Valinhos recebeu no final de semana a implantação da 4ª microfloresta urbana do município, em ação que integra as comemorações pelos 50 anos do Parque Municipal Monsenhor Bruno Nardini e pela realização da 75ª Festa do Figo e da 30ª Expogoiaba. O plantio ocorrerá às margens da Rua Dom João VI, atrás da pista de skate, a partir das 10h, com a presença de autoridades municipais.
Nesta etapa, serão plantadas 450 mudas de árvores nativas e frutíferas. Com isso, Valinhos passa a contabilizar 2.139 mudas plantadas em diferentes regiões da cidade desde o início do projeto de microflorestas urbanas, ampliando áreas verdes e fortalecendo corredores ecológicos.
O Parque Municipal Monsenhor Bruno Nardini é a maior área da cidade destinada prioritariamente à realização de feiras, exposições e eventos sociais, culturais e esportivos.
Com aproximadamente 130 mil metros quadrados, o espaço conta com pavilhões de exposições, palcos para shows, Ginásio Municipal de Esportes, áreas para alimentação, sanitários, pista de skate e outras estruturas.
Segundo o secretário do Verde e da Agricultura, André Reis, o parque é um ponto central para a vida cultural da cidade.
“É o maior espaço aberto para eventos da cidade. Anualmente, abriga inúmeras festas, com destaque para a Festa do Figo e a Expogoiaba, que neste ano chegam à 75ª e à 30ª edições”, afirmou.
Fonte:Ig
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta semana a descoberta do planeta HD 137010 b, descrito como tendo a possibilidade de “ser notavelmente semelhante à Terra” e, por isso, poderia abrigar vida. A própria agência, contudo, faz uma ressalva: o planeta pode ser mais frio do que Marte, perpetuamente congelado.
Segundo o anúncio feito na terça (27) trata-se de um possível planeta rochoso ligeiramente maior que a Terra, orbitando uma estrela semelhante ao Sol a cerca de 146 anos-luz de distância.
Os cientistas estão baseando seus estudos sobre este exoplaneta (planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol) em informações coletadas pelo telescópio espacial Kepler, aposentado em 2018. Estes dados ainda estão sendo explorados.
Distância orbital
A nota divulgada pela Nasa afirma que o HD 137010 b pode estar localizado na borda externa da “zona habitável” de sua estrela – ou seja, no limite da distância orbital que poderia permitir a formação de água líquida na superfície do planeta sob uma atmosfera adequada e, portanto, abrigar vida.
Como os dados ainda estão sendo analisados, não há conclusões. A Nasa estima que a quantidade de calor e luz que este planeta receberia de sua estrela é menos de um terço do que a Terra recebe do Sol – a estrela HD 137010, embora semelhante ao sol, é mais fria e menos brilhante. Isso poderia significar uma temperatura superficial planetária não superior a -68ºC; a temperatura média da superfície de Marte é de cerca de -65ºC.
O HD 137010 b precisará de observações de acompanhamento para ser promovido de “candidato” a “confirmado”. Com sorte, a confirmação poderá vir de observações adicionais feitas pelo sucessor do Kepler/K2, o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da Nasa, que ainda é o principal instrumento para a detecção de planetas, ou pelo CHEOPS (CHaracterising ExOPlanets Satellite) da Agência Espacial Europeia.
50% de estar em zona habitável
Apesar da possibilidade de um clima frio, HD 137010 b também poderia ser um mundo de temperatura temperada ou até mesmo um planeta aquático, afirmam os autores do artigo sobre este exoplaneta. Ele precisaria apenas de uma atmosfera mais rica em dióxido de carbono do que a nossa.
A equipe científica, com base na modelagem das possíveis atmosferas do planeta, atribui a ele 40% de chance de se enquadrar na zona habitável “conservadora” ao redor da estrela e 51% de chance de se enquadrar na zona habitável “otimista” mais ampla. Por outro lado, os autores do estudo afirmam que o planeta tem cerca de 50% de chance de ficar totalmente fora da zona habitável.
