Cuidar de cães reduz em 40% risco de demência na velhice segundo estudo

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Além de fazer companhia, os cães trazem outros benefícios para a saúde dos idosos. Um estudo recente publicado na revista científica do Preventive Medicine Reports revelou que pessoas com mais de 65 anos e que são tutores de cachorros têm 40% menos probabilidade de desenvolver demência.

Segundo os autores, ter um companheiro peludo normalmente aumenta a atividade física e as interações sociais enquanto o tutor leva seu animal de estimação para passear. Ambos fatores são vitais para manter a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo.

Demência é uma condição grave de perda de memória, incluindo dificuldades de linguagem, resolução de problemas e outras atividades de pensamento que interferem na vida cotidiana, de acordo com a Associação de Alzheimer. A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, representando de 60% a 80% dos casos.

Embora a probabilidade de desenvolver demência fosse maior para os donos de cães que não praticavam exercícios regularmente e estavam socialmente isolados, ainda era menor do que para aqueles que não tinham cachorro e não faziam exercícios ou socializavam.

Enquanto isso, evidências encontradas em estudos recentes — como o feito por pesquisadores da Escola de Psicologia da Universidade de Wollongong e publicado na Revista Internacional de Psicofisiologia — sugerem que passar apenas 20 minutos acariciando um cachorro pode diminuir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, nas pessoas.

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