Aos 19 anos, Melody vive um momento de virada que vai além dos números, embora eles impressionem.
Após faturar cerca de R$ 50 milhões em 2025, a artista começa a se enxergar sob uma nova perspectiva: não apenas como intérprete de hits virais, mas como uma marca em construção, com estratégia, posicionamento e ambição de longo prazo.
Em entrevista, Melody conta quando sua trajetória ganhou um novo rumo. “Menina, a chave virou completamente com o sucesso de ‘Jetski’, que foi um divisor de águas real na minha trajetória. O momento exato em que vi o tamanho do negócio foi quando percebi que o mercado, que antes olhava para mim apenas como uma promessa, começou a me enxergar como uma marca consolidada. A partir daí, começaram a chegar várias propostas e estou muito feliz com isso. Entendi que a Melody não era mais só a cantora no palco, mas um negócio e uma marca pessoal que eu precisava cuidar de forma estratégica e intencional”, explica.
Se hoje fala com naturalidade sobre gestão de carreira, tudo começou de forma bem diferente, conciliando rotina escolar e os primeiros passos na música.
“Eu tive uma vida bem normal! Tinha minha rotininha certinha: ia para a escola de manhã, eu era super nerd, adorava fazer capas decoradas para os trabalhos e só tirava 10 em redação, fazia minhas lições, e só depois ia pensar em música e shows. Eu sinto que amadureci rápido pelas pancadas e polêmicas, mas minha infância não foi danificada de jeito nenhum”, afirma.
A construção dessa identidade passa também por elementos que vão além do som.
Para Melody, imagem e sensorial caminham juntos na forma como o público reconhece um artista.
“Assim como a roupa, o cabelo ou a maquiagem, o perfume também comunica quem você é. Tem artista que você lembra pelo estilo visual, e tem artista que você lembra até pelo cheiro. Eu acho muito legal quando uma fragrância consegue traduzir a personalidade, algo jovem, confiante e que marca presença”, destaca.
Entre aprendizados e exposição constante, a cantora diz ter desenvolvido uma relação mais leve com críticas e polêmicas, algo que, segundo ela, vem de casa.
“A não ligar para dramas! Eu aprendi com meu pai desde criancinha que sempre vai ter gente criticando e haters, isso é super comum e está tudo bem. Tem dias que eu até acho graça das polêmicas, é o famoso ‘fale bem ou fale mal'”, comenta.
No estúdio, onde tudo ganha forma, o processo criativo reflete essa mesma liberdade. “Eu escuto música 24 horas por dia, então respiro isso. Amo misturar ritmos! Sou muito cabeça aberta para trabalhar com vários estilos musicais. Gosto de pegar o pop e colocar um piseiro, um funk ou até um sertanejo no meio. Minha inspiração é o que está rolando de legal no momento”, revela.
O cardiologista Brasil Caiado, que faz parte da equipe médica de Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (25) que está programada a alta hospitalar do ex-presidente para próxima sexta (27).
Bolsonaro foi internado no dia 13 de março em um hospital particular de Brasília após passar mal na Papudinha. Ele foi diagnosticado com pneumonia decorrente de uma broncoaspiração, e precisou ficar 10 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Na última segunda-feira (23), após evoluir clinicamente, o ex-presidente teve alta da UTI e foi para um quarto no Hospital DF Star.
“Nós todos já estamos em uma programação de transição para casa. Como o antibiótico termina o ciclo amanhã [quinta-feira, 26], estamos com uma programação para alta para sexta-feira”, afirmou Brasil Caiado.
“[Acabou] saindo do quadro agudo, nesta semana, de segunda-feira para cá. Ele também apresentou uma boa evolução. Estamos com programação do antibiótico até amanhã”, completou o médico.
A informação sobre a programação de alta do ex-presidente foi divulgada um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atender parcialmente a um pedido da defesa de Jair Bolsonaro e conceder prisão domiciliar humanitária pelo prazo de 90 dias para o político do PL.
Moraes tomou a decisão em razão das condições de saúde do ex-presidente. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por golpe de Estado.
Em entrevista, o cardiologista Brasil Caiado afirmou que a casa do ex-presidente está sendo preparada para recebê-lo, assim que houver a alta hospitalar.