Fonte:jp
O Brasil registrou, em 2025, o maior número de denúncias de trabalho análogo à escravidão desde o início da série histórica. Ao longo do ano, foram 4.515 denúncias, um dado que escancara a permanência dessa grave violação de direitos humanos no país.
As informações foram divulgadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) nesta quarta-feira (28), data em que é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Segundo os órgãos oficiais, o volume anual contribui para um acumulado de mais de 26 mil.
Apesar da ideia de que o trabalho escravo esteja restrito ao meio rural ou a práticas antigas, a realidade mostra um cenário mais amplo. Casos são identificados em diversos setores da economia, incluindo áreas urbanas, comércio, construção civil, indústria têxtil e serviços domésticos.
Para reforçar esse alerta, a Justiça do Trabalho lançou a campanha “Trabalho escravo não é coisa do passado. É crime e pode estar em qualquer lugar”, com foco na conscientização da população e no estímulo à denúncia.
De acordo com a legislação brasileira, o trabalho análogo à escravidão não depende da existência de correntes ou vigilância armada. A prática é configurada quando há:
Muitas dessas situações ocorrem de forma silenciosa, sustentadas pela informalidade e pela ausência de garantias trabalhistas básicas.
Entre os contextos mais difíceis de fiscalizar está o trabalho doméstico, exercido dentro de residências. Segundo Maria Isabel Castro, secretária de Igualdade Racial da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), esse ambiente favorece relações abusivas mascaradas por vínculos pessoais.
Ela aponta que é comum a criação de uma falsa ideia de “ajuda”, na qual o trabalhador se sente em dívida com o empregador. “A informalidade é um dos principais sinais de exploração”, afirma.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) mostram que o setor emprega cerca de 6 milhões de pessoas no Brasil. A maioria é formada por mulheres (90%), sendo 66% negras, mas apenas 25% têm carteira assinada.
Especialistas avaliam que a persistência do trabalho escravo no país está ligada à herança histórica e às desigualdades estruturais, especialmente raciais e de gênero. Mesmo após avanços legais, como a PEC das Domésticas e a legislação específica da categoria, a aplicação dos direitos ainda enfrenta resistência.
Essa combinação de vulnerabilidade social, baixa renda e informalidade cria um cenário propício à exploração.
A ministra do TST Liana Chaib, coordenadora nacional do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas, destaca que o enfrentamento do crime exige informação, atuação institucional e participação da sociedade.
Dados do Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo apontam que mais de 65 mil pessoas foram resgatadas no Brasil entre 1995 e 2024, uma média superior a 2 mil vítimas por ano.
Fonte:jp
A investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, ganhou novos desdobramentos nesta semana. Dois adolescentes apontados como suspeitos de participação no ataque que levou à morte do animal estão fora do país, em uma viagem de formatura para a Disney, nos Estados Unidos. A Polícia Civil acompanha o caso de perto e já prepara um esquema especial de segurança para o retorno do grupo ao Brasil.
Segundo a polícia, a viagem foi organizada com antecedência, cerca de um ano atrás, e não tem relação direta com o andamento das apurações. Ao todo, quatro adolescentes são investigados por envolvimento no episódio, que causou forte comoção popular e mobilização nas redes sociais.
Orelha vivia há aproximadamente uma década na região da Praia Brava e era cuidado coletivamente por moradores e comerciantes locais. O animal foi encontrado gravemente ferido por uma moradora, chegou a ser socorrido e levado a um hospital veterinário, mas não resistiu à gravidade das lesões e precisou ser sacrificado.
A brutalidade do caso provocou indignação imediata e ampliou a pressão por respostas das autoridades, com manifestações de ativistas e personalidades ligadas à causa animal.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, existe preocupação com possíveis protestos no aeroporto de Florianópolis no momento da chegada dos adolescentes. Ele ressaltou que o grupo de viagem reúne 115 jovens, a maioria sem qualquer ligação com o caso.
