A WSL anunciou nesta segunda-feira (16) as baterias que abrirão a temporada 2026 do CT, a elite do surfe mundial, em Bells Beach, na Austrália, a partir do próximo dia 31 deste mês. Nove brasileiros estarão em ação na chave masculina (Yago Dora, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira, Miguel Pupo, João Chianca, Alejo Muniz, Samuel Pupo e Mateus Herdy. E Luana Silva será a representante do país dentre as mulheres.
A Liga Mundial de surfe fez mudanças no regulamento para este ano, e os eventos não terão mais repescagem. Por conta disso, de acordo com o ranking de 2025, os atletas foram divididos em dois rounds. Os melhores ranqueados já estão na segunda fase, enquanto os outros se enfrentam em quatro baterias da primeira fase.
O primeiro a entrar em ação será Matheus Herdy, que enfrentará o australiano Liam O’Brien. Ambos se classificaram, via Challenger Series, a divisão de acesso, encerrada no último fim de semana, em na australiana Newcastle. Atual campeão mundial, Yago Dora está escalado para a nona bateria do round 2, justamente contra o ganhador do embate entre Herdy e O’Brien.
– Parece que foram seis anos em um dia. Eu esperei tanto tempo por isso, não consigo acreditar. Eu não tenho palavras. Foram tantas vezes ficando fora do Tour por uma bateria, ano após ano, agora deu certo – comentou Herdy, de 25 anos.
Para 2026, também sai a decisão do título em uma etapa Finals (mata-mata com os cinco melhores do Tour) e volta o ranking cumulativo para definir o campeão da temporada. Assim como acontecia até a década passada, Pipeline, no Havaí, retorna ao posto de última etapa do ano, com peso maior e mais mulheres participando.
O calendário começa agora em março, em Bells Beach (AUS), e vai até dezembro O CT de 2026 vai ter um total de 12 etapas. As mudanças promovidas pela WSL servirão para marcar os 50 anos do surfe profissional.
Round 1 masculino
1 – Mateus Herdy (BRA) x Liam O’Brien (AUS)
2 – Oscar Berry (AUS) x Ramzi Boukhiam (MAR)
3 – Luke Thompson (AFS) x Dane Henry (AUS), convidado da etapa
4 – Callum Robson (AUS) x vencedor da triagem local
Round 2 masculino
1 – Miguel Pupo (BRA) x Joel Vaughan (AUS)
2 – Barron Mamiya (HAV) x Seth Moniz (HAV)
3 – Jordy Smith (AFS) x Luke Thompson (AFS) ou Dane Henry (AUS)
4 – Ethan Ewing (AUS) x George Pittar (AUS)
5 – Jake Marshall (EUA) x João Chianca (BRA)
6 – Griffin Colapinto (EUA) x Oscar Berry (AUS) ou Ramzi Boukhiam (MAR)
7 – Cole Houshmand (EUA) x Alejo Muniz (BRA)
8 – Kanoa Igarashi (JAP) x Morgan Cibilic (AUS)
9 – Yago Dora (BRA) x Mateus Herdy (BRA) ou Liam O’Brien (AUS)
10 – Crosby Colapinto (EUA) x Marco Mignot (FRA)
11 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Kauli Vaast (FRA)
12 – Filipe Toledo (BRA) x Eli Hanneman (HAV)
13 – Italo Ferreira (BRA) x Callum Robson (AUS) ou o vencedor da triagem
14 – Gabriel Medina (BRA) x Alan Cleland (MEX)
15 – Connor O’Leary (JAP) x Rio Waida (IND)
16 – Jack Robinson (AUS) x Samuel Pupo (BRA)
Round 1 feminino
1 – Yolanda Hopkins (POR) x Sally Fitzgibbons (AUS)
2 – Tya Zebrowski (FRA) x Alyssa Spencer (EUA)
3 – Brisa Hennessy (CRC) x Francisca Veselko (POR)
4 – Bella Kenworthy (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP)
5 – Vahine Fierro (FRA) x Anat Lelior (ISR)
6 – Sawyer Lindblad (EUA) x Carissa Moore (HAV)
7 – Luana Silva (BRA) x Stephanie Gilmore (AUS)
8 – Lakey Peterson (EUA) x vencedora da triagem
Round 2 feminino
1 – Caroline Marks (EUA) x ganhadora da bateria 2 do round 1
2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) x ganhadora da bateria 5 do round 1