Caiado disse que o ambiente domiciliar é “humanamente mais saudável”, mas que o ex-presidente precisa continuar a ter acompanhamento médico.
“O ambiente domiciliar está em preparação pela família, porque a decisão foi bastante recente. Para que nós tivéssemos a redução de riscos para ele no ambiente residencial. Normalmente, em casa e no hospital você dificilmente terá a mesma estrutura”, afirmou o especialista.
“Já foi providenciada uma cama diferente, mais adequada, para um problema quase que central dele hoje que é o refluxo. A gente espera que reduza os riscos”, acrescentou o médico.
Segundo Brasil Caiado, a alta hospitalar deve ocorrer na transição entre a manhã e a tarde de sexta.
Salah tomou a decisão de deixar o Liverpool em junho, ao fim da temporada europeia. O clube comunicou oficialmente o movimento na tarde desta terça-feira.
Ele tem contrato com os ingleses até o meio de 2027, mas o fim do vínculo acontecerá um ano antes.
Terceiro maior artilheiro da história do clube, com 255 gols, e com nove títulos no currículo – entre eles Mundial de Clubes, Champions League e duas edições da Premier League -, o egípcio de 33 anos gravou vídeo cheio de emoção falando sobre a despedida.
Na parte final do texto de Salah, ele recorreu ao lema maior do clube, afirmando que, graças ao Liverpool, ele jamais caminhará sozinho“.
Confira na íntegra:
“Olá a todos. Infelizmente, chegou o dia. Esta é a primeira parte da minha despedida. Deixarei o Liverpool no final da temporada. Quero começar dizendo que nunca imaginei o quão profundamente este clube, esta cidade, estas pessoas, se tornariam parte da minha vida. O Liverpool não é apenas um clube de futebol. É uma paixão, é história. É um espírito. Não consigo explicar em palavras para quem não faz parte deste clube.
Comemoramos vitórias. Conquistamos os troféus mais importantes e lutamos juntos nos momentos mais difíceis de nossas vidas. Quero agradecer a todos que fizeram parte deste clube durante o meu tempo aqui, especialmente aos companheiros de equipe, do passado e do presente, e aos torcedores. Não tenho palavras suficientes. O apoio que vocês me deram durante o melhor momento da minha carreira e a presença de vocês ao meu lado nos momentos mais difíceis são coisas que jamais esquecerei. E algo que levarei comigo para sempre.
Um dos maiores ídolos de todos os tempos do Liverpool, Salah teve problemas com o treinador Arne Slot durante a atual temporada e disse que não tinha qualquer relacionamento com o holandês.
Em abril de 2025, depois de um longo período de discussão contratual, ampliou seu vínculo até junho de 2027, mas nesta semana resolveu encurtar sua passagem.
Salah tem 435 jogos pelo Liverpool, 255 gols e 119 assistências, com uma impressionante média de 0,85 participação direta em gols por jogo.
Chegou a Anfield em julho de 2017. São nove títulos pelo Liverpool: Um Mundial de Clubes, uma Champions League, uma Supercopa da Uefa, duas edições da Premier League, duas Copas da Liga Inglesa, uma Copa da Inglaterra e uma Supercopa da Inglaterra.
O Tribunal Superior Eleitoral(TSE) decidiu, nesta terça-feira (24), tornar inelegível o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Votaram a favor as ministras Estela Aranha, Isabel Gallotti, Cármen Lúcia e os ministros Floriano de Azevedo Marques e Antônio Carlos Ferreira. O ministro Nunes Marques votou contra a condenação.
Em divergência parcial, ministro André Mendonça votou para rejeitar aplicação de inelegibilidade a Cláudio Castro. Entendeu que, em função da renúncia de Castro, a cassação de mandato ficou prejudicada.
O processo se refere às eleições de 2022, quando Castro foi reeleito para o comando do governo estadual.
O julgamento no TSE começou antes da saída dele do cargo, com sessões em novembro do ano passado e no começo do mês. Nas ocasiões, dois ministros votaram pela cassação do mandato e pela inelegibilidade do ex-governador.
