“Gente, não achei que a Chai ia sair, meu Deus do céu”, começa a advogada. “Eu fiquei calada”, afirma a paraense. A advogada, então, pergunta sobre o que ela está falando.
“Sobre tudo, até porque era sobre minha vida e não dá para banalizar. Se a pessoa vai ficar, se a pessoa vai sair, não me sinto confortável em ficar falando de um assunto assim”, explica.
Em seguida, complementa: “A gente sabe que todo mundo tem a chance de sair, só que o assunto fica meio banal”. “A gente sempre conversou”, defende a brasiliense.
“Você comentou comigo, outra coisa é estar falando na frente de todo mundo, onde não me senti confortável, por isso fiquei calada”, diz a sister. A paraense ainda reforça que a conversa aconteceu na frente de Gabriela, Leandro Boneco e Chaiany.
“Eu acabei de falar, eu não gostei, Jordana, independente da sua intenção”, afirma a cunhã. A advogada diz: “Tá bem, eu já te pedi desculpas. Não achei que isso iria te atingir.“
A cunhã-poranga, então, explica que não “se sentiu confortável” com a pergunta da advogada. “Era sobre mim, independente da intenção, Jordana. Eu não me senti confortável”, explica. “Desculpa, mas não era sobre você”, diz a advogada.
Jonas Sulzbach, de 40 anos, tranquilizou fãs nesta segunda-feira (6) após se tornar público que ele se envolveu em um acidente de carro em São Paulo. Nos Stories do Instagram, o ex-participante do BBB 26 explicou que não foi nada sério, compartilhou uma foto de como ficou o carro e enfatizou que está tudo bem com ele.
“Pessoal, vi que estão saindo umas matérias que me envolvi em um acidente. Na verdade, dei uma raspadinha ontem em um carro. Vou até colocar uma foto de como ficou meu carro. Foi um arranhão, literalmente. Está tudo bem, graças a Deus. Não aconteceu nada comigo e nem com ninguém. Não se preocupem, está tudo certo”, afirmou Jonas.
A colisão aconteceu na noite de domingo (5), próximo à Avenira Roberto Marinho, na Zona Sul da capital, por volta das 19h. Em conversa com a Quem, o ex-BBB disse que trocou telefone com a outra pessoa envolvida no acidente e garantiu que vai arcar com o prejuízo.
A música é mais um gostinho do novo álbum da cantora carioca, “EQUILIBRIVM”, que vem sendo tratado como um dos projetos mais ousados de sua carreira. Segundo Anitta, a faixa aposta em uma sonoridade dançante e cheia de personalidade, e ganha ainda mais força com a participação da colombiana.
“‘Choka Choka’ faz parte do meu novo álbum e é uma música potente, dançante e poderosa, que eu amo. Ter a Shakira cantando comigo torna tudo ainda mais icônico e especial”, celebra a girl from Rio.
Vale lembrar que Anitta já participou do clipe de “Soltera”, de Shakira, onde as duas curtem uma noitada ao lado de outras estrelas latinas, como Danna Paola e Lele Pons.
A colombiana se apresenta no Rio de Janeiro no dia 2 de maio, no Todo Mundo no Rio. Será que vem performance de “Choka Choka” ao vivo com as duas no palco?
Oitavo álbum de estúdio da cantora, será lançado completo no dia 16 de abril. O projeto promete explorar novas fases da artista e já tem participações confirmadas de nomes como Luedji Luna, Rincon Sapiência e King Saints.
O Palmeiras anunciou nesta segunda-feira o acordo com a Leapmotor para patrocinar os uniformes dos times masculino, feminino e de base. A marca vai ocupar o espaço nas costas das camisas do Verdão até março de 2028.
Como o ge havia revelado, a montadora de carros elétricos vai pagar R$ 20 milhões fixos por ano, podendo atingir R$ 30 milhões a partir de variáveis pela Lei de Incentivo ao Esporte.
A oficialização do acordo aconteceu em evento no Allianz Parque, e a Leapmotor vai ocupar o espaço deixado pela Fictor, que teve o contrato rescindido após entrar com pedido de recuperação judicial.
A marca aparecerá na camisa do Palmeiras pela primeira vez na partida desta quarta-feira, contra o Junior Barranquilla, na Colômbia. O confronto marca a estreia do Verdão na Conmebol Libertadores.
