O Ponto de Cultura Associação Estação Quilombo promove, nos dias 3, 10, 17 e 24 de fevereiro (terças-feiras), às 19h, os ensaios semanais do projeto “Maracatu Estação Quilombo”, na Estação Cultura de Americana (Avenida Dr. Antônio Lobo, 166, Centro). A participação é gratuita.
A atividade é produzida pela Associação Estação Quilombo, com financiamento da Política Nacional Cultura Viva/Aldir Blanc, via edital PNAB 06/2024, conforme a Lei Federal nº 14.399/2022. A realização é da Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, e do Governo Federal, via Ministério da Cultura, com o apoio do Conselho Municipal de Cultura (Comcult).
Durante os encontros, o grupo composto por cerca de 30 integrantes conduz apresentações sobre a música e demais elementos culturais do maracatu nagô. O público pode conhecer instrumentos como alfaias, gonguês e caixas, e o projeto também prevê a realização de formações continuadas oferecidas em oficinas, cursos, workshops, palestras e seminários.
“Os recursos da Política Nacional Aldir Blanc alavancam o acesso à produção artística, promovendo a transformação social por meio de projetos culturais selecionados via edital. É uma política pública continuada de fomento do setor, que conta com a adesão da administração municipal”, disse o secretário de Cultura e Turismo, Vinicius Ghizini.
Fonte:Secom
O Ponto de Cultura Associação Estação Quilombo promove, nas próximas terças-feiras (21 e 28), das 19h às 22h, a oficina de dança “Corpo em Cortejo”, na Estação Cultura de Americana (Avenida Dr. Antônio Lobo, nº 196, Centro). A atividade é gratuita e aberta para todos os públicos, com o objetivo de despertar a consciência corporal dos batuqueiros através de movimentos rítmicos, ampliação da escuta corporal e conexão entre corpo e instrumento.
Atuante em Americana há 11 anos, o grupo de maracatu Estação Quilombo foi contemplado por edital de chamamento lançado pela Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com a finalidade de fomentar projetos continuados e ampliar o acesso da população às atividades culturais.
Os encontros da oficina serão conduzidos por Duda Gomes, que há mais de duas décadas dedica sua vida à dança, transitando entre a técnica e a ancestralidade. Formada em Educação Física, iniciou sua trajetória no ballet clássico e explorou diversos estilos antes de se aprofundar, há nove anos, no maracatu, como integrante da ala de agbê do grupo Estação Quilombo. Sua pesquisa une corpo, ritmo e cultura afro-brasileira, e suas oficinas convidam o público a vivenciar a conexão entre movimento, música e história.
“Essa oficina é uma grande oportunidade de aproximar a população das expressões artísticas que fazem parte da nossa identidade. Além de promover o aprendizado da dança, a atividade estimula o convívio, o respeito às raízes e o reconhecimento da diversidade cultural presente na nossa cidade”, destacou o secretário de Cultura e Turismo de Americana, Vinicius Ghizini.
A oficina já havia promovido dois encontros em setembro, conduzidos pelo oficineiro Evair Sousa, contador de histórias, escritor e integrante do Baque Caipira, grupo de Piracicaba que une o maracatu de baque virado à cultura popular brasileira. Evair atua, há 15 anos, promovendo a leitura e a valorização da ancestralidade por meio da arte de narrar histórias, e há 9 anos dá vida à Baiana Rica, personagem símbolo de resistência, alegria e espiritualidade nas manifestações do maracatu.
O projeto é realizado por meio do Ponto de Cultura Associação Estação Quilombo, com financiamento da Política Nacional Cultura Viva/Aldir Blanc, por meio do edital PNAB 06/2024, conforme a Lei Federal nº 14.399/2022. A iniciativa é promovida pela Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, em parceria com o Governo Federal, via Ministério da Cultura, com apoio do Conselho Municipal de Cultura (Comcult).
Fonte:SecomAmericana