O caso começou na Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, ainda em 2022, quando o Ministério Público Eleitoral e a coligação que apoiou Marcelo Freixo (o adversário na disputa), entraram com ações de investigação eleitoral.
Eles alegaram abuso de poder político, econômico, irregularidades em gastos de recursos eleitorais e conduta proibida aos agentes públicos no período eleitoral. Este tipo de processo pode resultar em cassação de mandatos e inelegibilidade por oito anos.
O MP Eleitoral e a campanha de Freixo acusaram o governador e o vice, Thiago Pampolha de irregularidades na Ceperj (uma fundação estadual que atua em estratégias de políticas públicas) e na Uerj (a universidade do estado).
Os processos também envolvem Rodrigo Bacellar, deputado estadual afastado do comando da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro; e Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj.
Entre elas:
No julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Rio, em 2024, o governador e o vice foram absolvidos e tiveram os mandatos mantidos.
O MP Eleitoral e a coligação de Freixo, então, recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral. Eles reiteraram as acusações e voltaram a pedir a condenação de Castro e do vice, com a aplicação de perda dos cargos e de inelegibilidade.
No processo, a defesa de Cláudio Castro afirmou que fatos administrativos alheios ao cenário eleitoral não têm o poder de interferir na eleição. Negou abuso de poder e uso eleitoreiro da Ceperj e Uerj.
Advogados de Thiago Pampolha defenderam a rejeição dos recursos. Sustentaram que as provas são frágeis e que a decisão do TRE-RJ ocorreu de forma fundamentada.
As defesas de Bacellar e Lopes também sustentaram a necessidade de rejeição dos pedidos.
O julgamento começou em novembro do ano passado, com o relatório e o voto da ministra Isabel Gallotti, relatora do caso.
Na ocasião, a ministra votou pela cassação e inelegibilidade do governador, além da realização de novas eleições para o cargo. Um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira interrompeu a análise.
Galloti concluiu também que o deputado estadual Rodrigo Bacellar deve perder o mandato e ficar inelegível, assim como Gabriel Lopes. Votou ainda pela aplicação de multas aos envolvidos, inclusive a Thiago Pampolha.
No último dia 10, o processo voltou à pauta com o voto do ministro Antônio Carlos Ferreira, que acompanhou integralmente o entendimento da relatora. Ou seja, também concluiu pela cassação dos mandatos e aplicação de multas, além da declaração de inelegibilidade de Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar e Gabriel Lopes.
Foi o segundo voto favorável à aplicação das penalidades. Um pedido de vista do ministro Nunes Marques, no entanto, adiou a deliberação. Agora, o caso voltou à pauta para os votos dos demais ministros.
Mel Lisboa deu uma entrevista recente na qual relembrou a separação dolorosa do seu ex-marido, Felipe Roseno.
A atriz contou como lidou com o fim do casamento de 15 anos com o percussionista, que aconteceu em 2023, e admitiu ter sofrido bastante com o rompimento.
Durante sua participação no podcast “Desculpincomodar”, os apresentadores citam o antigo companheiro da artista e seu trabalho com Ney Matogrosso, levando a artista a disparar: “[Ele] Ainda está com o o Ney. Estão juntos, o casamento deles durou mais que o nosso [risos]”.
Ela ainda explicou que a parceria deles já data quase duas década, enquanto seu casamento com Roseno durou 15 anos.
Ao ser questionada sobre seus sentimentos a respeito do término, na época, Lisboa admitiu.
“Para mim, foi difícil. Acho que todas as separações são difíceis. Não tem como você passar 15 anos casada com alguém e falar: ‘Ah, foi fácil, facinho, mole. Estou tranquila, estou ótima'”.
Depois, a atriz ainda falou sobre a mudança da casa em que moravam. “A gente saiu bem rápido. Ele saiu porque falou que queria um tempo, e eu não aguentei. Saí, deixei a casa, e ele falou que também não faz sentido ficar ali, então saiu. Foi uma loucura”, relembra.
Mel Lisboa e Felipe Roseno tem dois filhos juntos: Bernardo, de 17 anos de idade, e Clarice, de 13 anos.
Depois de um início de temporada fantástico, Mbappé perdeu jogos importantes devido a um erro grosseiro do departamento médico do Real Madrid.