– O Palmeiras está sempre em busca de parcerias que representem evolução e visão de futuro. A chegada da Leapmotor, uma marca alinhada às novas tecnologias e à mobilidade sustentável, fortalece ainda mais o posicionamento do clube como uma instituição responsável e geradora de impacto positivo para a indústria do futebol e toda a sociedade – declarou a presidente Leila Pereira.
João Fonseca começou com o pé direito o Masters 1000 de Monte Carlo, em Mônaco. Atual número 40 do mundo, o jovem brasileiro derrotou o canadense Gabriel Dialo (36º), por 2 sets a 0 (6/2 e 6/3), nesta segunda-feira (6), em 1h25min, e avançou à segunda rodada da tradicional competição disputada no saibro.
Na próxima fase, o carioca de 19 anos terá pela frente o francês Arthur Rinderknech (27º), que derrotou o favorito russo Karen Khachanov (14º), por 2 sets a 0 (7/5 e 6/2), na manhã desta segunda. João e Arthur, de 30 anos, jamais se enfrentaram no circuito mundial. O duelo deverá acontecer na próxima quarta (8), a depender da programação do torneio monegasco.
– É um torneio especial, com grandes jogadores. No passado, o Rafael Nadal ganhou várias vezes, não sei exatamente quantas. Saibro é uma superfície que eu gosto muito, eu nasci no saibro. É um jogo diferente, mais calmo. É um jogo muito mental e físico. Estou trabalhando bastante e me sinto saudável para fazer bons jogos – comentou João.
É a primeira vez que o prodígio participa da tradicional competição disputada no saibro que foi conquistada duas vezes por Gustavo Kuerten, o Guga, em 1999 e 2001. O último triunfo de um brasileiro em Monte Carlo havia sido de Thomaz Belluci, em 2012.
Para as próximas semanas, o panorama é bastante favorável a Fonseca em termos de subida no ranking da ATP. O número 1 do Brasil vai defender apenas 30 pontos até Roland Garros, que será disputado entre 24 de maio e 7 de junho. E um total de 140 pontos, contando o segundo Grand Slam do ano. Após Monte Carlo, João já está confirmado também nos Masters 1000 de Madri e Roma.
Na atual temporada de 2026, o garoto está disputando o seu sexto torneio. Antes de Monte Carlo, ele esteve em ação no Aberto da Austrália, ATP 250 de Buenos Aires, Rio Open (ATP 500), Masters 1000 de Indian Wells e Masters 1000 de Miami. O prodígio soma agora seis vitórias e cinco derrotas, tendo como melhor resultado as oitavas na Califórnia, quando fez um partidaço, mas perdeu em dois tie-breaks para o vice-líder do ranking, Jannik Sinner.
Fernando Diniz é o plano A do Corinthians para o lugar de Dorival Júnior, demitido no domingo depois da derrota para o Internacional, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão.
Nas últimas horas, a diretoria do Timão entrou em contato com os representantes do treinador e tem conversas avançadas com o profissional, que deixou o Vasco recentemente e, segundo fontes, tem muito interesse em assumir o time paulista.
No Parque São Jorge há a expectativa de um desfecho rápido para que o time tenha um novo comandante na quinta-feira, data da estreia na Conmebol Libertadores, diante do Platense, na Argentina.
O estilo de jogo corajoso de Fernando Diniz agrada a maior parte da diretoria do Corinthians. Internamente, a cúpula alvinegra entende que o atual elenco tem boas peças e condições de brigar por mais um título nesta temporada. Neste cenário, o perfil de Diniz se encaixaria como uma opção viável.
Por outro lado, a escolha não é uma unanimidade no Parque São Jorge. Há pessoas ligadas ao presidente Osmar Stabile que tentam destituí-lo da ideia de contratar Fernando Diniz por considerarem o treinador arrojado demais para o momento de instabilidade da equipe.
A negociação para a contratação do novo técnico tem sido tocada exclusivamente por Stabile e pelo executivo de futebol Marcelo Paz.
O Corinthians não vence há nove jogos na temporada, está perto da zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro com apenas 33% de aproveitamento dos pontos disputados, e está em vias de estrear na Conmebol Libertadores, principal competição do calendário 2026.