3 – Gabriela Bryan (HAV) x ganhadora da bateria 3 do round 1
4 – Tyler Wright (AUS) x ganhadora da bateria 7 do round 1
5 – Molly Picklum (AUS) x ganhadora da bateria 1 do round 1
6 – Erin Brooks (CAN) x ganhadora da bateria 8 do round 1
7 – Caitlin Simmers (EUA) x ganhadora da bateria 4 do round 1
8 – Isabella Nichols (AUS) x ganhadora da bateria 6 do round 1
“Deixaram a gente chegar, e olha o que estamos levando!”. Cristian Ribera levou das Paralimpíadas de Inverno uma medalha inédita para o Brasil: a prata do sprint do esqui cross-country na categoria sitting, para pessoas que competem sentadas. Apenas um mês após o ouro inédito de Lucas Pinheiro Braathen nas Olimpíadas de Inverno, o esquiador rondoniense colocou o Brasil no seleto grupo de países com medalhas nos quatro grandes eventos poliesportivos: os Jogos Olímpicos e os Paralímpicos de Verão e de Inverno. Milão-Cortina foi uma importante etapa de uma meta ousada: transformar o Brasil em uma potência nos esportes de neve.
– Nosso objetivo principal é de fato ser uma potência. Nosso planejamento estratégico era conquistar uma medalha em 2026, seja no olímpico ou no paralímpico. A meta é que nos próximos Jogos o Brasil chegue não apenas com dois atletas brigando, mas quatro ou mais. E assim sucessivamente. Nosso trabalho é muito mais em médio e longo prazo, para pensar na continuidade do esporte – disse Gustavo Haidar, superintendente técnico e COO da CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve).
O Brasil agora tem 640 medalhas somando os quatro Jogos, sendo que 469 desses pódios foram paralímpicos. O país está no top-10 das Paralimpíadas de Verão desde Pequim-2008. Nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina, os brasileiros quebraram recordes. Além da medalha inédita de Cristian Ribera, o país teve a maior delegação (oito atletas), a maior participação feminina (três mulheres), o melhor resultado feminino (quinto lugar de Aline Rocha) e o melhor resultado de equipe (sétimo lugar no revezamento misto do esqui cross-country). Um primeiro passo para chegar ao patamar de potência como nas Paralimpíadas de Verão.
– Hoje a gente detém bastante conhecimento, e já somos vistos como uma equipe de elite. A gente é muito mais referência do que já foi no passado. Planejamos toda a temporada, as principais competições, os ciclos de treinamento, e acaba selecionando os atletas para nos representar nas principais competições, como Copas do Mundo e Mundial – explicou Gustavo.
O Brasil foca os investimentos no esqui cross-country. Segundo a CBDN, é a modalidade mais viável para desenvolver no país entre os quatro esportes paralímpicos de neve, além de ser a base do biatlo, modalidade que mistura esqui e tiro esportivo. O rollerski, adaptação para o asfalto, é uma ferramenta importante de desenvolvimento. Campings internacionais e parcerias com potências da neve, como a Noruega, também estão no projeto.
– O trabalho começou lá em 2015 no planejamento estratégico da CBDN. A gente construiu uma matriz de viabilidade e desenvolvimento. A partir disso, vimos que o material técnico é algo de muita importância. A equipe multidisciplinar, como em toda modalidade, mas principalmente na seleção de esquis, é muito importante. Hoje a gente não perde em nada para os principais países da neve do mundo. A gente seleciona os esquis na fábrica, antes que vá para qualquer loja. Esse é um grande diferencial. Tem um conhecimento importantíssimo sobre as ceras que vão no esqui. É quase uma Fórmula 1 dos esportes de inverno. Hoje a gente até tem uma vantagem competitiva em relação a outras equipes – disse Gustavo.