O francês apresentou lesão ligamentar no joelho esquerdo, mas o clube fez um diagnóstico do joelho direito e concluiu que não havia qualquer problema.
Resultado: jogou três partidas lesionado e agravou a situação. A informação é do jornal inglês “The Athletic”.
O problema tem origem em 7 de dezembro, na derrota por 2 a 0 para o Celta em casa. De acordo com apuração do “The Athletic”, fontes internas do Real Madrid citam uma pancada sofrida por ele no jogo em questão, que inclusive o tirou do compromisso seguinte, diante do Manchester City, também no Bernabéu.
Como o Real realizou exame no joelho errado, nenhum problema foi detectado, e Mbappé jogou três partidas completas após a ausência contra o City. Ou seja, atuou lesionado.
Quando voltou aos treinamentos após o descanso de Natal, Mbappé foi flagrado levando a mão ao joelho esquerdo, e o Real Madrid divulgou que ele tinha uma entorse no local.
Acabou perdendo a semifinal da Supercopa da Espanha, mas jogou a reta final da decisão, contra o Barcelona.
Voltou a ter sequência, atuou em oito dos 10 jogos seguintes à final da Supercopa, mas o problema mostrou-se recorrente, e Mbappé resolveu ir se consultar com médicos de fora do Real Madrid.
Foi a Paris para investigar a fundo a lesão.
Vale destacar que o Real Madrid viveu crise no departamento médico na virada do ano, com demissão de profissionais e o retorno de figuras importantes, como o preparador físico Antônio Pintus e o médico Niko Mihic.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta terça-feira (24), o projeto de lei conhecido como “PL Antifacção”, que cria um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil.
Atualização: Inicialmente, esta reportagem informava que Lula havia vetado apenas um trecho do projeto. O texto foi corrigido às 17h34.
A nova legislação estabelece diretrizes para o enfrentamento de facções criminosas, como:
Lula decidiu vetar apenas dois trechos do texto aprovado no Congresso Nacional.
Uma das medidas barradas previa a extensão das penas aplicadas aos integrantes de facções também para as pessoas envolvidas em ações que pudessem ser equiparadas a atividades de organizações criminosas.
Na avaliação do Palácio do Planalto, esse trecho do projeto poderia abrir margem para a criminalização de movimentos sociais e protestos.
Além disso, o governo também prepara um decreto para regulamentar a nova legislação, com publicação prevista para a próxima semana. A norma deve detalhar seis eixos estratégicos de implementação do chamado “PL Antifacção”.
Lula também vetou outro trecho que estabelecia a perda de receita da União ao prever destinação de produtos e valores apreendidos do crime organizado a fundos dos estados e do Distrito Federal.
Segundo a justificativa do veto, a proposição contraria o interesse público “na medida em que reduz receita da União em momento de potencial elevação da demanda por recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública”.
“Ademais, incorre em inconstitucionalidade ao incluir outros entes da Federação como destinatários de receita atualmente destinada, em caráter exclusivo, à União, sem apresentar estimativa do impacto financeiro-orçamentário”, diz a justificativa do veto.
O tema da segurança pública é tratado como uma área sensível para o governo Lula, considerando que a direita ainda leva vantagem nesse quesito perante o eleitorado. Em ano de eleição, o governo deve focar no assunto, considerado como prioridade para os brasileiros.
A proposta ganhou força, sobretudo, após uma megaoperação nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A ação policial em outubro do ano passado deixou 121 mortos.
Diante da repercussão, o governo Lula acelerou o envio do projeto ao Congresso Nacional, em meio à pressão para não ficar fora do debate público sobre segurança.
Paralelamente, o Planalto também articulou outras propostas na área, como o aumento de penas para organizações criminosas, e voltou a defender a chamada PEC da Segurança.
A construção e a aprovação do PL Antifacção no Congresso Nacional foram marcadas por divergências entre o governo e a oposição, além de resistências e ajustes dentro do próprio governo e também no Congresso. Em alguns momentos, votações chegaram a ser adiadas por falta de consenso.