Ex-técnico da seleção brasileira e campeão da Libertadores com o Fluminense. Ele também tem passagens por Athletico-PR, Santos, São Paulo, Cruzeiro e Vasco.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (2) que “ninguém” vai fazer o governo brasileiro mudar o PIX.
O petista deu a declaração durante visita a obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador, na Bahia.
O presidente fez o comentário após citar um relatório, divulgado pelo governo Donald Trump nesta quarta-feira (1º), que, mais uma vez, apontou o PIX como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard (leia mais aqui).
“Os Estados Unidos fizeram um relatório nesta semana sobre o PIX, disseram que o PIX distorce o comércio internacional, porque o PIX acho que cria problema para a moeda deles”, introduziu Lula.
“O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O PIX é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, completou o petista.
Na sequência, Lula disse que o governo brasileiro, por própria iniciativa, pode até “aprimorar o PIX, para que, cada vez mais, ele possa atender às necessidades de mulheres e homens” que usam a ferramenta.
Lula deu a declaração pouco antes de encerrar o discurso em Salvador. Ele conversava com apoiadores, quando foi alertado pelo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, que disse ao presidente: “Não esqueça de falar do PIX”.
Lula, então, deu a declaração sobre o relatório norte-americano e encerrou o evento na capital baiana.
O PIX é um meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central que permite realizar transferências e pagamentos de forma direta entre contas em poucos segundos.
Disponível 24 horas por dia, ele funciona por meio de chaves, como CPF, celular ou e-mail, ou QR codes, eliminando a necessidade de digitar todos os dados bancários e servindo como uma alternativa gratuita e ágil aos antigos modelos de DOC e TED.
Integrantes do governo têm visto, no embate de Lula com Trump, uma possibilidade de crescimento eleitoral do petista. Trump é apoiado pelo bolsnarismo, que deve ter Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato ao Palácio do Planalto em 2026.
Pesquisa Quaest de setembro de 2025 aponta que 64% dos entrevistados acha certo Lula defender soberania frente aos EUA.
Esta não é a primeira vez que o governo Trump cita o PIX como um risco a empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro de pagamento instantâneo entrou na mira do governo dos Estados Unidos.
No ano passado, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.
“O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”, disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.
O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, documento do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos divulgado nesta quarta, ainda cita:
O presidente dos Estdos Unidos, Donald Trump, quer mudar as regras de impostos sobre produtos de aço e alumínio. A ideia é manter a taxa alta, de 50%, para a importação desses metais “brutos”, mas diminuir o imposto para produtos derivados, como peças e eletrodomésticos. Nesse caso, a cobrança ficaria entre 15% e 25%, segundo a agência Reuters.
Essas mudanças ainda podem ser ajustadas e dependem de um decreto do presidente, que deve sair já nesta quinta-feira (2).
A proposta foi divulgada primeiro pelo jornal Wall Street Journal. A Casa Branca não comentou o assunto até agora.
Segundo fontes, o objetivo é deixar o sistema mais simples. No ano passado, Trump aumentou para 50% o imposto sobre aço e alumínio e também passou a cobrar taxas sobre milhares de produtos feitos com esses materiais, para incentivar a produção dentro dos Estados Unidos.
O problema é que esse imposto era calculado só sobre a parte de aço e alumínio de cada produto, o que dificultava as contas para quem importa.
Agora, a ideia é cobrar um imposto menor, mas sobre o valor total do produto, o que torna tudo mais fácil de calcular.
O novo decreto também deve trazer uma lista atualizada dos produtos que serão taxados. Alguns equipamentos usados na produção de aço podem ter imposto menor, de 15%, já que o governo quer incentivar investimentos no setor.
Esses equipamentos, como máquinas industriais, geralmente são importados de países como Alemanha e Itália e são feitos para suportar altas temperaturas.
O aumento das tarifas imposto por Donald Trump sobre aço, alumínio e produtos derivados entrou em vigor em junho do ano passado, quando as alíquotas subiram de 25% para 50%.
Em agosto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou de uma reunião na Câmara dos Deputados com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir propostas voltadas ao comércio exterior.
Após o encontro, Alckmin informou que o Departamento de Comércio dos EUA passou a enquadrar exportações que contêm aço e alumínio na chamada Seção 232 do Ato de Expansão Comercial.