A CBDN tem núcleos de treinamentos em São Carlos, Ribeirão Preto, Campinas e Jundiaí, cidades do estado de São Paulo. De olhos nas próximas edições das Paralimpíadas de Inverno, a entidade busca novos atletas principalmente em outras modalidades, seguindo o exemplo de Cristian Ribera e Aline Rocha, que competem no atletismo – a paranaense, inclusive, disputou as Paralimpíadas de Verão na Rio 2016 e em Paris 2024.
Assim, as escolinhas do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) podem ser uma porta de entrada para os esportes de inverno. Foi esse o caminho traçado por Elena Sena, que competiu no esqui cross-country e no biatlo em Milão-Cortina. A CBDN e o CPB atuam em parceria na formação dos atletas.
Nos esportes paralímpicos de gelo, por outro lado, o caminho é mais longo para o Brasil. Há um projeto da Confederação Brasileira de Desportes no Gelo (CBDG) para desenvolver o curling em cadeira de rodas, mas não o hóquei em cadeira de rodas.
A temporada de 2026 já teve duas provas finalizadas, mas Max Verstappen ainda não se adaptou ao novo regulamento e aos novos carros da Fórmula 1. Sexto colocado na Austrália, na semana passada, o holandês voltou a reclamar das regras da categoria depois de não concluir o GP da China, no último domingo (14), por causa de problemas mecânicos. O tetracampeão chamou de “piada” a forma como as corridas deste ano têm se desenhado e disse não entender como alguns torcedores aprovaram as mudanças.
– É terrível. Se alguém realmente gosta disso, não entende nada de corridas. Não é nem um pouco divertido. Parece que estamos jogando Mario Kart. Você usa um impulso para ultrapassar um adversário, mas fica sem bateria na reta seguinte e é ultrapassado de volta. Parece uma piada para mim – disse Verstappen, de 28 anos, em conversa com jornalistas após o GP da China.
Em 2026, os carros da F1 são menores e mais leves, com o objetivo de deixar as corridas mais ágeis. Porém, as mudanças que mais geraram controvérsia giram em torno dos motores: por meio da gestão da bateria, os pilotos agora contam com o Modo Ultrapassagem, botão para ser usado em disputas diretas, e o botão de impulso, cuja carga é administrada de forma livre pelos atletas.
Tudo isso está ligado ao aumento da potência do motor elétrico, que agora representa quase metade da força das unidades de potência. No entanto, o sistema de recuperação de energia do dispositivo depende de técnicas de direção executadas pelos pilotos, e o gerenciamento dessa energia assume protagonismo nas provas, o que tem sido alvo de críticas.
O número de ultrapassagens aumentou nas primeiras corridas de 2026. Só na Austrália, foram 120, bem mais do que no ano passado. Na China, Lewis Hamilton e Charles Leclerc, companheiros de Ferrari, travaram uma dura batalha pelo terceiro lugar, por exemplo, e o britânico levou a melhor. Nada disso, porém, mudou a insatisfação de Verstappen.
Até agora, a Mercedes foi quem melhor se adaptou ao novo regulamento, com carros que sobraram nos GPs da Austrália e da China. A Red Bull, por outro lado, ainda luta para ter competitividade. Verstappen e Hadjar, juntos, somaram 12 pontos (oito do holandês e quatro do francês), 39 a menos do que George Russell, líder do campeonato de pilotos.
Acostumado a estar entre os primeiros do grid, Verstappen, que tem quatro títulos da F1 e foi vice-campeão no ano passado, garante que suas reclamações não são feitas apenas por causa do desempenho ruim nas pistas.
– Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque penso na corrida como um produto. Não é por estar chateado com a minha posição. Preciso lutar ainda mais agora, o que me dá condições de realmente entender a dinâmica das provas – garantiu o holandês, que chegou a cair para a 16ª posição depois da largada do GP da China.
Verstappen já levou as críticas à organização da F1 e à FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Agora, o holandês e os colegas de Red Bull terão mais de 10 dias para buscar soluções e melhorar o desempenho dos carros da equipe. A próxima corrida será o GP do Japão, no dia 29 de março, às 2h (de Brasília).
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve se despedir do governo na próxima semana para concorrer ao governo de SP em um evento com a presença do presidente Lula (PT) e de ministros.
Aliados relatam que existe uma expectativa de que a despedida seja em um evento na cidade de São Paulo programado para os dias 19 e 20 de março: a 17ª Caravana Federativa, que prevê a participação do presidente e de ministros.
No dia 19, também haverá um evento em homenagem ao ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica na Universidade Federal do ABC (UFABC), na qual é esperada a participação de integrantes do governo federal.
Enquanto o anúncio não é formalizado, nos bastidores começa a costura da pré-campanha. O marqueteiro será Otávio Antunes, que é próximo de Haddad e já atuou em campanhas anteriores do petista.
Os deputados federais Jilmar Tatto (PT) e Kiko Celeguim (PT) e o deputado estadual Emídio de Souza (PT) também devem fazer parte do time.
Nesta quinta (12), a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), anunciou que concorrerá ao Senado por São Paulo. Ela precisará trocar de domicílio eleitoral e existe uma expectativa de que ela troque de sigla e vá para o PSB para disputar o posto.
A segunda vaga na chapa para o Senado segue em aberto. A ministra Marina Silva (Rede), o ministro Márcio França (PSB) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) são cotados. A vaga de vice para o governo estadual também segue em aberto.
Horas antes do início de mais uma Prova do Líder no BBB 26, na tarde desta quinta-feira (12), Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach descobrem como o público avaliou a liderança deles. A opção mais votada na enquete do gshow foi “Nota dó“, com 75.23% dos votos.
Os brothers cogitam possíveis resultados antes de descobrirem a escolha do público. “E aí, o que você acha que vai dar?”, pergunta Jonas. “Chorar”, responde.
Em seguida, a avaliação é revelada na Central do Líder. “Nota dó. A culpa é sua. Você que continua nessa nota aí”, brinca Alberto, em referência a resultados de lideranças anteriores de Jonas.
“Que ótimo!”, continua Alberto. “Ótimo nada, né? Uma m****. Fazer o quê?”, reage Jonas. “Não temos como fazer diferente”, responde o mineiro.
Na sequência, os brothers são informados que a liderança chegou ao fim. Eles organizam os pertences e deixam o Quarto do Líder.
Alberto e Jonas indicaram Milena ao oitavo Paredão da temporada. A babá teve 30,91% dos votos, contra 0,47% de Chaiany e 68,62% de Babu Santana, o eliminado da semana.
O piloto George Russell, da Mercedes, afirmou que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) cogitou rever uma particularidade na coleta de energia no procedimento de largada após o GP da Austrália, mas que esbarrou em “visões egoístas”.
— Infelizmente, às vezes, quando se tenta fazer mudanças para o bem do esporte, se uma equipe tem uma vantagem competitiva, como a Ferrari no momento com as largadas, ela não gostaria de ver nada mudar — declarou Russell nesta quinta (12), à Sky Sports F1, antes das sessões do GP da China.
— A FIA só quer facilitar nossas vidas e simplesmente eliminar o limite de coleta [de energia na largada]. Mas, como costuma acontecer, as pessoas têm visões egoístas e querem fazer o que é melhor para si mesmas. Faz parte da F1.
Russell largou na pole na Austrália, mas foi ultrapassado por Charles Leclerc antes da primeira curva devido à forte largada do ferrarista. O piloto inglês disputou a dianteira com o adversário durante a primeira metade da prova e só reassumiu a liderança de vez com a ida do monegasco aos boxes. Depois disso, dominou a pista e venceu com autoridade em dobradinha da Mercedes.
