A Prefeitura de Americana avançou na etapa de implantação do Centro de Operações de Emergência (COE), com o recebimento dos equipamentos para a instalação da unidade. O espaço será administrado pela Defesa Civil do município para reuniões e tomadas de decisão em situações de emergência ou calamidade pública.
A instalação da unidade é viabilizada por meio do Fundocamp, administrado pela Agemcamp (Agência Metropolitana de Campinas), totalizando recursos na ordem de R$ 100 mil, destinados à aquisição de mesas, cadeiras, armários, ar-condicionado, frigobar, projetor multimídia interativo, equipamentos de informática, drones e telefones.
Uma vistoria técnica foi realizada, na manhã desta quarta-feira (4), na sala do COE, localizada na sede do DAE (Departamento de Água e Esgoto), visando a verificação dos equipamentos adquiridos para a implantação do centro.
O coordenador da Defesa Civil de Americana, João Miletta, falou sobre a importância da iniciativa. “É uma conquista para Americana e um avanço para o desenvolvimento dos trabalhos da Defesa Civil no município, visando a proteção da população, uma prioridade da gestão do prefeito Chico Sardelli. Adquirimos parte dos equipamentos e a Agemcamp já procedeu a primeira vistoria técnica, etapa fundamental para a implantação da unidade”, disse Miletta.
O secretário de Gestão de Convênios, Vinicius Zerbetto, explicou o andamento do processo para a implantação do Centro de Operações de Emergência na cidade. ”A primeira fase para a aquisição dos equipamentos foi concluída pela Prefeitura e o processo terá andamento para agilizar a implantação do COE de Americana”, Vinícius.
A vistoria técnica foi realizada pelos diretores de Planejamento da Agemcamp, Sergio Gomide e Inês de Souza.
O trabalho contou as presenças da diretora da Unidade de Convênios, Joceli Neves Grilo Bortoloto, da chefe de gabinete de Gestão de Convênios, Jamile Fonseca, dos funcionários da Defesa Civil de Americana, Gerson de Oliveira e Daniel Luiz dos Santos, e do superintendente do DAE, Fábio Renato de Oliveira.
Fonte:Secom
O clima seco na região da capital e no interior de São Paulo colocam a região metropolitana, com mais de 10% da população do país, em situação delicada. Segundo a Defesa Civil do Estado o risco de incêndios em vegetação segue elevado em praticamente todo o território paulista, com áreas em nível de emergência nas regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e Presidente Prudente. O nível de alerta vermelho se concentra principalmente no Vale do Paraíba, Região Metropolitana de São Paulo e litoral sul, onde a combinação de baixa umidade e ventos constantes também favorece a propagação do fogo.
A intensidade da seca na região tem diminuído a quantidade de água nos reservatórios a um ritmo de cerca de 0,3% das reservas por dia. Neste domingo, elas estavam em 30,3%. O marco de 30% é considerado crítico e a partir do qual o sistema é considerado em situação emergencial, como já ocorre desde o dia primeiro de outubro no reservatório da Cantareira, o maior do estado.
O estado do Maranhãoultrapassou o Mato Grosso como unidade federativa com maior número de registros de queimadas no país este ano, com 11.511 focos até hoje, e queda de 4% em relação ao total de focos de 2024. O estado é, dentre os grandes em número de focos, o único que não apresentou queda relevante este ano, com variação praticamente nula desde 2022 e possibilidade de aumento em relação aos últimos três anos.
Fonte:jp