Caso Marielle: PF prendeu irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, como supostos mandantes

Jornal da Notícia

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A prisão neste domingo (24) dos três suspeitos de terem encomendado a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) em 2018 abre um novo “capítulo” nas investigações sobre o caso, que já se estendem por mais de seis anos.

Um dos presos, Chiquinho Brazão (União-RJ), é deputado federal. Por isso, essa prisão terá de ser analisada pela própria Câmara dos Deputados – que, em plenário, poderá mandar soltar o parlamentar. Para isso, é preciso maioria absoluta (257 votos a favor) em votação aberta.

As prisões também não significam o encerramento da investigação. Ainda há conclusões a serem divulgadas, por exemplo, sobre as motivações dos detidos e sobre outros envolvidos que ainda não foram identificados..

Um dos presos, Chiquinho Brazão (União-RJ), é deputado federal. Por isso, essa prisão terá de ser analisada pela própria Câmara dos Deputados – que, em plenário, poderá mandar soltar o parlamentar. Para isso, é preciso maioria absoluta (257 votos a favor) em votação aberta.

A Polícia Federal prendeu no domingo, em operação conjunta com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público do Rio, três suspeitos de terem mandado executar Marielle. O motorista do carro, Anderson Gomes também foi executado.

Foram presos:

  • Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado;
  • Chiquinho Brazão, deputado federal (União-RJ) e vereador à época do crime;
  • e Rivaldo Barbosa, ex-chefe de Polícia Civil do Rio que comandou, por um período, as investigações.

Os três prestaram um primeiro depoimento à Polícia Federal no domingo, ainda no Rio. Eles também passaram por uma audiência de custódia, na qual o juiz avalia se eles seguem presos ou são liberados, e tiveram as prisões mantidas.

Em seguida, foram transferidos também neste domingo para Brasília – eles passaram por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal da Polícia Civil do Distrito Federal e seguiram para uma penitenciária federal, onde cumprirão a prisão preventiva.

A partir daí, a Polícia Federal pode marcar novos depoimentos para tentar esclarecer pontos de dúvida no inquérito. Tanto dos presos, quanto de testemunhas ou informantes.

Fonte: G1

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