Com isso, itens produzidos com esses metais também passaram a ser taxados em 50%, mesma alíquota já aplicada às matérias-primas. A mudança fez com que parte dos produtos brasileiros passasse a pagar tarifas iguais às de outros países, o que melhora a competitividade dos manufaturados nacionais.
Segundo Alckmin, cerca de US$ 2,6 bilhões em exportações brasileiras — de um total de US$ 40 bilhões — foram afetados pela medida, o equivalente a 6,4% do total. “Isso melhora nossa competitividade em relação ao resto do mundo”, afirmou na época.
Apesar disso, uma parcela significativa das vendas brasileiras aos Estados Unidos continua sujeita às tarifas mais altas, o que tende a reduzir as exportações.
Atualmente, as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%.
Companhias mais voltadas ao mercado externo são as mais prejudicadas, por causa da queda nas exportações. Já aquelas com foco no mercado interno sentem menos impacto direto, mas podem enfrentar maior concorrência doméstica, o que pressiona preços e reduz margens de lucro.
Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor tarifas amplas sobre importações de diversos parceiros comerciais.
Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros entendeu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional não autoriza o presidente a criar tarifas de forma unilateral.
Mesmo assim, no dia seguinte à decisão, Trump anunciou uma tarifa global de 10% sobre produtos importados, com aplicação imediata.
Os preços das passagens aéreas podem subir até 20% com a alta do querosene de aviação (QAV), segundo especialistas ouvidos pelo g1.
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do combustível vendido às distribuidoras a partir deste mês, o que impacta diretamente os custos de operação das companhias aéreas.
A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.
“Os gastos para transportar um passageiro por quilômetro vão aumentar aproximadamente 20%. Como quase metade das despesas das companhias aéreas é com o QAV, o custo operacional deve subir nessa proporção”, afirma Andre Castelini, sócio da Bain&Company.
Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.
“Talvez elas tenham que cortar voos que não sejam rentáveis, porque o passageiro não consegue absorver esse aumento. Com isso, o número de passageiros pode cair, e aí passa a fazer sentido reduzir a oferta”, acrescenta.
Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos.
Maurício França, sócio da L.E.K. Consulting, projeta que o impacto sobre as passagens aéreas pode ficar na faixa de 10% a 20%, sendo “algo próximo de 15%” o cenário mais provável.
“Esse é um movimento relevante porque, quando o preço das passagens sobe, a demanda tende a recuar. Para cada 1% de aumento no preço, a demanda tende a cair em magnitude semelhante, embora isso varie conforme o perfil do passageiro”, afirma.
França acrescenta que, em viagens de lazer, a sensibilidade ao preço costuma ser um pouco maior, enquanto nas viagens de negócios, um pouco menor.
“Em um cenário de alta de cerca de 15% nas passagens, é razoável esperar também uma retração da demanda em torno de 15%, o que seria bastante significativo para as empresas do setor”, avalia.
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.
Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.
“A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo”, diz, em nota, a Abear.
A declaração ocorreu poucas horas após a confirmação oficial de que a Petrobras elevaria os preços às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.
Ao todo, mais de 80% do querosene de aviação consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.
Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.
“A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações”, conclui a nota.
A Petrobras, por sua vez, anunciou em comunicado uma iniciativa para suavizar os efeitos do reajuste do querosene de aviação.
A estatal afirmou que, em abril, as distribuidoras pagarão alta equivalente a 18%. A diferença até os cerca de 54% previstos em contrato será parcelada em seis vezes, a partir de julho.
“Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado”, informou a Petrobras.
Diante do cenário, o Ministério de Portos e Aeroportos enviou ao Ministério da Fazenda uma proposta com sugestões para reduzir a pressão sobre o setor aéreo.
O documento, elaborado pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), traz medidas como:
Na avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos, as medidas preservariam a competitividade das empresas, evitariam repasses excessivos ao consumidor e manteriam a conectividade aérea do país.
O g1 apurou que outra medida em estudo é a criação de uma nova linha do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac) para compra de QAV, em caráter temporário.
Questionado pelo g1, o Ministério da Fazenda informou que acompanha de “forma permanente a evolução do cenário internacional, incluindo os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a economia brasileira”.
“A pasta mantém monitoramento contínuo de variáveis relevantes, a fim de avaliar eventuais efeitos sobre o Brasil”, disse.
