritmo diário de liberação dos estoques da AIE pode ser tão ou mais importante do que o volume total.
Se 100 milhões de barris forem liberados ao longo de um mês, isso equivaleria a cerca de 3,3 milhões de barris por dia.
Ainda assim, esse volume é muito menor do que a interrupção atual do mercado, estimada em cerca de 20 milhões de barris diários após o bloqueio do Estreito de Ormuz, entre Irã e Omã.
Julinho Casares, de 27 anos, fez uma homenagem a Faustão, de 75. O ativista da causa animal explicou que no dia 10 de março é celebrado o Dia do Sogro, por isso, resolveu fazer um post dedicado ao pai da sua esposa, Lara Silva. Além de detalhar como é sua relação com o veterano apresentador, ele compartilhou uma foto com o sogrão, que está recluso desde que se submeteu a novos transplantes.
“Hoje é dia de homenagear esse cara fantástico que a vida me deu de presente. Tenho a alegria de conviver, trocar boas conversas, ouvir conselhos e compartilhar momentos importantes ao lado dele. Aqui na nossa família, o que a gente mais preza é o carinho, o respeito e o bom convívio entre todos. Aprendemos tudo isso com ele”, começou dizendo.
“Além de sogro, posso dizer com felicidade que é um amigo. Que sorte poder ter essa troca diária com você, Fausto! Você nem imagina o quanto valorizamos isso todos os dias. O melhor de tudo isso, o fato que ele me deu a coisa mais importante da minha vida, minha esposa! Obrigado, sogrão, te amo!”, completou Julinho.
O filho de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo Futebol Clube, vive um relacionamento com Lara desde 2020. O casamento aconteceu de forma intimista em setembro do ano passado. Faustão marcou presença na cerimônia de cadeira de rodas.
Nos últimos anos, o ex-apresentador do Domingão do Faustão passou por quatro transplantes de órgãos, todos realizados no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O primeiro foi um transplante de coração, em 2023, depois foi de rim, em 2024, fígado, em 2025, e um segundo rim/retransplante, também ano passado.
A polêmica envolvendo Ana Castela, Virginia Fonseca e Zé Felipe ganhou um novo capítulo nas redes sociais. Após a repercussão de um vídeo em que Virginia teria alfinetado a cantora por maquiar sua filha, Maria Flor, internautas notaram que a boiadeira deixou de seguir a influenciadora no Instagram. A ex-esposa do cantor sertanejo também não segue a ex-namorada do mesmo. Segundo assessoria da empresária à Quem, “Virginia realmente nunca seguiu a Ana.”
A web rapidamente reagiu ao unfollow da Boiadeira. “Fez foi demorar. Muito desnecessário aquele comentário dela”, escreveram. “Ai, que cena, sabe?”, se incomodaram. “A Vivibora nunca seguiu ela”, apontaram. “Tá certa! A Ana não merece esses ataques. Mesmo se ela não estiver com o Zé, ela só estava tratando bem as crianças. Eu como mãe tenho carinho por quem trata meus filhos bem!”, comentaram. “Achei pouco”, apoiaram.
A cantora também publicou um vídeo na Fazenda Talismã, da família de seu ex-namorado, e comentou: “É assim que eu comecei, e é assim que eu vou continuar.” A web também entendeu a publicação como uma indireta: “A Ana dizendo: olha minha preocupação com os comentários que estão rolando sobre mim na web.”
A situação começou quando Ana apareceu maquiando a menina durante um encontro com a família de Zé. O momento foi compartilhado nas redes por amigos da cantora e logo chamou atenção dos fãs. Pouco depois, Virginia publicou um vídeo maquiando a filha e dizendo que agora a pequena queria ser maquiada apenas pela mãe, o que foi interpretado por parte da web como uma indireta para a artista.
Diante da repercussão, Zé Felipe se pronunciou nas redes sociais e disse concordar com a ex-esposa. Sem citar o nome de Virginia, a quem chamou apenas de “mãe das crianças”, o cantor afirmou que acha correto falar quando algo incomoda, mas destacou que prefere resolver questões familiares longe da internet.