— A FIA estava olhando para potencialmente ajustar isso. Mas, como você pode imaginar, alguns times que estavam fazendo bons começos não queriam, o que acho um pouco bobo. Você provavelmente já pode imaginar qual time é contra isso [mudança de regra], mas não acho que o ganho deles venha dessa questão — complementou Russell.
Russell relatou que a peculiaridade da largada que a FIA cogitou modificar diz respeito ao gerenciamento de energia na volta de formação. Segundo ele, há uma diferença na quantidade do limite de coleta nos carros de acordo com a posição no grid.
— Houve um erro que pegou muitas equipes de surpresa, que foi o limite de coleta [de energia] na volta de formação, uma regra bem singular. A cada volta há um limite de coleta. Os pilotos que largaram na primeira metade do grid e passaram da linha de cronometragem já estavam dentro daquele limite — introduziu o inglês da equipe alemã.
— Então, quando você fez a volta de formação, está gastando e carregando sua bateria, o que contribui para o seu limite de coleta. Os pilotos na parte de trás do grid, quando fizeram a volta de formação, dispararam, cruzaram a linha de largada/chegada e então o limite reinicia porque eles estão efetivamente na volta seguinte.
A Fórmula 1 adotou um novo regulamento técnico em 2026, promovendo a maior reformulação dos últimos anos. Os carros agora produzem e armazenam mais energia, que pode ser utilizada estrategicamente durante a corrida, tanto para atacar quanto para se defender. Além disso, metade da potência do motor é elétrica.
As mudanças foram pensadas para tornar as corridas mais equilibradas e acelerar a transição para tecnologias mais sustentáveis, mas vêm desagradando parte considerável do grid neste começo de temporada. Russell, no entanto, não é um dos críticos do novo regulamento. Apesar da alfinetada na rival Ferrari, o atual líder da temporada minimizou a brecha no procedimento de largada.
— Não estou muito preocupado com isso, mas é definitivamente um desafio. Agora que as equipes sabem do problema, vamos simplesmente dar a volta sobre isso, mas está criando algumas complicações desnecessárias para algo que nem precisa estar ali. Metade do grid se atrapalhou em Melbourne, vamos nos ajustar, sabemos do que precisamos ficar atentos agora. Vamos lidar com isso, as largadas aqui [China] serão muito melhores — finalizou Russell.
A segunda etapa da temporada 2026 da Fórmula 1 começa com o treino livre na madrugada de quinta para sexta-feira à meia-noite e meia. A partir de 04h30, ocorre a classificação sprint no circuito de Xangai.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta quinta-feira (12) as convocações de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, e da modelo e blogueira Martha Graeff, ex-noiva do dono do Banco Master.
Os requerimentos foram aprovados em votação simbólica. As datas para os comparecimentos de Fabiano Zettel e Martha Graeff ainda serão agendadas.
Geralmente, em caso de convocações, as presenças são obrigatórias. No entanto, pessoas convocadas têm obtido decisões judiciais para não ir à CPI do INSS. Isso aconteceu, por exemplo, com Daniel Vorcaro.
O Master virou alvo da CPMI após informações de que 250 mil contratos de empréstimos consignados do banco de Vorcaro foram suspensos pelo INSS diante de “falta de comprovação de documentação”.
Relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (União-AL) afirmou que a convocação de Martha Graeff é necessária porque a modelo manteve “um relacionamento com uma pessoa investigada” e “viveu situações” que interessam às apurações da CPMI.
Gaspar mencionou conversas de Martha e Vorcaro em que eles comentam sobre encontros do banqueiro com políticos e autoridades.
“Ninguém quer saber quem namora com quem. Nós queríamos saber, primeiro, a quem Vorcaro pagou propina. Não deixaram Vorcaro vir, então, nós temos que ir ao entorno dele para esclarecer. Quem achacou Vorcaro? Martha Graeff sabe”, declarou o relator ao defender a convocação.