“Nos preocupa a segurança de todos. Estamos falando de um episódio que envolve dois adolescentes, mas há mais de cem jovens retornando juntos”, afirmou. Um plano de recepção com apoio da polícia e da administração do aeroporto está sendo organizado para evitar conflitos.
A Polícia Civil informou ainda que não houve apreensão de passaportes dos outros adolescentes investigados que permanecem no Brasil.
As apurações também incluem uma denúncia de tentativa de afogamento de outro cachorro, em um episódio distinto do ataque a Orelha. Imagens de câmeras de segurança e relatos de testemunhas indicam que o animal teria sido arremessado ao mar, mas conseguiu escapar.
Além dos adolescentes, três homens adultos foram indiciados por coação de testemunhas. Conforme a investigação, eles teriam tentado intimidar pessoas que presenciaram os fatos, utilizando ameaças verbais e frases de intimidação.
A polícia reforça que a coleta de provas segue em andamento e que novas oitivas podem ocorrer nos próximos dias.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), declarou nas redes sociais que o caso está sendo conduzido com rigor e sem interferências. Ele destacou que, independentemente de quem sejam os envolvidos, a lei será aplicada.
A repercussão ultrapassou os limites do estado e chamou a atenção de celebridades e ativistas. A defensora da causa animal Luisa Mell esteve presente na coletiva de imprensa realizada na sede da Polícia Civil catarinense, reforçando os pedidos por justiça e punição exemplar.
Fonte:Jp
A mostra “Revisitando a Modernidade – Paisagens Obra Assinada” pode ser visitada gratuitamente, até sexta-feira (30), no Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Americana, localizado no Centro de Cultura e Lazer (CCL). A exposição reúne trabalhos de artistas, produtores e estudiosos de cinco estados brasileiros. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O CCL está localizado na Avenida Brasil, 1.293, no Jardim São Paulo.
O acervo inclui propostas, projetos, processos de trabalho e reflexões de dez criadores. São eles a artista americanense Leila Mirandola e seus pares Olivio Guedes, Lucia Py, Luciana Mendonça, Cristiane Ohassi, Heraclio Silva, Carmen Gebaile, Lucia Porto, Gersony Silva e Miriam Nigri Schreier.
A mostra, exibida pela primeira vez fora da capital paulista, fomenta a discussão sobre o saber e o fazer artístico. A iniciativa do programa “Circuito Outubro Aberto 2025” inclui ainda a visitação aos espaços de criação dos participantes. O público pode agendar as visitas aos ateliês artísticos pelos e-mails disponíveis no site procoaoutubroaberto.blogspot.com.
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Vinicius Ghizini, reforçou o convite ao público. “Esta é a última oportunidade para acessar a arte contemporânea e seus processos criativos nesta mostra gratuita em cartaz em Americana”, disse.
Fonte:Secom
O Carnaval de Americana acontece nos dias 14 e 15 de fevereiro (sábado e domingo) no Centro de Cultura e Lazer (CCL), localizado à Avenida Brasil, 1293, no Jardim São Paulo, com entrada gratuita. É o “Fissura Folia”, realizado com o apoio da Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo.
A programação ocorrerá das 12h às 22h com música ao vivo, matinê para as crianças, aulão de fit dance e outras atrações. Entre os destaques artísticos confirmados, estão os cantores Rafa Ferreira, o grupo Samba de Cosme, o cantor de pagode e compositor Rennan, e Bidinho, conhecido em Campinas (SP) pelo projeto “Pagode do Bidinho”, além da presença de passistas de Carnaval.
“Os grandes eventos promovidos no CCL confirmaram que o público de Americana gosta do espaço, então o Carnaval de 2026 será no local, com uma infraestrutura completa para as famílias e os foliões aproveitarem a festa com muito conforto e segurança. Agradecemos ao pessoal do Fissura Eventos por mais essa parceria de sucesso. Será um lindo Carnaval!”, disse o secretário de Cultura e Turismo, Vinicius Ghizini.