“Sendo assim, ressalta que eventuais medidas serão analisadas com responsabilidade, à luz das evidências, e sempre em conformidade com os marcos fiscais vigentes”, acrescentou.
Marcos Oliveira, conhecido por interpretar o Beiçola no seriado “A grande família” e que atualmente mora no Retiro dos Artistas, falou do seu estado de saúde e revelou estar devendo R$ 350 mil. O ator afirmou ter sido vítima de um golpe de um homem que fingiu que iria ajudá-lo e fez vários empréstimos em seu nome.
— Estou com bolsa de colostomia e tive uma fístula. A fístula é um caminho que o organismo criou, que é da uretra, entre a próstata e a bexiga, e que vai sair lá no ânus. Esse caminho sempre contaminava com bactéria de fezes e ia para a uretra. Eu tomava antibiótico de farmácia e comecei a ficar resistente. Um dia passei mal, bati a cabeça e quase morri em casa. Fui para o posto de saúde do Santa Marta (Clínica da Família Santa Marta, em Botafogo, no Rio), e o médico disse que teria que ir para o Hospital Souza Aguiar, no Centro. Fui para lá imundo, sujo, me deixaram sedado. Me deram antibiótico venoso, não funcionou… Acabei ficando 14 dias lá. Nesses 14 dias, não teve problema de comunicação de fezes com o xixi, então eles fizeram a colostomia. Isso foi no dia 30 de dezembro de 2021. Voltei para casa. No dia 16 de junho de 2022, fui para o Souza Aguiar de novo e um médico me operou… Fiquei todo esse tempo em casa, e as contas chegando — disse em entrevista ao podcast “Papagaio falante”, de Sergio Mallandro e Renato Rabelo.
Foi então que Oliveira afirma ter recebido a proposta de ajuda do homem que lhe deu um golpe. Segundo ele, essa pessoa dizia ser muito amiga de uma amiga dele:
— Teve um cara que falou que ia me ajudar. Entrou na minha casa, pegou meu telefone, meus cartões, todo o dinheiro que as pessoas me doaram e ainda pegou mais empréstimo no banco. Então ele fez empréstimo consignado de R$ 23 mil pelo INSS. Na minha conta corrente, ele pegou R$ 50 mil e mais um dinheiro que estava lá. Na conta da minha firma, ele me raspou R$ 45 mil. No outro banco, ele tirou mais R$ 85 mil de empréstimo e mais R$ 45 mil que eu tinha no banco. Enfim, eu estou devendo R$ 350 mil. Está na Justiça. Consegui minha advogada, fizemos todo o levantamento, fomos à delegacia, fizemos o B.O. Fui a quarta pessoa. Ele já fez isso com três outras pessoas da terceira idade. Golpista.
Aos 69 anos, Oliveira também comentou sua vida sexual e afirmou que, na juventude, já teve relações sexuais com várias pessoas ao mesmo tempo:
— Eu era 300 km por hora. Já fiz a quatro, a sete. Sete personas. Homem, mulher… O mundo encaretou. Até porque hoje em dia tem muitos riscos, antigamente as pessoas eram mais leves. Pintava um lance, o lance acontecia numa boa e acabava. Hoje, se pintar um lance, no dia seguinte está no Instagram não sei de quem. Essa coisa da internet, câmera de telefone, f*deu. A gente perdeu privacidade. Se você ajoelhar e rezar Pai-Nosso vão pensar que você está fazendo outra coisa.
O veterano afirmou que não tem mais uma vida sexual ativa:
— Nada, acabou tudo. O mundo caiu. Eu tenho problema aqui embaixo, cara. Estou com fístula, um monte de coisa. Estou com colostomia, de vez em quando dói. Então, não tenho mais. O piupiu já deitou e dormiu. Talvez numa outra encarnação, nessa não vai mais. Sexo faz parte da vida. É uma necessidade fisiológica. Aí misturam sexualidade com afetividade… Claro que eu não vou para o sexo com uma pessoa que me odeia, e nem com uma pessoa que eu odeio… Na base do sexo, pode acontecer tudo. Freud explica. É ali que você expõe a sua persona. O tesão nunca se perde, a coisa fica na cabeça. Agora o estado físico não acontece [para ele]. A vida tem fases. Você aproveita as fases dela e quando vai acabando, vai acabando.