Empresária, modelo e influenciadora, Martha reside em Miami, nos Estados Unidos.
A CPMI também aprovou a convocação de Fabiano Zettel que, assim como Vorcaro, foi preso no último dia 4 de março na terceira fase da Operação Compliance Zero.
Zettel é empresário e pastor ligado à Igreja Batista da Lagoinha, casado coma irmã de Daniel Vorcaro.
Ele já exerceu cargos societários em empresas ligadas a Vorcaro, como a Super Empreendimentos — compradora de um imóvel de R$ 36 milhões, apontado como uma espécie de “hub” (centro de negociações e investimentos) de Vorcaro em Brasília.
Além disso, a CPMI aprovou ainda requerimentos para a convocação de Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do Master, e de Luiz Antônio Bull, ex-diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia do banco.
Por 16 votos a 12, a CPMI rejeitou requerimentos de convocação de Roberta Luchsinger, empresária apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
Segundo as investigações, ela é suspeita de ter recebido pagamentos de Antonio Carlos Camilo, o “Careca do INSS”, para atuar junto a órgãos da área de saúde na comercialização de produtos à base de cannabis medicinal.
Diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, o governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) que não cobrará impostos sobre esse combustível.
Também foi anunciado:
O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.
“Essa coletiva é uma reparação para o que acontece no Brasil e no mundo, muito causado pela irresponsabilidade das guerras no mundo. O preço do petróleo está fugindo ao controle, isso significa aumento de combustível, e nos EUA já subiu 20%”, disse Lula em conversa com jornalistas.
“Estamos fazendo uma engenharia econômica para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo. Vamos fazer tudo o que for possível”, prosseguiu.
Além do ministro da Fazenda, os ministros Rui Costa, da Casa Civil; Wellington César Lima e Silva, da Justiça e Segurança Pública; e Alexandre Silveira, de Minas e Energia, participaram da coletiva e deram declarações.
Segundo o Planalto, um dos decretos assinados pelo presidente zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização do diesel.
Isso representa, ainda segundo o governo, uma redução de R$ 0,32 dos tributos PIS e Cofins. Outros R$ 0,32 vem da subvenção. Dessa forma, o governo espera um impacto de R$ 0,64 por litro.
De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o PIS, Pasep e a Cofins representam, juntos, cerca de 10,5% no valor do diesel comercializado.
“A maior pressão vem do diesel, e não da gasolina. É com o diesel que estamos mais preocupados, pelo fato de afetar as cadeias produtivas de forma mais enfática. Escoamento da safra é feito por caminhões a diesel, o plantio é feito com maquinário que usa diesel”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Outro ato do governo eleva o imposto de exportação sobre petróleo de zero para 12% a partir desta quinta, informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
“Os produtores que estão auferindo lucros extraordinários vão contribuir com imposto de exportação extraordinário, e consumidores não serão afetados”, disse Haddad.
Também foram assinadas medidas provisórias punindo o “armazenamento injustificado” e o “aumento abusivo do preço” dos combustíveis — que passarão a ser fiscalizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que os “abusos se tornaram recorrentes” no setor de combustíveis.
“A redução de preços demora muito para chegar na bomba, quando chega, ou chega só parcialmente. Ou mesmo quando chega integralmente, chega semanas ou meses depois. Nesse intervalo, consumidor paga muito mais do que deveria. E o contrário é verdadeiro, Petrobras não subiu preço e já tem aumentos nos postos”, declarou Rui Costa.
As medidas foram publicadas após a coletiva de imprensa em edição extra no Diário Oficial da União (DOU).
Segundo o governo, uma equipe do governo vai se reunir nesta tarde com representantes de distribuidoras para cobrar que as medidas anunciadas sejam repassadas para o consumidor.