Além das atrações culturais, haverá praça de alimentação com food trucks e diversas opções gastronômicas e Espaço Kids com brinquedos infláveis para as crianças.
Fonte:Secom
A Biblioteca Municipal “Professora Jandyra Basseto Pântano”, no Centro de Americana, realiza nesta sexta-feira (30) a última sessão de janeiro da programação “Contações e Diversões”. A contação de histórias, que ocorre semanalmente às 14h, é promovida pela Prefeitura por meio da Secretaria de Cultura e Turismo e tem participação gratuita.
A atividade será conduzida pela escritora, psicopedagoga, educadora musical e contadora de histórias Andrea Celegato, reconhecida por seu trabalho em projetos culturais e educativos voltados para o público infantil.
A programação movimentou a Biblioteca Municipal de Americana ao longo do mês. De acordo com o secretário municipal de Cultura e Turismo, Vinicius Ghizini, a iniciativa cumpre o papel de entreter, divertir e promover o hábito de contar, ler e ouvir histórias.
“As contações sempre atraem um público muito atento à Biblioteca Municipal. São famílias com crianças que encontram ali espaço para brincar, se divertir e exercitar a ludicidade em meio ao rico acervo local”, destacou.
Fonte:Secom
O vulcão Kilauea, no Havaí, voltou a apresentar atividade eruptiva e impressionou moradores, pesquisadores e turistas com novas fontes de lava visíveis dentro da cratera Halema’uma’u. Considerado um dos vulcões mais ativos do planeta, o fenômeno faz parte de uma sequência de episódios registrados desde o fim de 2024.
De acordo com informações divulgadas por órgãos de monitoramento, o atual episódio é mais um dentro de um ciclo eruptivo iniciado em 23 de dezembro de 2024. Desde então, o Kilauea já passou por dezenas de eventos semelhantes, alternando períodos de calmaria e intensa liberação de lava.
No episódio mais recente, registrado no sábado (10), jatos de lava chegaram a vários metros de altura, permanecendo confinados ao interior da cratera, sem avanço para áreas habitadas.
Além da lava incandescente, o vulcão segue liberando grandes quantidades de gases vulcânicos. Esses compostos podem afetar a qualidade do ar, especialmente em regiões localizadas na direção dos ventos, o que levou as autoridades a intensificarem o acompanhamento ambiental.
Equipes locais mantêm recomendações de segurança e restringem o acesso a áreas próximas, principalmente para visitantes, como forma de prevenir riscos à saúde.
Apesar do cenário impressionante, não há registro de prejuízos diretos a comunidades próximas. As agências responsáveis afirmam que a atividade segue sob controle e é monitorada em tempo real, com atualizações frequentes para a população.
Com atividade quase contínua desde 1983, o Kilauea é um dos vulcões mais estudados do mundo. Cada novo episódio oferece dados valiosos para a compreensão dos processos geológicos, ajudando cientistas a aprimorar modelos de previsão e estratégias de prevenção.
O acompanhamento segue constante, e novos alertas podem ser emitidos conforme a evolução do fenômeno.
Fonte:jp
Pesquisadores da Unicamp identificaram um canabinoide sintético inédito no mundo. A substância foi encontrada em materiais apreendidos pela polícia em Jundiaí (SP) e teve a estrutura descrita em um artigo publicado na revista científica Drug Testing and Analysis, em 16 de dezembro de 2025.
A descoberta ocorreu em 2024 e, segundo os pesquisadores, chama a atenção por inverter o fluxo habitual dessas drogas. Em geral, novas substâncias psicoativas surgem no exterior e só depois chegam ao Brasil. Neste caso, a identificação aconteceu primeiro em território brasileiro.