Integrantes da base aliada divergiram sobre a abrangência das medidas, especialmente em pontos como:
Alguns setores do Palácio do Planalto defenderam uma abordagem mais estruturante, com foco em inteligência e integração entre forças de segurança.
A diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, afirmou nesta quarta-feira (18) que o regime iraniano parece permanecer intacto, mas ‘em grande parte degradado’ após as operações militares dos EUA e de Israel.
Segundo ela, o programa de enriquecimento nuclear do Irã foi ‘aniquilado’ nos ataques de junho, mas a extensão total dos danos permanece incerta.
Gabbard acrescentou que os Estados Unidos não observaram até o momento nenhum esforço por parte do Irã para reconstruir sua capacidade de enriquecimento de urânio.
A diretora seguiu e alertou que o Irã e seus aliados ainda mantêm a capacidade de atacar os interesses dos EUA e de seus aliados no Oriente Médio.
Ela afirmou que, se o regime sobreviver, provavelmente iniciará um esforço de vários anos para reconstruir suas forças de mísseis e drones.
‘O Irã e seus aliados continuam capazes de atacar e continuam a atacar os interesses dos EUA e de seus aliados no Oriente Médio. A comunidade de inteligência acredita que, se um regime hostil sobreviver, buscará lançar um esforço plurianual para reconstruir suas forças de mísseis e drones’, disse.
Todas as declarações foram feitas durante uma audiência no Senado americano.
Elas contradizem parte das afirmações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que o Irã estaria ‘acabado’ e que tentou reconstruir parte das usinas.
Durante a audiência do Comitê de Inteligência do Senado, a diretora de inteligência dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, foi questionada sobre como foram comunicadas as possíveis consequências do ataque ao Irã.
O senador democrata Ron Wyden citou a avaliação das agências de inteligência, chefiadas por Gabbard, de que o Irã era capaz de infligir danos aos atacantes, realizar ataques na região e interromper o tráfego ao longo do Estreito de Ormuz.
Gabbard confirmou as conclusões da inteligência.
‘Continuamos a fornecer ao presidente e sua equipe informações relacionadas a esta operação no Irã. Sempre levamos muito a sério a ameaça representada pelas capacidades de mísseis do regime iraniano e o risco de que nossas tropas americanas pudessem ser colocadas em perigo’.
‘A comunidade de inteligência continuou a avaliar as potenciais ameaças à região, as ameaças existentes na região e a fornecer essas avaliações aos formuladores de políticas e aos tomadores de decisão’, completou.
O Barcelona goleou o Newcastle por 7 a 2, nesta quarta-feira, no Camp Nou, no jogo de volta das oitavas de final da Champions League.
Como já havia empatado em 1 a 1 na partida de ida, na Inglaterra, o Barça garantiu vaga nas quartas de final. Raphinha (2), Lewandowski (2), Lamine Yamal, Fermín López e Marc Bernal marcaram para os donos da casa, enquanto Elanga (2) fez os gols do time visitante.
O JOGO
Logo aos seis minutos, Raphinha abriu o placar após boa tabela com Fermín López.
Oito minutos depois, Elanga recebeu livre na área e finalizou na saída de Joan García para empatar. Aos 18, Marc Bernal voltou a colocar o Barça na frente finalizando na grande área.
Aos 27, Elanga recebeu mais uma vez em condição de empurrar para a rede e igualar o placar. Lamine Yamal fez o terceiro do Barça cobrando pênalti aos 51 minutos.
O Barcelona foi para o intervalo vencendo o Newcastle por 3 a 2 em um primeiro tempo muito movimentado.
Depois de 45 minutos muito equilibrados, a situação foi oposta na segunda etapa, quando o Barcelona sobrou e empilhou gols.
Aos cinco, Raphinha serviu Fermín López pra marcar o quarto. Cinco minutos depois, mais uma assistência do brasileiro: cobrou escanteio na segunda trave para Lewandowski cabecear para o gol.
Aos 15, foi a vez de Yamal servir Lewa na área para marcar o sexto gol.
Aos 26, Ramsey errou feio na saída de bola, e Raphinha marcou seu segundo e deu números finais à partida.
O adversário das quartas sairá de Tottenham x Atlético de Madrid, nesta quarta.