Antes do anúncio, governo avaliava alternativas para reduzir os impactos da volatilidade sobre o combustível, considerado estratégico para o transporte de cargas e para a inflação.
A preocupação no Planalto é a de evitar repasses bruscos ao consumidor e ao setor produtivo, que podem pressionar os custos logísticos e afetar os preços de alimentos e outros produtos.
De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governo deixará de arrecadar R$ 20 bilhões neste ano com a zeragem do PIS e Cofins sobre o óleo diesel, e, também, outros R$ R$ 10 bilhões com as subvenções (estímulos) à produção e importação do combustível.
Por outro lado, acrescentou ele, a expectativa é de arrecadar outros R$ 30 bilhões com a exportação de petróleo neste ano — se a guerra perdurar todo este tempo, considerando uma alíquota de 12%.
A ideia, segundo ele, é que os efeitos fiscais das medidas se anulem, sem impacto no orçamento de 2026. O governo busca, neste ano, atingir um superávit em suas contas (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).
Subvenções são espécies de benefícios concedidos às empresas com o objetivo de atrair investimentos ou reduzir custos de produção. Na prática, esses incentivos podem incluir descontos, isenções ou reduções de imposto, funcionando como um tipo de apoio financeiro indireto.
O movimento do governo ocorre em meio às tensões geopolíticas que têm pressionado o mercado internacional de energia.
Conflitos no Oriente Médio e a instabilidade em regiões produtoras de petróleo aumentaram a volatilidade dos preços no exterior, o que tende a impactar o valor dos combustíveis no Brasil.
Diante desse cenário, o governo Lula já vinha estudando medidas para reduzir os efeitos dessas oscilações no Brasil.
Nesta semana, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniram com o presidente por pelo menos três dias seguidos para tratar do tema.
O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.
A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.
Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.
Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.
Um dia após deixar o hospital, onde ficou quatro dias internado tratando uma pneumonia, Carlos Alberto de Nóbrega celebrou nesta quinta-feira, 12, seu aniversário de 90 anos.
O apresentador de “A Praça é Nossa” ganhou um café da manhã especial da mulher, a médica Renata de Nóbrega, de 49 anos, e se emocionou.
“Estou muito emocionado hoje. Lutei muito para chegar aos 90. Tive muitas alegrias e decepções. Muitas vitórias, alguns esgorregões. Mas estou vivo, estou inteiro. Consegui fugir ontem do hospital novamente, mas fugi numa boa (risos)”, disse ele no vídeo (sssista abaixo).
Carlos Alberto de Nóbrega estava internado na unidade semi-intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele foi levado ao hospital no último domingo após apresentar um quadro de pressão alta. Durante os exames, os médicos também identificaram uma pneumonia.
A sósia de Ana Castela, Sabryna Carnette, comemorou seus 24 anos na noite da última quarta-feira (11) com uma presença especial: a própria Boiadeira apareceu na festa e posou para fotos com a aniversariante. O encontro aconteceu no pub sertanejo Folks Londrina, no Paraná, e rapidamente chamou atenção nas redes sociais pela impressionante semelhança entre as duas.
Na publicação, Sabryna (que se descreve na bio como “A Boiadeira de Santa Catarina”) agradeceu a visita da cantora. “Obrigada por vir no meu aniversário”, escreveu ao compartilhar os registros em que aparecem lado a lado.
Nos comentários, internautas reagiram às fotos e muitos disseram ter ficado confusos com a aparência das duas. Alguns chegaram a brincar que parecia um encontro de “gêmeas”. “Quem é quem? [risos]”, comentou um usuário. “Tá, agora me diz… quem é quem?”, escreveu outro. “Car**, quem é a Ana?”, perguntou mais um internauta. “Gêmeas que amo”, disse um perfil. “Agora meu juízo bagunçou… qual é a Ana aí?”, brincou outra seguidora.
Outros fãs também destacaram a semelhança e elogiaram a dupla: “Idênticas”, “Duas deusas”, “Lindas demais” e “Achei que era a mesma Ana”.