“É um canabinoide que nunca tinha sido identificado em nenhuma outra parte do mundo. Então, é a primeira vez que essa substância é identificada no mundo”, explica José Luiz da Costa, coordenador do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas.
Os canabinoides sintéticos fazem parte do grupo de drogas desenvolvidas para burlar a legislação ao imitar os efeitos de substâncias já conhecidas, como cocaína, LSD, ecstasy e maconha.
Costa explica que essas substâncias atuam no sistema endocanabinoide do cérebro, o mesmo afetado pelo THC, principal composto psicoativo da maconha.
⚠️ A diferença é a potência: os canabinoides sintéticos costumam ser muito mais fortes, com efeitos que incluem convulsões, taquicardia, psicose aguda, depressão respiratória e risco de morte.
“No começo eles foram feitos para agir como se fosse o THC que está presente na maconha, só que eles são muito mais potentes do que o THC. Então, o efeito acaba nem sendo tão parecido com a maconha”, detalha o pesquisador.
Ainda segundo o pesquisador, existe hoje uma “corrida química” entre laboratórios clandestinos e órgãos reguladores.
Isso porque, no Brasil, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe uma substância, ela deixa de ser vendida legalmente. Em resposta, o mercado ilegal costuma fazer pequenas alterações químicas que dão origem a novas drogas ainda não proibidas.
Um ponto que chamou a atenção dos autores do artigo foi a presença de bromo na estrutura química do novo canabinoide, o MDMB-5’Br-PINACA.
Esse tipo de modificação pode fazer com que a droga fique mais tempo no organismo, embora isso ainda precise ser confirmado por estudos específicos.
No CIATox, os canabinoides sintéticos já são a classe mais associada a intoxicações entre as novas substâncias psicoativas.
Apesar de as drogas clássicas ainda liderarem os atendimentos, esse tipo de droga sintética preocupa pela dificuldade de diagnóstico.
O problema é que essas substâncias surgem e desaparecem rapidamente, o que dificulta estudos mais aprofundados. Muitas vezes, quando a droga começa a ser analisada, ela já foi substituída por outra versão.
“Essa é uma característica desse grupo de drogas. Você não consegue falar, porque a droga aparece e desaparece do mercado muito rápido”, diz Costa.
Fonte:G1
O Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Americana recebe, no próximo dia 21, artistas da exposição “Paisagens Obra Assinada – Revisitando a Modernidade” para uma conversa com o público sobre seus processos criativos. Os interessados em participar devem se inscrever até esta sexta-feira (16), pelo telefone (19) 3408-4825 ou pelo e-mail [email protected]. A mostra pode ser visitada até o dia 30 de janeiro, com entrada gratuita no MAC, localizado no Centro de Cultura e Lazer (CCL), na Avenida Brasil, 1.293, Jardim São Paulo.
Realizada pela primeira vez fora da capital paulista, a exposição reúne obras de produtores, artistas e estudiosos da arte de cinco estados e discute o saber e o fazer artístico e cultural. Os trabalhos são acompanhados de explicações e QR Codes contendo informações sobre a produção e o processo construtivo de cada um deles.
O secretário de Cultura e Turismo de Americana, Vinicius Ghizini, convidou a população a participar. “Este encontro com os artistas da exposição em cartaz é uma excelente oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre o processo de trabalho de quem produz arte no país”, declarou.
A iniciativa integra o programa “Circuito Outubro Aberto 2025”, em que os participantes abrem seus espaços e estendem ao público seus processos de trabalho, reflexão e prática. A visita aos espaços deve ser agendada pelo e-mail de cada artista.
A exposição é realizada pela Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, e Entrepostos Mercado Arte Cultura (EMAC), com apoio dos projetos Circuito Outubro Aberto (ProCOa) e Mercar Outubro Aberto (ProMoa) e do Núcleo de Arte Contemporânea Latino Americana (NACLA). Mais informações, portfólios e e-mails dos participantes estão disponíveis no site procoaoutubroaberto.blogspot.com.
Fonte:Secom