Sophie Charlotte surge em nosso encontro por videochamada um pouco atrasada.
Assim como sua atual personagem, Gerluce, de Três Graças, a atriz tem feito malabarismo para dar conta da agenda caótica, que começa antes das sete da manhã, em meio aos estudos do roteiro e gravações das cenas da sua primeira protagonista de uma novela das nove, e vai até a noite.
Sem contar os cuidados com o filho, Otto, de 9 anos, com quem ela divide a criação com o ex-marido, o ator Daniel de Oliveira, também no ar — na novela das sete, Coração Acelerado.
“Quando a gente faz uma novela, a rotina é como a de uma maratona. A gente precisa ter resistência e perseverança”, conta a estrela de 36 anos.
Mas, ao contrário da ficção, Sophie não tem do que reclamar neste sentido.
Seus olhos brilham ao falar do papel de uma mãe solo, criada pela mãe, Ligia (Dira Paes), que tem a possibilidade de abordar temas tão necessários do universo feminino, como a mulher como mantenedora do lar — realidade da maioria das famílias brasileiras –, relacionamentos abusivos e os desafios de criar uma filha sem deixar de lado seus desejos e individualidade como mulher.
“A gente lê todos os dias tantas notícias que nos devastam e nos chocam”, diz Sophie antes de uma pausa para controlar o choro.
“Estamos no mês do Dia da Mulher, 8 de Março, que é uma data que seria de celebração, mas que ocorre enquanto estamos mergulhados em um choque profundo. Essas personagens são um caminho para a gente se lembrar da nossa força e mostrar essas histórias de uma forma não tão didática e panfletária para talvez sensibilizar pessoas que não conseguem ser tocadas quando a gente fala de uma forma mais direta e política”, diz em meio às notícias de estupro coletivo de uma estudante e vários casos de feminicídio.
“Fico muito feliz por poder também mostrar essa personagem se apaixonando e encontrando um amor que cuida, que está disponível, que trata ela bem… Aí você fala: ‘Não é possível! Será que existe isso?’. Não importa! A gente precisa ver e validar relações assim. A gente precisa mostrar: ‘Homens, é assim! Então, olha, vamos amar direito!’. É bonito poder ter tantas facetas com uma mesma personagem”, analisa Sophie – em relação ao tratamento que Gerluce recebe de Paulinho (Romulo Estrela).
“Os parceiros que eu tive na minha vida são pessoas muito legais”, enfatiza ela, solteira desde o fim do relacionamento com o seu colega de elenco Xamã.
Nosso papo foi no dia seguinte a uma das cenas mais aguardadas pela artista, a que Gerluce descobre que a filha, Joélly (Alana Cabral), e o genro, Raul (Paulo Mendes), venderam sua neta bebê em um momento de desespero financeiro.
Graças à terapia em dia, com sessão feita antes da entrevista, ela conta que conseguiu assistir à cena – algo que tem dificuldade em fazer nos seus trabalhos por conta do perfeccionismo – e se contentar com o resultado, que tem lhe rendido muitos elogios.
“Assisti e fiquei muito feliz! E isso é uma coisa rara. Eu costumo ser muito crítica, mas gostei. Estou muito feliz com a equipe e a novela, que está começando a se encaminhar para uma reta final superacelerada e cheia de reviravoltas. Tem muita coisa para acontecer”, empolga-se.
Nascida em Hamburgo, na Alemanha, do amor entre o paraense José Mário da Silva e da alemã Renate Elisabeth Charlotte Wolf, Sophie teve o seu lado artístico estimulado por meio da dança desde antes de se mudar para Brasil, por volta dos oito anos de idade.
Com mais de duas décadas de carreira como atriz, iniciada em Malhação e com uma variedade de personagens com distintas personalidades, ela deixa outro talento se sobressair: o da música.
Após o fim da novela, a estrela quer lançar seu primeiro EP como cantora. O projeto será ao lado de Tom Veloso, filho de Caetano Veloso, que era muito amigo da sua grande inspiração, Gal Costa, a qual interpretou no cinema em Meu Nome é Gal (2023).
Ah! E por falar em cinema, ela está aberta a novas aventuras internacionais!